Juventude devassa

Foto: Mateus Aguiar

Essa foi a primeira vez que eu transei com um cara mais novo. Pra ser mais preciso, 10 anos mais novo e ainda um mês distante da maioridade. Fiquei meio receoso de aceitar a proposta no começo, mas depois pensei: por que não?

Confesso que não foi difícil ceder às insistências daquele garoto quando ele me mandou imagens mais íntimas no aplicativo de pegação, onde nos conhecemos. A primeira que recebi foi só uma modesta foto de cueca preta, mas já notei o seu corpo livre de pelos, daqueles que eu adoro beijar. A segunda já mostrava o pau ereto e eu logo fiquei tentado em colocá-lo inteiro na boca. A terceira mostrava o cu e, nossa, que cu; pequeno, apertado, rosado como a sua glande e seu escroto, que deixou minha língua pingando. Quando eu pedi uma quarta foto, ele disse que eu só veria mais se fosse pessoalmente. Esse garoto sabia provocar. E, obviamente, as provocações funcionaram já que eu estava indo ao seu encontro.

Ele morava com um amigo, mas que estava viajando pra algum evento da faculdade. De carro, a viagem durou 30 minutos. Quando estacionei na rua onde ficava o apartamento dele, meu pau já tava endurecendo. Mandei uma mensagem para avisá-lo que eu já havia chegado e ele veio me buscar. A primeira coisa que registrei foi a sua altura. Pelas fotos não dava pra saber que ele era só uns 10cm mais baixo que eu (e eu meço 1,90m).

“Oi”, ele disse, meio nervoso.

“Oi”, respondi.

“Tudo bem?”

“Sim. Você?”

“Também. E já vi que veio preparado”, e ele apontou pro volume grande na minha calça.

Ambos rimos e então ele me conduziu pro prédio em que morava. Seguindo atrás, eu via sua bunda marcar a calça jeans cinza que ele usava enquanto subia as escadas e imaginava como seria enchê-la de tapas e beijos. No quarto e último andar, ele abriu a primeira porta depois da escada e nós entramos.

Ele me ofereceu cerveja e alguns goles depois nós já estávamos nos pegando no sofá. Ele tirou a camisa e depois tirou a minha. Nossos torsos se encostaram e eu pude sentir sua barriga lisa no meu peitoral. Sob meus dedos, senti sua pele se arrepiar e tive certeza que era pela sensação dos pelos do meu corpo no dele. Quando já estávamos de cueca, depois de ele muito esfregar seu cu no meu pau absurdamente duro através do algodão da cueca, ele perguntou:

“Tá pronto pra comer um novinho louco de tesão?”

“Sim”, foi a minha resposta. “E você, tá pronto pra aguentar um macho dotado metendo de você?”

“Sim.”

E ele riu, lembrando de quando usou “macho dotado” pra me descrever quando eu mandei a primeira foto do meu pau.

“Mas será que você aguenta?”, questionei.

“Claro que aguento.”

Ele sorriu com malícia.

“Cuidado”, alertei, enquanto beijava seu pescoço. “Muitos se impressionam porque é grande, mas aí quando ele entra…”

“Vamos pro meu quarto e lá eu te mostro como eu aguento muito bem.”

Foi o que fizemos. No caminho até o quarto, nós tiramos nossas cuecas e as jogamos pelo chão. Eu me sentei na cama e ele se ajoelhou à minha frente, segurando meu pau na mão direita e dando uma lambida da base até a ponta, enquanto seus cabelos caídos faziam cócegas na minha virilha.

Depois de muito lamber, beijar as bolas e me masturbar com as duas mãos, ele se preparou pra engolir meu pau. Devagar, o membro foi entrando naquela boca quente, macia e molhada. Ele, porém, só conseguiu até a metade. Ele continuou chupando por mais um par de minutos, tentando engolir mais de mim, mas era muito grande pra ele aguentar.

“Se você não aguenta ele todo na boca, como vai aguentar ele todo no cu?”, perguntei.

Ele jogou os cabelos pra trás, deu uma risada e disse:

“A minha boca pode ser pequena, mas o meu cu não.”

“Hm, sei. Pela foto que mandou, eu vi que você é bem apertadinho.”

“Foto é uma coisa, pessoalmente é diferente.”

“Ah, é?”, desafiei.

Então, passei o dedo pelo meu pau, umedecendo-o com saliva, e estiquei meu braço para trás do corpo daquele garoto danado para acariciar seu cu. Nossas cabeças ficaram lado a lado, em direções contrárias, e bem próximo ao meu ouvido ele soltou um gemido agudo e surpreso.

“Viu?”, sussurrei. “Apertadinho.”

“Olha…”

Mas sua voz falhou. De olhos fechados, sentindo meu dedo médio circular pelas bordas do seu cu, ele tomou fôlego e disse:

“Lembra que eu te disse que morava com um amigo?”

“Lembro”, respondi, apreciando sua face corada de tanto prazer.

“Vamos dizer que ele é bem avantajado entre as pernas.”

Eu interrompi minhas carícias para olhá-lo com uma cara falsamente indignada.

“Safado!”, eu disse, rindo. “O que rola entre vocês?”

“Só sexo. Relaxa, a gente não namora.”

“E eu cheguei a pensar que você era só um menino inocente querendo viver novas experiências.”

“Eu posso bancar o menino inocente, se você quiser”, ele disse, mordendo o lábio inferior.

“Meninos inocentes obedecem ordens. Mas você ia gostar disso, né?”

“Como não gostar de receber ordens de um macho dotado e musculoso feito você?”

“Então, deita na cama e deixa a bunda empinada. Vou te dar um presente.”

