Como UX Culture pode inspirar os times na construção de uma feature

Integrando diferentes times de produto através do chapter de UX

Tudo começou quando recebemos o desafio de desenvolver uma nova feature para o RD Station, o Teste A/B tanto para landing pages quanto para email.

Por estar sempre próximo ao suporte, presenciava e sentia a dor do nosso cliente e quanto a feature que estávamos projetando seria de extrema relevância para o usuário do RD Station, mas principalmente para clientes mais avançados que já utilizam ou precisam utilizar técnicas de CRO (Otimização para Conversão).

Procuramos trabalhar dentro dos times de forma colaborativa em relação ao processo de design. O que eu quero dizer com isso: em ambos os times envolvidos, toda a parte de Discovery, Protótipo e Testes com os usuários fora conduzida de forma colaborativa. Principalmente para otimizar os aprendizados e por entender que precisávamos explorar um conceito e não apenas uma feature.

Conhecendo as particularidades envolvidas nas verticais de email e landing pages, estes estudos foram essenciais para criar o alinhamento necessário em torno do conceito. Assim, quando houver a necessidade de ampliar a feature de teste AB para outras features (como formulários, popups, automação) já sabemos qual é o conceito estabelecido e como aplicá-lo dentro do software.

Destaco que a união de designers entre diferentes times foi extremamente importante para a evolução do produto e para uma entrega com maior qualidade. Não que seja uma tarefa fácil, mas a dedicação e empenho de todos os envolvidos contribuiu para gerar um produto muito mais robusto e capaz de suportar uma escala de crescimento com alta velocidade.

Integrando o chapter de UX entre times

Uma boa conversa facilita muito o entendimento do que deve ser feito. O designer deve ser capaz de entender não apenas o usuário, mas dentro do desenvolvimento do produto, compreender aspectos relacionados a natureza de cada feature e como será o impacto da solução em relação a engenharia. Assim, o trabalho de designers em dupla fortaleceu muito a visão do produto de forma mais ampla, abordando aspectos relacionados à UX, negócio e a visão do produto como um todo.

Começou como uma proposta e se tornou parte do projeto

A proximidade da equipe de design influenciou com que outros membros do time também trabalhassem de maneira colaborativa. Começando por um playbook com a visão de PM, integramos com o estudo da jornada do usuário (UX), fizemos benchmarking estudando os melhores players do mercado e apresentamos o projeto para todo o time de produto. Ao final todos os times relacionados ao desenvolvimento estavam envolvidos, preocupados em proporcionar a melhor experiência para o usuário mas também atentos aos desafios de engenharia e os possíveis impactos nos cenários atuais.

Colocando os testes de usabilidade pra rodar

Procuramos conduzir os testes sempre de forma participativa, ou seja, os envolvidos com o projeto também participaram dos testes de usabilidade. Os product managers assistiram, contribuíram, colaboraram e ajudaram a tornar os testes mais robustos para extrair aprendizados mais consistentes. O time também participou, acompanhando os resultados e como estávamos evoluindo a cada novo teste que era realizado.

Aplicando testes de usabilidade de forma remota utilizando Skype.

Aprender, ajustar rápido e fazer novos testes

Tínhamos um roteiro previamente estabelecido, mas se algo precisava ser modificado no meio do caminho lá estávamos nós prontos para ajustar e melhorar a próxima rodada de testes com usuários.

No intervalo dos testes havia um tempo para realizar alguns ajustes. Isso foi muito importante pois permitiu identificar pontos que precisavam de melhoria. Assim foi possível ajustar para não repetir algo que não estava bom com o próximo usuário. Inclusive para validar uma solução para algum problema que havia sido diagnosticado.

Enfatizo a importância em construir uma visão estratégica do produto, não apenas relacionada a cada time, mas priorizando também negócio e engenharia. Como a base conceitual está compartilhada entre os times, destaco ainda o aproveitamento deste aprendizado cross-team tem imenso valor e contribui para odesenvolvimento ágil.

Dentro de uma visão que ser ágil é também evitar desperdício de tudo aquilo que estamos fazendo, entregando qualidade para os nossos clientes e contribuindo para o crescimento escalável da empresa e do nosso produto.

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