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Redes

Ingrid Borges — 20160858@ielusc.br

Meu dia a dia é louco e um tanto fora do horário. Acordo na hora do almoço, faço as minhas atividades acadêmicas e domésticas (sempre falho na parte doméstica). Minha jornada é rodeada pelos textos que preciso escrever e pelas conversas virtuais com as mais variadas pessoas. Entre uma coisa e outra, ou até mesmo durante, uso e abuso do meu celular. Abro todo e qualquer tipo de aplicativo.

A primeira coisa que faço ao acordar é abrir o WhatsApp para ver as mensagens que recebi durante a madrugada/manhã. Isso acontece automaticamente, como diz a letra de um funk que sempre ouço.

Não é difícil ver alguém com o seu mascote, eu sou dependente desse instrumento assim como muitos outros. Ouço música, socializo, me informo, vejo como estão alguns conhecidos através do Facebook ou Instagram, falo besteiras em 140 caracteres no Twitter e publico textos no meu perfil pessoal do Medium.

Atualmente, vários estabelecimentos comerciais disponibilizam Wi-Fi para seus clientes.

Com as minhas “andanças” no Face, percebi que há tempos sou surpreendida com discussões sobre como a maior rede social do planeta assimila o conteúdo que gostamos. Descobri a resposta após alguns cliques na web.

Para organizar o nosso perfil de uma maneira que nos agrade, “titio” Zuckerberg pensou em tudo: quando você utiliza o Facebook, algoritmos são criados com base nas nossas pesquisas e são eles que determinam o que aparecerá primeiro nos nossos feeds.

Algoritmos, segundo o Google, é um conjunto das regras e procedimentos lógicos perfeitamente definidos que levam à solução de um problema em um número finito de etapas. Ou seja, nossas buscas, visualizações, curtidas, comentários, stalker e todo tipo de atividade que fazemos por lá são computados e esses dados criam o nosso perfil de usuário.

Mas nem só do Facebook vive o homem. Quem, em 2017, não tem WhatsApp? Eu uso desde 2013. Ele é fundamental para minha rotina. Moro longe da minha família, sem ele seria mais difícil falar com todos que tenho saudade. É com o auxílio dele que me relaciono com os crushes (ou sou ignorada, depende de como anda minha sorte), amigos, colegas, professores, fontes (gíria jornalística para designar as pessoas que entrevisto) e até mesmo médicos.

Atualmente, vários estabelecimentos comerciais disponibilizam Wi-Fi para seus clientes. É mais uma estratégia para aumentar as vendas. Terminais de ônibus, shoppings, rodoviárias, aeroportos, faculdades, consultórios médicos, lojas e etc., quase sempre tem aquela plaquinha de “Wifi grátis”.

Viajo bastante de ônibus, ao chegar na rodoviária, meu celular conecta automático ao acesso à internet. Agora, por exemplo, estou voltando para casa, meu ônibus sai daqui a cinco minutos. Preciso correr, meu celular vai descarregar!

Fotos: Ingrid Borges

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