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        <title><![CDATA[Stories by Rodrigo Becker on Medium]]></title>
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            <title>Stories by Rodrigo Becker on Medium</title>
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            <title><![CDATA[Ciclo da Mediocridade]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Rodrigo Becker]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 19 May 2019 23:06:46 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2019-05-19T23:06:46.371Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*i7rRcIc2t_9lyzNMzaHtzA.jpeg" /></figure><p>Partimos do seguinte conceito, para Espinosa, a vida com potência é o maior combustível para a <em>excelência</em>. Desta forma analisemos nossas ações em todas as áreas de nossas vidas e quantas delas tem sido impulsionadas pela potência de agir, na busca de apresentar o melhor que podemos ser? Quantos estão presos no ciclo da mediocridade?</p><p>Todos conhecem a história de Alexandre, o Grande, um ícone da antiguidade, pois conquistou o mundo antes de 30 anos de idade. Alexandre, O Grande não foi só um jovem da Macedônia, foi o senhor do Ocidente e o do Oriente e um dos sujeito mais rico de toda a história da humanidade. Mesmo nessa condição afirmava que não era o seu poder ou posses que o tornavam grande, mas seu conhecimento sobre o que é <em>excelência</em>.</p><p>Outro personagem que conhecido é de Alexandre, o Médio ou pelo menos nos identificamos em determinados momentos.</p><p>Alexandre era filho de um casal de comerciantes médios de Persépolis. Uma cidade que se localizava no atual Irã. Alexandre era o filho do meio e veio ao mundo nem muito gordo nem muito magro, nem alto nem baixo. Na infância, não se destacava nas brincadeiras com os amigos e tampouco se esforçava ser o melhor aluno da classe, mas também não era o pior. Quando jovem entrou para o exército e contentou-se em ficar na infantaria, pois era o grupo mais numeroso. Assim suas chances de ser chamado para liderar as tropas não seria grandes. Nos combates, ele preferia fiar nas fileiras do meio, pois desta forma entraria em campo quando a batalha já tivesse uma indicação de resultado. Seus colegas passaram a chama-lo de Alexandre, o Médio.</p><p>Nunca soube qual foi o destino final de Alexandre, o Médio pois ele desapareceu em meio a tantas guerras. Dizem que ele nunca chegou a morrer porque não queria subir aos céus e tampouco descer para o inferno, preferindo ficar vagando na terra. Influenciando pessoas e organizações.</p><p>Agora reflita sobre quantos colegas de sua classe eram médios?- nem era os melhores e tampouco os piores, quantos pais que não eram nem os melhores e nem os piores, ou até mesmo quantos amigos e relacionamentos que não eram nem os melhores e tampouco os piores, profissionais, empresas entre tantos outros exemplos podemos citar onde o padrão mediano se faz presente.</p><p>A mediocridade, se faz presente desde do momento que temos a consciência de que podemos fazer melhor do que apresentamos para o mundo. O ciclo da mediocridade está relacionado na soma de resultados e ações medianas.</p><p>Na verdade Alexandre, o Médio nunca existiu. Mesmo assim ele está em nós quando fazemos coisas medianas. Entendam que não é o ato de julgar alguém melhor ou pior que irá definir a qualidade, mas a ação por si só de buscar o melhor nas suas condições atuais que irá definir sua excelência.</p><p>Dentro desse contexto, o único observador é si próprio, exatamente como uma autorreflexão, uma autoanalise, não existindo intermediário para avaliar.</p><blockquote>Façamos da excelência uma nova prática diária e assim um hábito, agindo com maestria perante nós mesmos em todas as áreas de nossa vida e por consequência o sucesso e a qualidade de vida fará parte do nosso cotidiano.</blockquote><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=910187601231" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Seja Profissional de “Mercado”​]]></title>
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            <category><![CDATA[technology]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Rodrigo Becker]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 19 May 2019 22:33:14 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2019-05-19T22:33:14.436Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*pFHKyxijZcsSMiCqT3OM_g.jpeg" /></figure><p>Quando iniciamos nossas carreiras em nosso primeiro emprego, é muito comum queremos ser o profissional modelo da empresa, isso por sua vez é muito bom, nos esforçamos cada vez mais para sermos melhores no que fazemos, visando consequentemente sermos reconhecidos e assim atingir outros cargos e níveis de responsabilidade dentro da empresa e assim construirmos nossa “carreira profissional”. Mas até que ponto isso deixa de ser benéfico e passa a ser prejudicial? E atualmente o quanto isso tem surtido efeito para nossa satisfação e desejos profissionais?