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        <title><![CDATA[Stories by Mateus Mendez on Medium]]></title>
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            <title>Stories by Mateus Mendez on Medium</title>
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            <title><![CDATA[OS OUTROS]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Mateus Mendez]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 19 Apr 2026 20:34:36 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2026-05-02T16:56:45.334Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/947/1*Npsma0Cxt9YAmr-jxSpq9g.jpeg" /></figure><p>“O que os outros irão pensar?”Essa é uma frase infiltrada dentro da grande maioria de nós, implicita na maioria das atitudes humanas. Outra frase irmã a essa é “O que irão fazer se eu agir assim?” Os outros são sempre uma grande preocupação. Esses outros podem ser pessoas do trabalho, da família, da grande mídia. “Os outros” é sempre muita gente. Gente de influência. Gente que pode nos prejudicar. Ou que podemos ferir. Quem são exatamente esses “outros” é sempre dificil definir. Mas eles estão lá, esperando ver o que iremos fazer. Ou se iremos fazer nada. Não fazer é um jeito de fazer e que também tem consequências. Vamos entrando na vida do mundo adulto a medida que nossas decisões envolvem cada vez mais pessoas além de nós. O outros são importantes. O que eu faço os afetará. E isso pode ser bom ou ruim. Existem aqueles que dizem “fod$#@m-se” os outros. Os malandrões. Badboys. Mas eles são tão ou mais carentes do que aqueles que consideram os outros relevantes no seu dia a dia. Estes que “não ligam para o que os outros dizem”, são como os ateus. Por que, da mesma forma que é prefiro muita fé para negar a Deus é preciso se preocupar muito com a opinião dos outros para tê-la como abjeta e descartável. Não viva numa prisão com medo do que os outros irão achar, pensar ou fazer. Mas é sábio considerá-los na equação da vida diaria.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=beaaeb61ca57" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[CAFÉ COM O DIABO]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Mateus Mendez]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 12 Apr 2026 19:10:49 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2026-04-12T19:10:49.211Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*yZFrC5JQDApmyKtFmHXHNw.png" /></figure><p>Eu não tenho problemas com o diabo. Não quer dizer que gosto dele ou aprove seus planos e seus métodos. Me refiro a não ter problemas no sentido de que ele é claro quanto a quem ele é. E quanto a seus objetivos. Afinal, ele é o diabo e não mente sobre não ser, mesmo sendo o pai da mentira. Ele cumpre o seu papel. E está tudo certo quanto a isso. Eu tomaria um café com ele e trocaria ideias tranquilamente, sabendo exatamente diante de quem estou sentado. Continua sendo perigoso, mas é autêntico. E autenticidade é algo raro em nossos dias: Culpa dele? Em parte sim. Mas o maior problema é andar com aqueles com quem não sabemos de fato quem são, por que na maioria dos casos, eles também não sabem. E não ter uma identidade definida abre precedente para você adquirir qualquer uma, o que torna você uma pessoa sem caráter. O que não quer dizer que há em em você um caráter bom ou ruim. Não. Você não tem nenhum dos dois. Ou tem ambos. Isso é ser sem caráter. E isso é perigoso para as pessoas à sua volta e para si mesmo. Você não conhece seu por que e seus limites. O que torna a linha de tudo ser permitido facilmente rompível. O que fazer? Tome um café consigo mesmo. Exponha-se. Tire os esqueletos do armario. Permita-se ser interrogado, pressionado. Até que do caos saia quem realmente você é.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=e6600e6283e5" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[DISTRAÇÕES]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Mateus Mendez]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 13:09:39 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2026-04-03T13:09:39.532Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/981/1*-_sJ3qFZqMtDo1-peZA4qA.png" /></figure><p>A falta de foco irá extinguir a raça humana. Vivemos um tempo em que as distrações não são apenas fenomenos sociais, mas quase algo diabólico. Somos pessoas que não prestam mais atenção em nada verdadeiramente. Vivemos distraidos, preocupados com algo só até a página 3. Qualquer movimento de luz ou sombra nos desvia. O diao distraiu Adão e Eva de suas naturezas e propósitos. E como deu muito certo, ele continua replicando isso ao longo das eras, em todas as bilhões de pessoas que já passaram e ainda mais nas que estão por aqui hoje. Viver distraido é ter um porque tão fraco que qualquer outra opção muda sua rota. E isso vale para tudo. Como dizia o Faustão, vale “tanto no pessoal quanto no profissional”. Estar distraido é queimar tempo a toa. É ter uma vida sem norte. É viver por viver. E isso é perigoso. Por que não sabemos quanto tempo temos. E, dado isso, sempre é prudente pensarmos que temos pouco tempo, justamente para não cairmos em distrações. Você sabe por que você existe? Acredite, começar a busca por responder essa pergunta irá evitar que distrações te impeçam de chegar aonde você precisa. O que tem chamado sua atenção e tomado mais seu tempo? Essa “coisa” é realmente importante ou está sabotando você?</p><p>Mateus Mendez</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=50374f9d3aa8" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[ERRE RÁPIDO.]