É hoje

Apenas essas duas palavras foram ditas antes da chamada ser terminada. Só duas palavras, mas com intensos significado e expectativa. Só duas palavras, mas eu entendi muito bem o que queriam dizer. Meu marido finalmente tava voltando da viagem de trabalho que fez há duas semanas. Eram duas semanas sem ver um ao outro. Duas semana sem transar. E nenhum de nós dois tinha intenção de segurar o tesão acumulado.

Do aeroporto pro nosso apartamento eram 20 minutos. Tomei um banho, passei o perfume que ele mais gostava e vesti uma cueca (e mais nada). Meu pau tava duro desde o instante em que escutei a voz grossa dele. Minha bunda formigava, como se soubesse que o pau dele logo ia entrar.

Quando escutei o barulho da chave destrancando a fechadura, fui rápido pra sala. E lá tava ele. Eu sorri, mas ele não. A camisa já fora desabotoada; provavelmente o fez enquanto subia as escadas. O peitoral musculoso me fez ficar ainda mais excitado. Ele fechou a porta atrás de si e avançou em minha direção. Me levantou do chão, agarrando forte a minha bunda, e me encostou na parede, beijando ferozmente o meu pescoço. A barba aparada e áspera roçava a minha pele e arrepiava a minha espinha. Eu gemia de prazer.

Ele me largou no chão e me virou contra a parede. Tirou a camisa e encostou o corpo dele no meu. Era a posição que eu mais gostava: ele por trás encostando o pau na minha bunda. “Hoje vai durar a noite inteira”, ele disse, no meu ouvido, alisando o meu torso. “Mal posso esperar”, respondi enquanto roçava minha bunda naquele pau marcado no jeans.

Segurando minha mão, ele me levou até o nosso quarto e me jogou na cama. Eu encostei meu rosto no colchão e empinei minha bunda; eu já sabia o que me esperava. Ele deu uma palmada forte de aviso e baixou minha cueca. Aquela língua sempre fez um ótimo trabalho e nesse dia não foi diferente. Gemi, arquejei, mordi o travesseiro e arranhei a colcha. Não conseguia falar de tanto prazer.

Terminando o cunete com um par de beijos, ele saiu da cama pra tirar o resto da roupa. Ainda com o rosto no colchão, eu o vi se despir; ele, que não deixava de me fitar nem por um segundo. Ele, então, se aproximou e eu me sentei no colchão. Segurando o pau, ele se postou à beira da cama e me encarou de cima. Nada precisava ser dito. Eu chupei a glande dele com lábios bem molhados; lambi aquele membro de cima a baixo; beijei as bolas e as coloquei uma por uma na boca. Ele gemia e massageava o meu cabelo.

Segurando a minha cabeça, ele foi metendo, com cuidado, na minha boca. Minha língua trabalhava pra receber aquela rola dura e quente. Eu olhava diretamente pra ele e ele pra mim. Se antes agia autoritário, naquele momento ele parecia suplicante e vulnerável.

Eu engoli aquela pica inteira várias vezes antes de ser puxado pra um beijo intenso e jogado novamente na cama; essa mistura de carinho e violência era uma coisa muito nossa. Empinando minha bunda e repousando meu rosto no colchão outra vez, eu fechei os olhos. Ele se ajoelhou atrás de mim e enfiou o pau bem devagar, segurando forte os meus quadris. Enquanto eu gemia, ele introduziu o pau até o final e seguiu empurrando meu corpo com o dele, como se quisesse que o pau entrasse ainda mais no meu cu.

Na mesma velocidade em que meteu a rola, ele a foi tirando, até deixar apenas a ponta da glande dentro de mim. Eu senti que naquele momento ele ia meter mais rápido e não estava errado: ele foi aumentando a velocidade até chegar o momento em que o barulho da minha bunda sento fodida ressoava pelo quarto. Eu gemia, ele também. Ele estapeava a minha bunda, eu gritava.

De repente, ele parou. Ofegamos por alguns segundos. Delicadamente, ele empurrou minhas costas pra baixo, me fazendo deitar inteiramente sobre a cama e, sem tirar o pau de mim, deitou sobre meu corpo; as pernas dele juntas entre as minhas abertas.

Primeiro devagar e depois aumentando gradativamente a velocidade, ele continuou me fodendo. Cheirando meu cabelo e respirando quente no meu pescoço, ele grunhia cada vez mais forte. “Eu tô quase lá”, ele disse no meu ouvido. “Goza dentro de mim”, foi a minha resposta. E ele gozou. E gritou. E durante os espasmos do seu orgasmo, meteu mais algumas vezes.

Depois de relaxar por alguns segundos, ele tombou o corpo pro lado e levou o meu junto. Deitando o meu corpo sobre o dele e com as suas pernas apoiando as minhas, ele permaneceu com o pau enterrado no meu cu. Com uma mão ele me masturbou e com a outra abraçou o meu corpo. “Goza pra mim, goza”, ele dizia enquanto eu gemia. Eu segurava os quadris dele embaixo dos meus quando gozei.

Ele lambuzou meu esperma por todo o meu tórax e me deixou relaxar por alguns segundos. O pau dele foi amolecendo e eventualmente saiu sozinho do meu cu. Eu me virei e nós ficamos admirando a feição um do outro, rindo. Ele segurou meu rosto suavemente e encostou os meus lábios nos dele.

“Eu te amo”, ele disse.

“Eu também te amo amo”, respondi. E fui sincero.

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