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        <title><![CDATA[Stories by Yuri Souza Santos on Medium]]></title>
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            <title>Stories by Yuri Souza Santos on Medium</title>
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            <title><![CDATA[EVASIVAS IMPRODUTIVAS]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Yuri Souza Santos]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 10 Jan 2020 10:10:10 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-01-10T10:10:10.322Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/350/1*saqsOdJWbygucuyKvDyRCQ@2x.jpeg" /></figure><p>Considero falta de reflexão atos de censura. As opiniões das pessoas sobre determinados assuntos, são, no mais raso dos casos, um apanhado de indignações que são lançados sob a perspectiva que alguém teve de determinado objeto.</p><p>Se eu ler um livro e emitir uma opinião/crítica sobre ele, uma legião de leitores que tem certa afinidade ao autor, poderão vir e me encher de elogios pejorativos – sim. Talvez, dependendo da forma que eu possa interpretar aquilo ou até mesmo transformar em uma piada tal livro, seria, eu, alvo de processos e atos de boicote.</p><p>A liberdade de expressão foi outorgada ao Estado, pra este legislar por conta das reações do povo que não soube administrar isso em épocas passadas. Por isso, hoje, se me sinto indignado com algo, de forma que me torno incapaz de responder aquilo a altura, inicio um movimento ou movo um processo. Simplesmente pela incapacidade de reflexão e correspondência a altura.</p><p>Não entenda mal. Quando digo corresponder a altura, me refiro a produzir algo que combata aquilo como se vê na história. Livros eram escritos para combater teorias escritas, também, em livros. Escolas de pensamento degladiavam-se entre si, afim de obter, se não a concordância, ao menos o silêncio do alvo. Os pensamentos eram contrapostos e estes chegaram a nós como material de apoio nas universidades ou estudos auto-didata.</p><p>Engraçado isso, não? De fato. Hoje temos filósofos que por tédio ou auto-tratamento, escrevem livros de auto ajuda para indivíduos que tem medo. Esse tédio deve, ou deveria ser: “li sobre grandes debates ao longo da história, hoje o que me resta é escrever sobre como se viver bem”, afinal, viver bem tem a ver com não enfrentar aquilo que nos confronta.</p><p>Em resumo, temos o plano perfeito de sociedade covarde. Nadando nos extremos, temos de um lado aqueles que esbravejam, com unhas e dentes, para que o Estado tome as decisões por eles; do outro, aqueles que imploram para o Estado tomar providências que eles jamais poderão se mover pra tomar.</p><p>Estamos em uma cultura pobre. Ninguém sabe ofender bem para ofender sempre. Precisamos ser incisivos, não é? Claro, mas dentro de um portão, qualquer chihuahua late. A internet é o portão dos dependentes Estatais, o Estado é o dono da casa e adestra os cães desse canil.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=516d4e061a90" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[SOMOS TODOS IGUAIS]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Yuri Souza Santos]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 07 Jun 2019 22:11:07 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2019-06-07T22:11:07.815Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/500/1*suSpHrsm74D12ANbuKo2TQ.jpeg" /></figure><p>SOMOS TODOS IGUAIS</p><p>Iguais por dentro;<br>Iguais pelas ambições;<br>Iguais pelo afeto;<br>Iguais em motivações;</p><p>Iguais em querer o bem;<br>Iguais em fazer o mal;<br>Iguais, nisso também, <br>Em buscar o contrário do nosso natural.</p><p>Somos iguais em tudo,<br>Procurando a melhor descrição;<br>Iguais na necessidade,<br>Necessidade de regeneração.</p><p>Sozinhos não podemos.<br>Sem renúncia, sem reconciliação. <br>Somente através dEle:<br>Cristo, alcançamos a regeneração.</p><p>(escrito em 07/06/2015)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=342181a2e368" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[O MENOR É O MAIOR — Breve reflexão sobre a humildade (I)]]></title>
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            <category><![CDATA[humildade]]></category>
            <category><![CDATA[cristianismo]]></category>
