Com Iago Souza (Presidente da Confederação Brasileira de Empresas Juniores) e Kalil El Kadri Monteiro (Secretário Geral da Junior Enterprise Global Council) no JEWC 2018.

Crescemos em rede sempre com e por meio de boas parcerias

Novos contatos e oportunidades demonstram a força das relações ganha-ganha

Quando pessoas de fora olham para dentro da Eureca, principalmente para seus membros, acredito que o primeiro sentimento é algo próximo à indignação. Longe de mim julgar ou culpar essas pessoas — talvez, inclusive, se estivesse do lado de fora, teria o mesmo sentimento -, até porque ao comparar as conquistas empreendidas versus a média de idade desse time (em torno de 24 anos), não é algo que se vê sempre por aí.

Grupo Anga: Eureca e Tribo.

Essa equipe cresceu, individualmente, sendo inspirada por autores e organizações brasileiras e de todo o mundo. Ao buscarmos mais referências sobre assuntos relacionados à, por exemplo, liderança, autores americanos e/ou europeus sempre foram nossos preferidos. Quando a pauta é inovação e tecnologia, além dos belos cases que temos no Brasil, voltávamos, novamente, ao exterior para fontes intermináveis de bons benchmarkings.

Esse leque de influências internacionais que carregamos enquanto time, obviamente, reverbera quando juntamos as pautas em torno do negócio. Nascemos, portanto, conversando não só sobre o impacto e como poderíamos aprender com os melhores no Brasil, mas, também, com os melhores do mundo.

Essa ambição positiva nos leva, portanto, a alguns lugares, que muitas vezes nos perguntamos: Será que vale à pena uma empresa, desse tamanho, se aventurar no exterior?

Bem, pretendo responder nos próximos parágrafos.


Eureca na Europa: propósitos e negócios em sintonia

Os últimos dez dias foram de intenso trabalho na França (ainda de ressaca pelo bicampeonato mundial de futebol — com razão, convenhamos).

Fomos convidados para palestrar no Encontro Mundial de Empresas Juniores e facilitar alguns momentos no Fórum Global de Empresas Juniores.

Inicialmente em Lyon, tivemos a oportunidade de compartilhar com os congressistas aquilo que estamos fazendo, alguns estudos que conduzimos no Brasil e a maneira como escolhemos nos diferenciar no mercado.

Destaco também a importância de facilitar momentos decisivos em um fórum formado por líderes de um movimento estudantil em seu país de origem. Isso nos traz visibilidade e abertura para novas oportunidades.

Por fim, percebemos que esses momentos de conexão com movimentos jovens internacionais nos garantem credibilidade em pautas institucionais e comerciais quando voltamos ao Brasil. Afinal, é grande o esforço para sermos a empresa mais próxima dos jovens, no Brasil e no mundo — e quão mais próximo ficamos, melhor os entendemos e melhores soluções desenhamos para eles e para as empresas.

De volta à capital francesa, uma agenda mais comercial e institucional nos esperava. Passamos por visitas à grandes organizações, reaproximação com contatos oriundos de uma viagem anterior e abertura de novas portas.

Tais agendas reafirmaram, sobretudo, os principais assuntos que estamos discutindo com nossos clientes no Brasil. Neste contexto, destaco dois tópicos:

1. O conhecimento transmitido pela Universidade não corresponde, em grande parte, aquilo que o mercado espera e precisa, o chamado skill gap;

2. Há um grande desafio das empresas em se conectarem com essa nova geração que está entrando no mercado de trabalho, não só pelo gap de habilidades, mas, também, por não conseguirem se diferenciar narrativamente: escritórios cools e coisas do tipo já não são suficientes para encantar e engajar o jovem.

Ainda sobre esse tópico, relembro o excelente texto sobre Youth Branding publicado em nosso blog:

Ser coerente com o que a sua organização é e o que ela acredita é o ponto de partida para atrair os jovens certos, que são movidos pelos mesmos valores que você. E que não haja decepção após ele começar uma jornada na sua empresa. Poder ter esse papo franco vai ser muito melhor que mostrar um escritório bonito e colorido, é mostrar que ele pode ser parte essencial do futuro dos seus negócios. Não tenha medo de expor e encontre os talentos ou novos clientes certos! — Carolina Utimura, Diretora Comercial do Grupo Anga.

Para fechar a viagem, nos encontramos com um parceiro sediado em Paris. Eles possuem o desejo de se aventurar no mercado brasileiro e nós, passando por um processo de transformação digital, de aprender como eles operam alguns de seus projetos em escala.

Essa sinergia nos deu força para encontrar um caminho em comum a fim de empreender um projeto com um grande cliente no Brasil que, coincidentemente, é um grande cliente para eles também na Europa. Todos ganham: negócio fechado!

Esse deal demonstra a essência de dois insights que cultivamos ao sair do Brasil:

(I) existe muita oportunidade para startups e scale-ups no exterior, basta termos paciência para esperar o retorno sobre o investimento e mapear as melhores oportunidades; e (II) negociações ganha-ganha podem e devem acontecer em qualquer lugar, a qualquer momento!

De volta ao Brasil, continuamos a jornada de aprender a empreender, sempre atentos às oportunidades e bons parceiros que queiram ir nessa com a gente.


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Sinta-se a vontade de me conectar via e-mail: douglas.souza@eureca.me ou pelo Linkedin: https://www.linkedin.com/in/douglassantsouza/

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