Gemendo baixinho, ele recebeu várias lambidas e beijos no cu. Quando eu forcei a ponta da língua pra dentro, ele agarrou a colcha e piscou o cu. Quando eu rocei minha barba na sua bunda, ele se arrepiou e riu. Quando eu dei uma palmada forte, ele exclamou e pediu mais. Eu fui o macho mandão que ele queria.

“Me come, não aguento mais”, ele disse, quase arfante.

“Só se você implorar”, ordenei.

“Eu imploro. Me come, por favor.”

“Quer dar o cu, é?”

“Quero.”

“Quer levar minha pica grossa no seu cuzinho rosa?”

“Quero.”

“Então, pede.”

“Por favor, quero levar sua pica grossa no meu cuzinho rosa.”

Dando um último beijo no seu cu, me ajoelhei na cama e o fiz ficar na posição de frango assado. Enquanto eu passava o lubrificante, depois de ter colocado a camisinha, ele disse com a voz baixa, quase sussurrando:

“Me come como se eu fosse uma puta.”

“Não precisa nem pedir”, respondi.

E meti o pau nele. Devagar, e para minha surpresa, ele entrou inteiro. O lindo menino, então submisso a mim, gemeu alto. Rebolando meus quadris, fiz meu membro entrar e sair, no começo bem devagar, mas aumentando gradativamente de intensidade. Ele segurava o meu peitoral com as mãos macias e não parava de gemer.

Quando mudamos pra posição de papai-e-papai, eu decidi meter com mais força. Dei várias estocadas, fortes o suficiente pro som do impacto entre a minha virilha e bunda dele ecoar pelo quarto.

“Fala sacanagem pra mim”, ele disse com a voz falha.

Eu sorri. Estava adorando aquele momento, mas adorava ainda mais saber que ele também estava. Pensei como ele devia estar se sentindo. Talvez transando com um cara bem mais velho, sem os pais saberem, o faziam se sentir rebelde por transgredir as regras de bom filho. Talvez por estar sendo comido por um pau mais avantajado que a maioria, ele se sentisse safado em níveis extremos. Talvez recebendo ordens de um cara maior que ele, ele se sentisse submisso. Pensando em tudo isso, comecei:

“Você tá adorando isso, não é?”

Ele sorriu ao ver que eu aceitei a proposta dele e respondeu:

“Sim, tô adorando.”

“Tá gostando de ser arrombado por trás?”

“Sim!”

“Tá gostando dessa pica grande, grossa e cabeçuda feito a minha, não é?”

“Sim!”

“E eu tô metendo onde?”

Ele corou e respondeu em voz mais baixa que antes:

“No meu cuzinho rosa.”

“Você aprende rápido”, comentei no mesmo tom de voz, sem parar de meter.

Rimos.

“Sabe qual é a minha posição favorita?”, ele me perguntou.

“Aposto que sei.”

Fiz ele ficar de quatro à minha frente e me preparei para o grand finale. Passei mais lubrificante e, sem aviso, enfiei a pica até o talo. Ele gemeu alto, quase gritou, mas eu não me preocupei; se ele aguentou até aqui, iria aguentar o que eu tinha preparado pra ele. Agarrei ele pelos cabelos e meti sem pena naquela bunda já vermelha de tanto tapa.

“Tá gostando?”, eu perguntei, em voz alta e autoritária.

“Sim, muito”, ele respondeu.

“Isso é que é gostar de levar no cu.”

“Dar é muito bom”, ele disse, sorrindo.

“Então, toma mais.”

Ele gozou antes de mim. Bastou um toque no seu pau e ele gozou uma quantidade absurda de sêmen. Quando foi a minha vez, pediu pra que eu gozasse na boca dele. Um minuto depois, ele estava chupando a cabeça do meu pau, sugando todo o líquido que ainda saía.

Deitados na cama, recuperando o fôlego e misturando o suor de nossos corpos com o sêmen sobre a colcha, não pude deixar de comentar o quanto fiquei impressionado por um cu aparentemente tão pequeno e apertado aguentar a uma pica tão grande. Ele riu.

Uma pica tão grande, é? Que cara metido.”

“Vai dizer que 22 centímetros é pouco pra você?”, perguntei, também rindo.

“Realmente, é grande”, ele disse, olhando pro meu pau já mole. “E é bem grosso também.”

“Obrigado. Mas me responde, como um cuzinho desse aguenta uma pica dessa?”

“O meu amigo. Ele me treinou bem.”

Ele me olhou, como se estivesse prestes a compartilhar uma grande novidade, e me contou sua história com o amigo. Eles perderam a virgindade juntos, há 3 anos, e desde lá nunca deixaram de transar. Mas o amigo começara a namorar e eles decidiram parar. Inclusive, eu era apenas o segundo cara com quem ele havia transado.

“Como eu disse”, ele continuou, “ele também é muito dotado. Depois de tanto dar pra um pau tão grande, eu pude aguentar o seu muito bem. Não é qualquer pau que vai me fazer sofrer, mas admito que, no começo, você foi o desafio.”

“Quer dizer o meu é maior?”.

“Acho que o dele é um pouco mais comprido, mas o seu, com certeza, é mais grosso.”

“Mas ele tem mérito, acostumou seu cu a aguentar bastante coisa. Acho que se não fosse o dele, você não aguentaria o meu.”

Ele sorriu e olhou pro teto.

“E que tal se a partir de agora você passar a treinar comigo?”, sugeri.

Ele me olhou com um sorriso maior ainda e montou sobre o meu corpo. Nossos paus moles e escrotos se encontraram e ele apoiou as mãos sobre o meu tórax.

“Inclusive a gente pode treinar ainda hoje”, ele sugeriu.

“Com certeza”, eu disse enquanto o puxava para lhe dar um beijo.

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