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            <category><![CDATA[reflexao]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Yuri Souza Santos]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 30 Jan 2019 23:27:03 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2019-01-30T23:27:03.970Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h3>O MENOR É O MAIOR — Breve reflexão sobre a humildade (I)</h3><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/650/1*cKHW5ZGH2NNubFeUL5yOHw.jpeg" /><figcaption>“Jesus Lavando os Pés de Pedro” — Madox Brown (1821–1893)</figcaption></figure><p>À nós mortais, a necessidade de elevação é natural. O espirito clama. A humildade só surge a partir de uma elevação moral, na qual o espirito toca o céu à procura de seu Criador para apreender melhor sua condição terrena, somente assim, há a possibilidade de haver alguma humildade. Ao contemplar a pequenez da carne em meio ao universo de idéias o espirito traz consigo a consciência de si. É impossível haver humildade sem elevação. Pessoas no mesmo nível, que não dispuseram desse esforço, disputam entre si quem é melhor ou maior no Reino dos Céus. Entretanto, àqueles ao qual o Reino dos Céus veio já (ainda não) realizam a obra para a qual foram chamados agora e não pressupondo a estatura de outrem nas épocas vindouras. Afinal, Deus vê todos do mesmo tamanho, no Reino. E partindo dessa ideia, iluminamos o fato: o menor no Reino dos Céus é o maior aqui na terra.</p><p>(obs.: possivelmente haverá uma continuação)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=a19c1643eef0" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[QUEM MUITO SABE MUITO SOFRE]]></title>
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            <category><![CDATA[espiritualidade]]></category>
            <category><![CDATA[sofrimento]]></category>
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            <category><![CDATA[cotidiano]]></category>
            <category><![CDATA[vida-intelectual]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Yuri Souza Santos]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 23 Jan 2019 10:33:22 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2019-01-26T13:42:15.598Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/744/1*A0gyUCb-Sc06U4vk70yMZg.jpeg" /><figcaption>What Difference a Light Makes, Norman Rockwell (1925)</figcaption></figure><p>A medida que os estudos se prolongam, se aprofundam e se fazem cada vez mais necessários, certo abatimento sobrevém aqueles que buscam saber a causa das coisas ou as coisas das causas. Esse abatimento consiste em entender o mecanismo dos pensamentos e a possibilidade de mapear a origem de algumas opiniões e ações dos seres sobre outros.</p><p>A vida intelectual consiste estar sujeita a isso. Contudo diferente do que pensam os contristados espíritos que não se dispõe a esse trabalho, a vida intelectual em nada se separa da espiritual, antes se completa e atinge sua plenitude. Dado o abatimento, o espírito clama por elevação, moralmente falando. Assim como a azeitona é moída para estar pronta para ser colocada na candeia e iluminar as coisas em plena combustão, a quem muito se dedica ao saber, mais é moído, a espiritualidade nesse processo é a candeia, onde o azeite se torna combustível para criar essa chama que se eleva.</p><p>Que não haja menosprezo pelo saber, pelo conhecer. O espírito humilde reconhece esses passos e se torna feliz por ter onde repousar e produzir luz a quem está próximo, independente do choro do reconhecimento, sabe que há consolo.</p><p>Portanto, o preço da vida intelectual é saber que sua mente é humilhada, por natureza, porém, a recompensa é o ser bem aventurado que, através da Graça, bate essas asas em perfeita sincronia.</p><p>Quem muito sabe mais sofre para iluminar o caminho de quem já está ferido por estar perdido.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=33f720ac795b" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[SENSIBILIDADE EXÓTICA]]></title>
