“Oi” e a comunicação com os iniciados da Tradição Alexandrina

Sempre que recebo mensagens nas redes sociais, estas são normalmente relacionadas ou com pedido de treinamento ou com pedido de informações. Estas mensagens invariavelmente começam por “Oi Karagan”. Esta interjeição é usada em contextos informais e normalmente é um substituto para o antigo “Olá” que é usado em contexto mais formal.

Uma comunicação com um iniciado da Tradição Alexandrina, em especial se for a primeira vez, deve de ser tratada como uma comunicação semi-formal. Assim, expressões como “Oi” ou “E aí?” não devem de ser usadas e devem de ser evitadas. Tal como numa comunicação com alguém que não conhecemos, a comunicação deve de ser feita de forma adequada à circunstância, neste caso um primeiro contacto. Normalmente, o iniciado não irá corrigir o ‘faux pas’, pois será igualmente deselegante fazê-lo. O que se vê será o iniciado usar a expressão correta, na esperança de que o seu interlocutor aprenda por exemplo e reproduza a mesma expressão.

Assim, o que se vê, ou melhor, o que se lê, será o iniciado utilizar uma expressão de introdução como por exemplo “Saudações…” seguido pelo nome do indivíduo ao qual este se dirige. Mais uma vez, se o indivíduo for de facto consciencioso e atento, este perceberá, através da comunicação do iniciado, que esta será uma boa expressão a utilizar na comunicação seguinte.

Iniciados da Tradição Alexandrina, em especial no Brasil na Linha de Queensberry, utilizam de forma regular a expressão “Saudações” como início de uma comunicação. Assim deverão também usá-la os que pretendem comunicar com os iniciados dessa linha, de forma a que as comunicações sejam feitas de forma suave e baseadas na boa educação e boas maneiras.
É essencial para uma comunicação que inclui intenções de integração no Corpo Sacerdotal, que já carregue em si essa mesma intensidade na forma como é escrita. Aprender a ver e a ler antes de escrever é, neste caso, essencial.


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