A vida é peculiar

Oi oi gente!

Primeiramente quero dizer que…

A vida é peculiar.

Peculiar no sentido de estranha, confusa e difícil de compreender.

Quando você pensa que entendeu as regras do “Jogo da Vida”, você percebe que na verdade nem saiu do ponto de partida; você ainda está na casa de “Início”.

A vida é peculiar.

Peculiar porque as pessoas deixam de viver e passam a encenar. Deixam de curtir e passam a fingir.

Quem nunca se surpreendeu ao conhecer pessoalmente uma pessoa que só conhecia online? Eu já tive boas e más surpresas. E não digo em relacionamento, digo na vida profissional, na vida pessoal; simplesmente na vida.

A vida é peculiar.

Peculiar porque as pessoas que você achava que conhecia não passavam de fachadas. Quem nunca recebeu um rasteira de quem não imaginava? Isso é a vida.

Confesso que estou escrevendo esse texto com um turbilhão de sentimentos. Mas o mais forte no momento é o de decepção. Uma sensação de que tudo está errado e que é necessário mudar.

É bem provável que você não me conheça. Mas também é provável que você me conheça super bem (ou acha que me conhece).

A questão aqui é que cheguei em um ponto onde já deu.

Já deu de pessoas se aproveitando, já deu de pessoas passando a perna, já deu de pessoas inventando histórias, já deu de ficar escondido, já deu de ficar calado, já deu de tudo.

Dizem que pareço diplomata por me dar bem com todo mundo. Mas acho isso irônico porque com o tempo percebi que a gente pode até se dar bem com alguém, mas esse alguém pode não se dar bem com você.

Acho que está na hora de pessoas como eu aprender a serem diferentes. Não digo parar de se importar com os outros, apertar o botão “foda-se”; mas se importar também com nós mesmos.

Porque já dizia um grande filósofo:

If you can’t love yourself, how the hell you’re gonna love somebody else?

Assinado,

Lucas

PS: Essa carta foi escrita sem revisão, sem cuidado; simplesmente colocando pra fora o que o autor sente.