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            <category><![CDATA[sociedade]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Yuri Souza Santos]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 11 Dec 2018 13:22:05 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2018-12-11T13:28:39.511Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/726/1*4CtAgvcjYoB-cYb6Fqq4iw.jpeg" /><figcaption>Imagem: Saturno devorando um filho, de Francisco de Goya (pintura a óleo sobre reboco)</figcaption></figure><p>Há uma sensibilidade exótica permeando a sociedade como um todo, tanto a virtual quanto a real - tem sido necessário separar, infelizmente. Mas a sensibilidade em si não é o problema, até por que somos humanos e temos sentimentos e desses fluem a coparticipação das decisões de um modo geral, isto é, o sentimento com a razão; mente e coração, e por ai vai.</p><p>Vendo por este lado, não é de todo ruim a sensibilidade, ela abre o entendimento das pessoas para coisas que, as vezes ou quase sempre, passam por triviais. O que há de problemático em nisso é o &quot;exótico&quot;, explico - ou tento.</p><p>Toda vez que é-se apontado algum problema esse problema pode, em muitos casos, ser só seu. Algo do seu foro particular. Algo que você quer resolver, mas não tem forças. Daí, esbraveja-se esse problema aos quatro cantos em busca de &#39;apoiadores&#39;.</p><p>Cá está o resultado da junção de sensibilidade com o exotismo: falta de raciocínio. Esse é um dos maiores perigos. Quando a sensibilidade de foro particular se torna algo exótico em terras estranhas a de origem, isto é, em um &#39;eu coletivo&#39;, isso pode ferir o foro intimo de outras pessoas que pensam diferente, simplesmente pelo fato de pensarem.</p><p>Assim, a sensibilidade exótica pode aflorar um ódio coletivo sobre as pessoas que pensam diferente. Uma dor que se torna hostil. Ela se torna um revolver pronto para assassinar aquele que procurar dialogar racionalmente contra a superioridade do sentimentalismo coletivo.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=ea7a8c04bd06" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[TU ÉS]]></title>
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            <category><![CDATA[pensamentos-aleatorios]]></category>
            <category><![CDATA[existencialismo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Yuri Souza Santos]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 31 Oct 2018 02:15:05 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2018-10-31T02:15:05.899Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*pqF1g0edoiI8kcqvIq2AWQ.jpeg" /><figcaption>Sant’Agostino Nello Studio, Botticelli Ognissanti, 1480</figcaption></figure><p>Não vejo o futuro;<br>Não vejo o passado;</p><p>Estou cego.</p><p>Não ouço Tua voz;<br>Não ouço os amparos;</p><p>Estou surdo.</p><p>Não falo mais de nós;<br>Não falo em cuidado;</p><p>Estou mudo.</p><p>Não sei o que pensar de mim;<br>Não sei o que será no fim;</p><p>Minha mente está recalcitrada.</p><p>Mas Tu…</p><p>Tu vês o início e o fim;<br>Tu vês além de mim;</p><p>És Luz Eterna.</p><p>Tu ouve o grito de aflição;<br>Tu ouve os gemidos;</p><p>És Socorro.</p><p>Tu falas e tudo cria;<br>Tu falas e tempestades cessão;</p><p>És Trombeta Serena.</p><p>Tu és Trino;<br>Tu és harmoniosa canção;</p><p>Tua mente é insondável.</p><p>Tu és o Eu Sou<br>E eu, só sou eu em Ti.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=6709a0f1c3f6" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[ANACRONISMO]]></title>
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            <category><![CDATA[politica]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Yuri Souza Santos]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 02 Oct 2018 17:42:38 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2018-10-02T17:47:04.386Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/802/1*4vPXQwIqYcVgc40WCCJMqg.jpeg" /><figcaption>T-Rex Jet (Watterson)</figcaption></figure><p>Em meio aos turbilhões de ideias, opiniões e posições políticas na internet, os cristãos se veem ora acoados, ora em intensa necessidade de proclamar sua posição nesse caos, o que é normal, pois, possuímos de fato uma posição.<br> <br> É relevante verificar o apoio a partido A ou B, de qualquer lado da do espectro político, porém, ambos extremos. Qualquer que seja a escolha de meus amigos ou irmãos na fé, devo a eles o devido respeito.<br> <br> O que me assusta é o quão intensas as pessoas se tornam em defender ou justificar as coisas que falam ou fazem politicamente falando, usando a Bíblia e aqui entra minha reflexão a respeito de um anacronismo muito comum e que me coloca pra pensar: a associação do comunismo e socialismo com o cristianismo.