</p><p>O fato é que se você ainda pensa dessa forma, talvez ninguém tenha lhe falado, que o posicionamento profissional e das empresas nos últimos anos tem mudado drasticamente. Eu costumo dividir isso em dois modelos de posicionamento. Vejamos abaixo:</p><h3>O modelo tradicional (Analógico)</h3><p>Este modelo por sua vez, é modelo que todos nós conhecemos e aprendemos durante a nossa vida, no qual nossos pais e avós nos ensinaram, e deram como exemplo seu trabalho e sua carreira profissional. O que caracteriza o modelo tradicional é justamente seu “<strong><em>posicionamento</em></strong>”, onde você tinha empresas que operavam de forma totalmente manual, seus processos e sua organização era construídos sob uma visão metódica e repetitiva, não se podia contar com o apoio da tecnologia, até porque o uso de computadores eram mais voltado aos centro científicos e meios acadêmicos e internet ainda viria a se realidade ao passar dos anos.</p><p>A questão principal é que o conceito de produtividade estava vinculado totalmente ao modo operacional, e neste aspecto as empresas moldavam seus profissionais sob essa ótica, e por muito anos isso funcionou, talvez não dá forma mais eficiente mais funcionou. Você tinha profissionais totalmente operacionalizados em diversos níveis e cargos da empresa, incluindo até mesmo a diretoria, ou seja, o conceito de gestão ainda estava engessado a este único modelo. Logo construir uma carreira, partia do princípio que quanto mais você entendia dos processos operacionais da empresa mais você se tornava uma engrenagem de toda a operação e organização e consequentemente poderia alcançar outros níveis dentro dessa cadeia.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/500/1*jkzPoGGsgAMrsF2MiFgTQg.jpeg" /></figure><h3>Modelo experimental (Digital)</h3><p>Já modelo #digital, é ponto onde queria chegar, com o passar do tempo e o avanço da tecnologia, muitas coisas mudaram ou melhor se transformaram, em todos os cenários possíveis. O fenômeno de “<strong><em>Transformação Digital</em></strong>” vem acontecendo a pouco tempo, se pararmos pra pensar, questão de uma década, onde cara vez mais, a tecnologia tem nos mostrado seu ápice, transformando e quebrando muitos paradigmas que até então se estendiam por muitos anos.</p><p>Começamos a ter mais acesso a uma massa de informações diariamente, a nossa forma de consumir e produzir mudou, nossa cultura e as nossas gerações futuras estão se adaptando cada vez mais de forma acelerada a esse novo mundo digital, isso mostra um rompimento no tradicionalismo cultural, social e comportamental.</p><p>A forma como as empresas estão se estruturando e organizando, tem impactado e mudado a visão do mercado, por sua vez deixaram de operar sob a ótica operacional e sim experimental, ou seja, o foco não está em aumentar a produção e ou apenas oferecer os mesmo tipos de serviços, mas sim em trazer um conjunto de experiências que agreguem valor na entrega final. Essa questão toda de “experimental” muda não somente a visão como as empresas se comportam como também toda a sua estrutura organizacional. Com isso podemos entender o surgimento das diversas ferramentas e metodologias tais como: <em>Design Think</em>,<em> User Experience </em>(UX), <em>User interface</em>(UI), <em>Customer</em> Success (CS), <em>Customer Experience</em> (CX), Metodologias ágeis: como <em>Scrum</em>,<em> XP</em>, <em>Kanban</em>, entre muitas outras. Todas essas ferramentas e metodologias tem expressado o posicionamento do mercado e das empresas para conseguir adaptar-se a esse novo cenário, criando uma ruptura no modelo tradicional.</p><p>Entender os impactos desse modelo é fundamental, pois visto toda essas transformações, podemos concluir que o <em>midset</em> profissional mudou e se adaptou a esse novo cenário. O posicionamento profissional deixou de ser operacionalizado e ganhou mais destaque e importância dentro das organizações, adotamos um perfil de colaboração coletiva dentro de equipes e times a fim de transforma os negócios, e fortalecer parcerias, estamos mais presente e compartilhamos ideias em busca de soluções que atendam e agreguem valor aos negócios. Essa mudança comportamental impacta nossa forma de pensar, de organizar e gerenciar. Passamos a ser agentes transformadores que contribuem ativamente para surgimento de novas soluções resultando em um motor de inovação continua.</p><p>Vejamos os aspectos que são divergentes entre ambos os modelos, são gigantescos, que por sua vez são determinantes na formação do nosso posicionamento profissional em resposta a estas transformações. Pensar no modelo analógico, torna-se muitas vezes cômodo e pode até parecer mais seguro, mas na verdade isso nos torna incompatíveis como mercado, independe de nossa formação acadêmica e até mesmo das nossas experiencias profissionais, já construídas ao longo dos anos, o que cabe a nós é “<strong>Reinventar-se</strong>” continuamente, pois esse é o verbo do futuro e consequentemente das muitas oportunidades, que este novo cenário digital pode nos proporcionar e melhor que isso ter uma carreira exponencial e voltada para o mercado.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/720/1*44-cHnXo9i-tTkpP_ZahGw.jpeg" /></figure><blockquote>Cabe a você fazer a seguinte reflexão. Como tenho construído meu midset? De modo <strong>Analógico</strong> ou <strong>Digital</strong>?</blockquote><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=f6a6c2005ed4" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[O Profissional 360º]]></title>
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            <category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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            <category><![CDATA[profissional360]]></category>