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Mateus Mendez]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 12:05:30 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2026-04-03T13:23:46.940Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*cFK7-eccVtnsBW61E2A2bQ.png" /></figure><p>Cheguei aos 40 anos colecionando alguns erros que, olhando para trás, os tenho como absurdos. Onde o EU de hoje jamais os cometeria (será?). Mas, ao mesmo tempo, tenho que a vida não é completa sem duas coisas: O compartilhamento da vida com alguém (o que dá uma dor de cabeça desgraçada, mas é edificante) e os erros. Errar nunca é bem vindo, mas é pedagógico. E é preciso lidar bem com os erros. Errar é diferente de pecar. pecar é fazer merda sabendo que não é o certo. É ser fraco. Volátil. Errar é falhar por ignorância. Erramos desde o andar até o decidir. Errar é como respirar. Impossível não fazê-lo. E igualmente necessário ser feito com cuidado e atenção. Dá para errar menos. E errar apenas uma vez em determinada situação. Mais do que uma vez é estupidez, claro. Mas as vezes somos estupidos também. E é isso ai. Eu aprendi com a meia idade (e deu trabalho para entender!) que o mais importante é nos sentirmos confortáveis dentro de nós mesmos. Precisamos caber em nós, morar em nós de modo agradável. E não permitir que ninguém nos bagunce. E o erro muitas vezes vem para bagunçar. Mas ele também passa a desbagunçar algumas coisas, se o resssignificamos. É impossível aprender a “errar direito” mas é possível peneiras as situações, desdobrarmo-nos sobre o que ficou e entender melhor com isso sobre nós. Erre. Aceite. Avalie. Erre melhor. Mas erre rápido. Há muito a ser feito em pouco tempo nessa nossa vida sem muita explição que valha.</p><p>Mateus Mendez</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=e3c3ab92fd9a" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[O AMOR É UMA BOBAGEM]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Mateus Mendez]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 28 Feb 2026 12:58:58 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2026-04-03T12:22:48.357Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*mnUe_A3sJZ4BD9Sltl1zhg.png" /></figure><p>Com isso não digo que sou desacreditado do amor, ou que não o reconheço quando o vejo. Quando alguém diz isso, geralemente é um frustrado ou decepcionado. Não sou nenhuma coisa nem outra, apesar de ter vivido ambas as situações ao longo dos anos. Acredito e acredito que vou continuar acreditando que o amor na sua forma maíscula existe e é muito bem vindo, mas o que temos buscado são várias coisas parecidas com ele, mas só parecidas. O amor não é um sentimento. Isso precisa ficar claro. É um estilo de vida, uma mentalidade e um posicionamento. Amar é escolher ficar mesmo quando seria mais inteligente, do ponto de vista prático, não fazê-lo. Permaneço por que amo é uma das respostas mais identificadoras que localizam alguém que ama de verdade. Claro que muitos irão falar que ir embora, seja da pessoa ou da situação é um gesto de amor, amor próprio. Que é uma bobagem. Amor próprio não é amor, é auto preservação. Amor só é amor quando transborda para o outro, só acontece na relação com o outro. E dói. Dói por que não tem controle. E tentar controlar dói mais ainda. Por que é pesado. E coisas pesadas cansam de carregar. Amor é leve. Mudando esse status, não é amor. É alguma outra coisa. Empilhamos muitas coisas sobre o amor pensando ser amor e estar amando. Outra bobagem. Amor não tem vinculo material. Amor e o “véio da lancha” são coisas distintas. Quando você estiver amanda, você simplesmente subjetivamente vai sentir, subjetivamente vai agir e subjetivamente vai viver. Amor é subjetivo ao extremo. O que for dito sobre ele fora do âmbito da subjetividade, é uma bobagem.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=8e5b2aa3a247" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[O MESMO ODRE. O MESMO VINHO.]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Mateus Mendez]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 02 Jan 2026 13:27:23 GMT</pubDate>
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            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*COhPGcVLlZF8s2KHy6bseg.png" /></figure><p>Existe uma distinção entre tradição e repetição. Entra ano, sai ano e nós humanos, mantemos a repetição de gerar promessas que se diluiram em nada logo nos primeiros dias do novo calendário. Algumas delas são mais desejos subjetivos que projetos e desejos quando atingidos, perdem o seu por que de existirem. Então grande parte deles não são alcançados. Já projetos são mais pensados, debruçamos-nos mais sobre eles e a chance deles ocorrem é maior. Mas para grande massa de pessoas do mundo a virada de ano é uma ilusão confortável. Um motivo para comemorar a chance de elaborarmos desculpas mais sofisticadas para constinuarmos vivendo negligenciando o desáfio que de fato é entender-se, encontrar-se e ser relevante, e optando por vivermos no automático, carregando nas gostas as mesmas inquietações e frustrações das viradas de anos anteriores. A única “novidade” é que estamos um pouco mais perto da morte a cada ano que passa. A areia da ampulheta está em um nível um pouco mais baixo. É mentira dizer que continuamos os mesmos. Mudamos. Adquirimos mais histórias. Mais bagagens. Mais ou menos pessoas. Mas não vamos profundo em nós mesmos. Somos mais velhos. Mais experientes. Mas não melhores.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=be29cd9922ff" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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