Persona II

Acordei com o inferno na barriga, uma briga entre alguns demônios pra resolver quem faria mais barulho na periferia…
Busquei a mama soup e nada.
Agora alguns copos de café e os demônios já se intitularam pseudo-intelectuais… Jogando fumaça fora e esperando uma francesa passar.
Uma briga entre quem é o melhor filósofo e me esforço numa privada para acabar com isso.
Privação de dor porque o odor é insuportável.
A francesa de saia caminha, o perfume é caro, mas não é meu apenas voyeur baby.
Do sufoco quase sufoco meu corpo com o doce desejo ardente pimenta quente escorre feito mel de abelhas. A paz reina no albergue e os candidatos chegaram a um acordo de unirem forças para vencê-lo.
A francesa de longe me observa e observo minha língua suja de líquido, cor de merda.
Vomito
Vomito
Vômito
Refresco meu corpo com leite quente e nem tente me dizer que minha vida anda confusa francesa de merda Francesca mulher crediário que manda e desmanda e comanda minhas contas.
Mas não minhas bocas
E como.
Porque é bom
Feito um bombom
E cuspo
Porque é sujo
Tipo impuro.
Mas o que me importa vinte mil vacas chorando no pasto com suas tetas chupadas.
Os patos inchados de tanto raros foi grés .
Os sapos costurados e transmutados em delicatessen exuberantes de brujos e cozinheiros zen contemporâneos.
As minhocas espremidas em quilos de burguers e copos de açúcar preto e potatos gordurosos batatosos recheados de molhos quiméricos das falanges infernais.
E os brindes!
Intrincadamente feitos e encaixados em zonas de exploração e pagos por centavos e vendidos por zilhões.
Enquanto transfiro parte do meu estomache e figaço para a lixeira e deposito meu esgoto dentro de qualquer parquinho de infância.
Crianças!
Não vou deixar se distraído por seu sexo distante anjo moreno luxo de Paris que me domina e comanda e anda por detrás de meus dejetos beliscando meu braço e sugerindo um pesadelo.
New World Ordem.
New Google Order.
New Order.
Peço que vocês deixem-me com a minha ignorância benção dos deuses seus diabinhos diabruras e canduras & Honduras paga quase nada por seus bonequinhos de guerra luxo para poucos; comida falta a muitos eu quero é bis.
Bisbilhoteiro.
Tiroteiro.
Na rua avenida praça urbana ciranda de bando de mendigos corre rumo as luzes dos bancos de dinheiro fiat, mas a bala é de verdade e fere e dói & choro por que papai não voltou.
E meu rim esquerdo parou.
Hordas de malandros espremendo músculos e roubando ósculos vaginais das moças putas casadas maltratadas pelo desejo de sexo todo dia.
Expulsando os demônios dos corpos frescuras doenças estranhas dos sujeitados a todo tipo de anonimato com manias excêntricas todo dia.
Confundido poder com patrão/padrão tipo bebador amargosto de sangue dos cassetetes/cacetadas com manchas de sangue todo dia.
Tiranos insanos vesanos sem sabor saboreie o mar, mas não pode esperar.
Espera sim.
Cartão sem débito conta fechada morte anunciada dor no parto parindo os dentes e os entes perdidos entre páginas de um caduco livro relógio cuco jogo fora compro depois.
Pois o meu fim atrasou;

