Como a DogHero me deu um rumo

Há dois anos e três meses estou envolvida em um projeto pelo qual sou apaixonada e acredito muito: a DogHero. Ele mudou minha vida de tantas formas que é difícil mensurar e até mesmo expor em palavras, mas dedico esse artigo a refletir minha trajetória nesses últimos anos.

Em 2015 eu estava no último ano do curso de História e tinha uma certeza: eu não estava pronta para lecionar. Diante das possibilidades que eu tinha em mãos, optei pela mais incerta, procurar algo totalmente diferente do que eu tinha feito até então, mas que eu pudesse minimamente impactar a vida das pessoas positivamente. Foi então que conheci a DogHero.

Vegetariana há mais de 10 anos e tutora de cachorrinhas e gatinhas adotadas, nada me brilhou os olhos como a DogHero. Nada! Mas, o que uma historiadora/estagiária em um Arquivo teria a oferecer a uma startup?

Bom, posso dizer — com certeza — que nem eu mesma sabia o que ser desafiada diariamente poderia desenvolver em mim como colaboradora e ser humano.

Quando entrei nessa jornada, eu trabalhava com aprovação de Anfitriões e atendimento. A área de Anfitriões estava muito voltada para a aprovação de novas pessoas, que na época constituía-se em analisar o perfil da pessoa e a conversa via telefone que fazíamos com ela, visando entender alguns aspectos mais a fundo e, então, diante de um framework, aprová-las ou não. Mas, vejam, éramos uma empresa de 12 pessoas, com pouco mais de um ano de idade e, por isso, esse era um processo que fazia sentido.

Porém, absorvendo muito do que os fundadores diziam, começamos a aprimorar a área e, ao mesmo tempo, comecei a desenvolver um interesse crescente na parte analítica da coisa e isso foi crucial.

Com o tempo, a área de Anfitriões pode expandir e se dividir em duas: uma mais voltada para preparação e treinamento e outra para análise de qualidade, da qual eu estou à frente.

A área de Qualidade começou a caminhar para um viés mais analítico em diversas instâncias, ou seja, desde aprimorar a entrada de quem se torna Anfitrião, até analisar constantemente o desempenho deles na plataforma. E, conforme as necessidades foram surgindo, eu fui me adaptando e absorvendo conhecimentos para poder amadurecer a área.

Esse processo só foi possível porque diariamente enfrentamos desafios. Não há uma semana tranquila, não há uma semana em que algo não nos incomode e nos inquiete a trazer melhorias. Parece que compactamos cinco anos de crescimento em dois. E diante disso, eu pude achar meu caminho. Diante de todas as adversidades eu encontrei o que gosto de fazer.

A possibilidade de poder mesclar o lado humano, a preocupação com o melhor para cachorrinhos (gatinhos, papagaios…), tutores e Anfitriões, com o lado analítico, de estar sempre olhando os números e refletindo sobre eles, me fez descobrir o que me motivava e o que eu queria para os próximos anos.

Aprendi algumas coisas estudando sozinha, aprendi tantas outras com o auxílio dos meus colegas de trabalho, ingressei em outra faculdade e constantemente estou buscando absorver conhecimento para poder auxiliar esse projeto que tanto amo.

Descobri, enfim, que não era minha formação que iria me definir, mas a minha vontade de fazer a DogHero dar certo, de poder levar essa ideia para cada cantinho do país (e do mundo) em que exista uma pessoa apaixonada por animais de estimação. Descobri que eu podia desenvolver em mim coisas que nem sabiam que existiam e que me completariam de uma forma ímpar. Descobri, enfim, que fazer o que a gente gosta é realmente a melhor coisa do mundo.

Time DogHero

Se você gosta de desafios e quer fazer parte desse time incrível também, dá uma olhadinhas nas nossas vagas em nosso Workable. Vem você para DogHero também ❤