Virgem
Sonho mais uma vez. Estamos em uma praça. Eu brinco com minha irmã pequena e você me olha, sentada no banco com sua amiga. Curiosa, fuxica com as pernas cruzadas. Como você é linda quando ri. Eu digo para minha irmã pequenina: dê boa noite pra moça, nanica. O que estamos fazendo na praça uma hora dessas? Minha irmã desaparece, enfim. Todos desaparecem, menos você. A luz solitária. Você está sedutora, alguns anos mais nova e um tanto mais linda com os cabelos ruivos. Diz que seu namorado lhe deixou porque comprou uma moto e se sentiu livre. Digo que ele é um idiota atormentado. Você avermelhada. Ele sempre foi um idiota. Quanto tempo de namoro? Pouco tempo. Nunca foderam? Que bom. Me abraça e sente meu pau sob minha bermuda. Fica colada em mim, sentindo a sensação dele pulsando perto do seu ventre. Inocentemente maliciosa. Fica com os olhos fechados, imaginando coisas. Eu simulo os movimentos de estar fodendo a sua boceta. Imagino como está sua calcinha. Você suspira culpada, com um pouco de medo porque vai foder pela primeira vez. Pergunto no seu ouvido: quer sentir ele dentro de você? Balança a cabeça que sim, sem me olhar. Encho minha mão aberta entre suas pernas para sentir seu short úmido. Solto os botões da sua camisa para chupar seus peitos, duros. Você olha bem nos meus olhos e me abraça forte. Desço seu short até os pés, e sua calcinha molhada como uma pata de camelo, até o joelho. Você fica ofegante, se sente vulnerável quase despida. Eu te chuparia agora, mas não. Você sobe um degrau porque é baixinha. Devagar, vou e volto pelo caminho da sua boceta, sem entrar. Você se esfrega no meu pau num ritmo desajeitado. Uma masturbação quase solitária, a pele toda arrepiada. Coloca a camisinha? Não, quero sentir sua pele. Não! Minha pele, sua pele. Sim, você se encaixa lentamente, sua boceta vai se abrindo aos poucos, está tão apertada. Vem abraçando meu pau. Você na ponta dos pés. O hímen resiste. Não me movo, e sussurro: desce. Você não desce, com medo. Ainda na ponta dos dedos. Se move pra lá e pra cá. Eu posso acabar com sua virgindade agora. Eu. Seu dono. Mas você me contém e continua a dança desajeitada. Sinto que sua boceta é minha casa, me envolve como se me chupasse para dentro da sua alma. Já não consigo controlar a pulsação, e gozo. Você se assusta, sente cada pulso do meu pau te preenchendo. Assustada. Olhos abertos. Excitada. Retoma seu movimento incompreensível. Olha meus olhos, me enfeitiça. Você ainda é virgem, baixinha, e meu pau ainda esta duro. Vamos acabar com isso de uma vez. Seguro sua bunda com as duas mãos, nossas linguas se enroscam como duas serpentes. Seu hímen se rompe e meu pau desliza pelo seu colo, até o fim. Você se sente repleta. Geme e sorri. Cansada da posição absurda, me deita no chão, na grama da praça. Suas pernas lambuzadas. Querem cavalgar sobre mim. Beija minha boca, encosta seus peitos no meu peito, vai pra frente e pra trás, colada, como se quisesse entrar no corpo. Eu quero me tornar um, dentro de você. Você se contrai enquanto eu seguro a sua bunda com força e beijo sua boca. Completamente conectados. Você sussura: vem, me fode e termina dentro de mim porque eu sou sua. Puxo seu cabelo, fodo, as últimas estocadas com fúria, como se fossem as últimas da minha vida e vejo você gozar o primeiro orgasmo da sua vida, junto ao meu. Tudo escurece. Deitada sobre mim, você chora.