SAGA

Eu quero te contar o meu dia
E dizer que eu te vi meio assim de relance, mas não tive coragem de te falar

Coração bateu forte no peito
O sorriso é claro, brotou ligeiro
Mas a coragem? essa escondeu-se atrás de uma tela, rosto baixo em falsa distração.

Eu quando quero, espero
Até que o meu cerebro apite
E com clareza ele avise:
 — A ilusão cega

E aos poucos me amarrato
Nos silêncios me afasto
E as poucos te embargo

Era muito dificil
embaraçado
improvável

Ele tão amado
Tão adorado
E ela pobre moça
quase invisível
Se não é claro pelos defeitos
Que a sobrava por todos os lados
Tão atrapalhados
que não cabia
explicação

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