<br> <br> Primeiro, o cristianismo é, antes de mais nada, uma forma de vida não uma teoria ou utopia (Atos 11:26) como se entende nos dias de hoje. Mas você pode me falar “Ah, mas o Brasil é cristão e os cristãos estão agindo de forma desonrosa com a mensagem de Jesus…” e coisa e tal. Mas não, o Brasil não é cristão, pois se o fosse, os valores cristãos estariam permeados na sociedade e não ideologias.<br> <br> Segundo, essa associação tem a ver com o cuidado com o próximo que sempre foi relatado na Bíblia, mas as pessoas só têm se lembrado disso — talvez seja a unica parte que eles leem — para apontar o dedo para o outro e dizer “Jesus não fez isso, você não é cristão?” Ou “Se Jesus voltasse agora, ele seria crucificado por esses ditos ‘cristãos’”, concordo, em ambas as partes, mas há quem aponta o dedo, este se esquece que a misericórdia desse mesmo Jesus — nosso Jesus, o Cristo — se estende para ambos, para o opressor que se arrepende ao oprimido que depende de Deus.</p><p>Terceiro, mas não menos importante: o Reino de Deus, o estilo de vida pregado e o cuidado e igualdade do ser humano perante Ele, relatado em Romanos e no próprio evangelho de Jesus, é maior e mais eficaz que qualquer estadismo criado aqui na terra. Ele está sobre todos os povos e nações com usa forte mão. Inclusive, — veja só! — sobre o Brasil.</p><p>Portando, isso leva a me fazer considerar qualquer tipo de comparação política e ideológica anacrônica ao que o Jesus era, é e sempre será. O perigo de se acentuar tais coisas é tanto para o que insinua quanto para os que ouvem e acreditam. Digo e repito: Jesus não se reduz a qualquer posição política, Ele, Seu Reino e Seu Poder é maior e está sobre todas, TODAS, estas coisas.</p><p>Cuidado com as declarações, cuidado com o posicionamento extravagante por candidatos, cuidado para não diminuir um em detrimento do outro, pois TODOS somos criados à imagem de Deus. E quando isso é praticado, o cristianismo deixa de ser uma mera “religião”, esse espantalho que todos, até os não cristãos gostam de bater, mas ele se torna algo autêntico, vivo e real.</p><p>Após votar no próximo dia 07, tenha em mente Romanos 13 e que, no mais, tudo seja entregue nas mãos de Deus.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=d936e3b420a8" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[A PAZ VIRÁ DE UM CONFLITO]]></title>
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            <category><![CDATA[linguagem]]></category>
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            <category><![CDATA[deus]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Yuri Souza Santos]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 16 Jul 2018 18:14:30 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2018-07-17T12:54:12.233Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/712/1*D0HWDY90T4zvpEhtmbPF6g.jpeg" /><figcaption>Tempestade no mar da galileia, Rembrandt, 1633 — óleo sobre tela</figcaption></figure><p>Desde a criação do mundo há um conflito de bem e mal. Sempre houve o problema do mal como algo obscuro ou secreto do qual ninguém sabe origem ou do que se alimenta. Em contra partida, o bem, todos sabem o que é, todos sabem como ser bom e como aplicar essas coisas no dia-a-dia, pois, julgam-se bons. Ok. Respeito a opinião das pessoas e não estou tão interessado em desvendar qualquer tipo de ‘mistério’ tão pouco em desmerecer quem ‘faz o bem’.</p><p>O mal é um problema sério, mas ele nasce em nós, por natureza, sabe, como nascer respirando? É dessa forma. Está presente e é alimentado todos os dias nas redes sociais, por meio de discursos ditos de “paz”, que geram conflitos desnecessários para todos: ao que escreve e ao que lê. O mal está na superficialidade da leitura e na profundidade da aplicação. Explico:</p><p>Este texto o qual vos escrevo — à mim também — tem sua profundidade à começar pelo título. Porém, se lido na superficialidade ele gera dois tipos de reação, sendo 1) ler e pensar que devo conflitar com a opinião do outro para gerar “paz” (que na verdade é paz para mim, pois minha verdade é mais importante) e 2) ler e achar que a atitude correta é a passividade argumentativa, isto é, o mais sadio é não conversar com as pessoas sobre qualquer assunto, pois é a atitude mais sábia (que na verdade mostra que sou incapaz de dar a minha opinião sem te ofender, respeitando a sua e te ajudando a ponderar sobre as duas).