            <category><![CDATA[intraempreendedorismo]]></category>
            <category><![CDATA[digital]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Rodrigo Becker]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 19 May 2019 21:59:09 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2019-05-19T22:37:20.060Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/698/1*ozDWR01W5ILuTsKYDkiJLw.jpeg" /></figure><p>Atualmente podemos visualizar um mercado cada vez mais competitivo, onde a busca pela colocação profissional tem sido um grande desafio. Mesmo possuindo diversos diplomas ou especializações, esses fatores não tem sido o quesito fundamental para e uma carreira sólida e de sucesso nas organizações. O que realmente as grandes empresas tanto procuram em um profissional?</p><p>As empresas têm procurado o “<em>Intraempreendedor</em>”, o profissional cujo próprio nome se refere, é o profissional que empreende dentro das empresas, que está disposto a inovar, criar, modificar processos, reduzir custos, desenvolvendo planos e ideias e colocando-as em prática no seu dia-a-dia nas organizações. O <em>intraempreendedor</em> está sempre preocupado e trabalhando em beneficio da organização, mesmo não sendo o “dono” da empresa. Sua visão é macro, entendendo quais os processos estão envolvidos e relacionados com sua função.</p><p>O maior diferencial do profissional comum para o “<em>Intraempreendedor</em>” está na sua visão 360º. Seu foco abrange a visão completa dos fluxos operacionais que estão relacionados com seu trabalho, o que lhe permite solucionar problemas e automatizar processos.</p><p>Há duas semanas participei de uma palestra pela escola IMPACTA, ministrada pelo fundador <em>Célio Antunes</em> e na sua abordagem ele explica e se refere ao “Profissional Completo” em seu livro “<em>Carreira 360 Graus</em>” ele sintetiza as qualidades para ser um intraempreendedor com uma carreira de sucesso.</p><p>Após realizar a leitura desse livro retirei um contexto muito interessante sobre os pilares que norteiam as características do profissional mais visado pelas empresas.</p><h3>Mire primeiro a qualidade</h3><p>Se a empresa em que você trabalha vem acertando no quesito qualidade, cabe a você colaborar para que ela só melhore. Você e todos os envolvidos devem estar alinhados dentro da mesma premissa de compromisso com o cliente.</p><h3>Mantenha o foco no cliente</h3><p>Um executivo empreendedor precisa saber que sem o cliente não existe empresa. É o cliente quem paga as contas, paga os salários, mantém a empresa de pé. Portanto, todos devem servi-lo. Se você pretende ter uma carreira brilhante no meio corporativo, precisa desenvolver essa visão quanto antes. Se nunca, jamais se esquecer de que a necessidade básica de qualquer empresa, seja ela produtos e/ ou serviços, é conquistar e manter seus clientes.</p><h3>Tenha sede por inovar</h3><p>Uma característica que identifica um empreendedor corporativo é a inquietude. Não se trata, contudo daquela inquietude de quem está insatisfeito com o trabalho. Pelo contrário. É a inquietude de quem sabe que, com o trabalho duro, pode transformar a empresa em um local melhor. <em>Intraempreendedores</em> têm sucesso quando consegue concretizar, por meio de suas ideias e seus projetos, essa vontade de mudança. Se você identifica um problema na sua empresa e simplesmente reclama sobre o assunto, não está tomando a atitude de um empreendedor corporativo. Agora, se você identifica o problema, encontra uma solução e apresenta um projeto para seu chefe, ai sim, está no caminho certo. O jeito mais simples e útil de empreender internamente é lançar um olhar crítico para como as coisas são feitas na empresa, identificar as falhas e encontrar soluções simples que possam em curto prazo. Quando um profissional age assim, os gestores ficam admirados e as chances de promoção e a satisfação pessoal crescem substancialmente.</p><h3>Amplie sua visão</h3><p>A visão macro faz com que o profissional entenda as nuances da empresa, consiga identificar quem são seus possíveis parceiros para um empreendimento, saiba qual é o melhor momento para tomar uma atitude e fazer uma proposta de inovação.</p><h3><strong>Estude mais e mais…</strong></h3><p>Se você quer se tornar o melhor em sua área de atuação, é importante se aprofundar. E isso significa estar sempre por dentro das novidades. Em um mundo como o nosso, em que as mudanças acontecem com uma velocidade espantosa, não dá para ficar por fora.</p><h3>Esbanje iniciativa</h3><p>Você pode ser o melhor da sua área, aquela pessoa que sabe de tudo, que está sempre atualizada e que vive fazendo cursos para ficar por dentro de todas as novidades. Isso é ótimo e essencial. Agora, se seu conhecimento ficar restrito a você mesmo, sua carreira não vai decolar. Além de ter muita “Expertise” técnica, um profissional só se destaca em uma empresa quando começa a demonstrar que puxa a responsabilidade para si. Só assim seu chefe, seus colegas e até pessoas de outros departamentos vão enxergar quem você é de fato.</p><p>A chave para o novo modelo “Profissional” se encontra no “<em>intraempreendedorismo”</em>, pratique essa habilidade e obtenha excelentes resultados na sua carreira profissional.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=6f0f13a24965" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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