AMOR E SEXO VINTAGE

Lisânias Moura, Pastor Senior da Igreja Batista do Morumbi


Fui um adolescente que frequentava vários congressos de jovens, e o seminário mais concorrido era o que falava sobre sexo. Naquela época a pergunta mais comum, sobre sexo era: “Até onde posso ir”?

Hoje, esta pergunta praticamente não existe mais, pois quase todos “vão além”. Ao mesmo tempo vejo que, a antiga pergunta foca muito mais no que não se pode fazer com o sexo, do que a beleza que existe na sexualidade maravilhosa que Deus criou.

Hoje, ao dizer que sexo fora do casamento é pecado não impedirá ninguém de viver sexualmente ativo com um parceiro ou uma parceira sem ser casado. Os valores foram trocados e se perdeu de vista que o sexo foi criado por Deus e, por ser criado por Deus, ele é maravilhoso e não precisa ser feito com culpa.

Assim, quando pensamos em uma vida sexual “vintage” as perguntas mais comuns perdem seu significado. Em vez de alguém perguntar se sexo fora do casamento é pecado, essa pessoa deveria perguntar, “Como posso honrar Deus com meu corpo?”. Em vez de dizer para o namorado(a) “todo mundo faz…”, o casal de namorado, ou cada um que quer agradar a Deus deveria perguntar um ao outro, “Como posso honrar a Deus, você e seu corpo neste relacionamento?”.

Assim, a razão para viver sexualmente puro antes do casamento é para agradar a Deus!

E não é porque fora disso seja pecado. Isto não impede ninguém de pecar. A razão maior para manter-se sexualmente puro é o desejo de agradar a Deus. A implicação é aceitar com alegria a própria sexualidade e seus desejos submetendo-os a Deus. Isto faz com que o amor venha antes do sexo e que por amor se saiba esperar. (Provérbios 5.1–23)

Sexualidade vintage significa viver o máximo da beleza da sexualidade criada por Deus no contexto da criação, no tempo de Deus, para usufruir-se da bênção do sexo onde cada um é amado incondicionalmente e não na base da performance.

Desafiando você a viver sua sexualidade de uma forma “vintage” na dependência de Deus…

Lisânias Moura, Pastor Senior

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.