</p><p>Incrível como essas duas coisas dizem muito sobre nós, não é mesmo? Mais incrível é ver que fazemos isso todos os dias em grau e intensidades diferentes. Com tudo que lemos ou praticamos.</p><p>Tá, mas como posso fazer essas coisas ou deixar de fazê-las entendidas dessa forma? Simples: com amor. Alguns dirão: “Ué, mas eu amo as pessoas, por isso as corrijo de tal forma para que elas se toquem e não façam mais” ou “Mas eu amo as pessoas, por isso evito discussões e assuntos complicados”. Eis um ciclo da interpretação superficial das coisas ao ponderamento sobre si — sobre suas práticas — equivocado.</p><p>Amar as pessoas está além de um dogma ou um silêncio de possível respeito. O ser humano vive de extremos: ou sou isso, ou sou aquilo; ou sou religioso demais, ou sou espiritualmente elevado; ou sou crente, ou sou do mundo. Em resumo: dualismo. Nisto se dá o título do texto: a paz virá de um conflito. Este conflito está na tentativa de manter, ceder ou equilibrar essas coisas. O conflito do saber com o executar. O conflito do reter com o compartilhar. O conflito da solidão com a solitude. Essas são apenas detalhes perto do conflito maior, em grau, do viver para mim e o viver para Deus: o conflito de seu eu com o Eu Sou.</p><p>Da Queda à Ascensão de Cristo há uma longa linha de tempo, na qual existe um Deus que dá mais uma chance ao homem de se redimir e viver no caminho certo (Deuteronômio exemplifica toda essa dinâmica). Em contrapartida, temos o homem sendo, em alguns momentos, o legislador que quer decidir quem pode entrar neste caminho (Mateus 23:13 e o livro de Jonas também exemplifica isso). Para agravar a situação, até aqueles, hoje em dia, que se dizem da paz e fazem o “bem” agem como os fariseus, pois limitam a linguagem de Deus ao seu espectro de raciocínio. Dado este conflito de pontos centrais, de problemas corriqueiros de nossas vidas, todos estamos fadados ao fracasso longe do Eu de Deus. E isso faz toda a diferença.</p><p>Encerro sem soluções, mas com essa musica/reflexão e oro para que nos aproximemos de Deus, para nos aproximar das pessoas que precisam dEle também:</p><p>“Eu vou perder essa vida que vivo aqui / Incerto se irei encontrá-la de novo no fim / E eu não prometo que essa é a solução / Mas não escolher é escolha / Como, então, viveremos?” — Os Arrais, ‘Instante’</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=f1b9a79bf68f" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[VIDA-ESCOLA]]></title>
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            <category><![CDATA[existencialismo]]></category>
            <category><![CDATA[vida]]></category>
            <category><![CDATA[reflexão]]></category>
            <category><![CDATA[poema]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Yuri Souza Santos]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 18 Jun 2018 23:32:48 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2018-06-18T23:32:48.199Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*pXcvGeRO08Dlur19mFuBuw.jpeg" /></figure><p>A vida é uma redação<br>escrita a caneta<br>Ditada por um professor<br>Exigindo pressa</p><p>A compreensão de cada palavra<br>É de livre interpretação<br>Mas sempre havemos de consultar<br>O colega que teve mais atenção</p><p>Cada letra perdida<br>Muda o sentido do texto<br>Toda lacuna em aberto<br>Clama por enxertos</p><p>Ao final, a esperança...<br>Esperança da correção<br>Juntando as perspectivas<br>Em uma só oração</p><p>A pressa da lugar ao conforto<br>O conforto a alegria<br>Da alegria o transbordo<br>Para encher outra vida.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=3598dc1ea80a" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[VOL-TEMOS AS ESCRITURAS]]></title>
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            <category><![CDATA[deus]]></category>
            <category><![CDATA[kierkegaard]]></category>
            <category><![CDATA[reflexao]]></category>
            <category><![CDATA[escritura]]></category>
            <category><![CDATA[cristianismo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Yuri Souza Santos]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 07 Jan 2018 19:27:26 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2018-01-07T21:23:57.579Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/960/1*xoUlMY5fnGMLpHBYqJSAZQ.jpeg" /></figure><blockquote>“ — Quando disserem a vocês: “Consultem os médiuns e os adivinhos, que sussurram e murmuram”, será que um povo não deveria consultar o seu Deus? […] À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, jamais verão a luz do alvorecer. “ Isaías 8:19‭-‬20</blockquote><p>Se não estivesse disposto a escrever sobre o tema sugerido, diria que a passagem de Isaías resume bem o título. Pontual. Um punhal. Porém, faz-se necessário um breve comentário sobre. Longe de ser definitivo — o assunto é abrangente — , muitos tem suas opiniões sobre. Desde já, as respeito. Sigamos.</p><p>Kierkegaard, certa vez, declarou que “o desespero humano é a morte para si mesmo”, este mesmo diz que “o desespero humano é uma doença até a morte”, seria ele um louco? Estaria romantizando as palavras de Cristo: “aquele que quiser salvar sua vida, perde-la-a; e aquele que perder sua vida por amor de mim, acha-la-a” (Mt 16:25)? Creio que não. Como um bom existencialista, ele propõe uma reflexão de dentro para fora. Com isso, é possível entender que Cristo propõe; em Kierkegaard ou em Paulo, refletirmos sobre isso: “examinai o homem a si mesmo. “</p><p>Mas o que isso tem a ver com o tema? Se lermos o texto de Isaías, novamente, iremos encontrar a resposta. Leia. Voltou? Sigamos.</p><p>Propus esse tema da forma que está escrito, mesmo, para entender o sentido ambíguo da palavra “voltemos”. Vou falar do primeiro que seria a ação.</p><p>Voltemos é um verbo que sugere a partida de um local, para sua origem. Bem simples, né? Eu sei, parece mesmo. O exercício acima de reler o texto de Isaías mostra com a mesma simplicidade a nossa necessidade de voltar ao texto e matar o “eu” para que “Ele” apareça. O ato de voltar, não é uma prática tão aceita na nossa sociedade progressista e pós-moderna pelo, também, simples fato de que o passado não importa “eis que tudo se fez novo”, não é mesmo? Lindo esse discurso, porém, fora de contexto é pretexto… Você sabe o resto.</p><p>Na tradição judaica, o ato de voltar ao texto era prática comum entre as famílias e o ensino das crianças que aprendiam a ler e decorar a Torá (o Pentateuco) o mais cedo possível. Na Bíblia podemos referenciar isso com as palavras “os nossos pais diziam”, “Deus prometeu aos nossos pais e aos profetas”, e a mais comum no Novo Testamento é “está escrito”. Pois bem, agora a leitura toma um norte. Voltemos ao texto de Isaías para melhor entender e sigamos.</p><p>Falei sobre a morte do eu, sobre o ato de voltar ao texto, mas isso não faz sentido algum se não explicar o que TEMOS.</p><p>Ter é um verbo transitivo, que pode significar, basicamente, possuir algo enquanto mudamos. Que loucura, não? Pois é.</p><p>Juntando tudo isso, o texto de Isaías ganha uma luz do alvorecer. O que quero dizer com isso? Vamos lá. O ato de morrer para si, faz com que tornemo-nos dependentes, somente, de coisas que estão externas a nós: pessoas, dinheiro, etc. Voltar ao texto, faz com que encontremos o Bem Maior, Aquele que nos Criou, O que É aquilo que Ele oferece: amor, paz, alegria, alimento, água, vida. Temos as sagradas escrituras para conduzir essa nova vida nEle, dependentes dEle, sempre voltando a Ele e o consultando. Não bastasse isso, Ele nos dá o Espírito Santo para nos ajudar nessa tarefa e intermediar nossas orações e estar em pleno relacionamento com Ele. Repetição de palavras, também é um forte da tradição Judaica (rs).</p><p>Essa luz do alvorecer tomou corpo e chegou até você. Em verbo, em palavra. O que mantém o contato íntimo entre o Criador e a Criação, são os preceitos que O Próprio determinou para nós. Não nós para Ele. Que ousadia seria isso. Mas tem gente que tenta. Não vem ao caso.</p><p>Se voltarmos agora ao texto base para essa explicação e meditar no que Deus falou através do profeta Isaías há a possibilidade de vermos a Luz do Alvorecer perante nós, aquecendo nossos corações. Conduzindo nossa vida.</p><p>Antes de terminar, é bom lembrar que posso estar errado em qualquer coisa que tenha dito, até porque sou humano, mas como um bom Cristão Bereano, consulte as escrituras e tire suas conclusões. É um desafio. Vinde e arrazoemos sobre estas coisas.</p><p>Portanto VOL-TEMOS as Escrituras, ao Evangelho, a Cristo.</p><p>nEle,</p><p>Paz!</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=8e754845f18c" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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