2016 foi, sem dúvidas, um grande ano para o Digital

Passamos cerca de 15% do nosso tempo diário acordados, nas mídias sociais, e em 89% dos casos, acessando a internet pelo mobile.

Assistimos comendo pipoca a disputa acirrada entre Instagram Stories e Snapchat, acompanhamos todas as atualizações feitas pelo Facebook, começando no início do ano com a implantação das reactions e ao longo dos meses com 360º, Live do Facebook e anúncio de Facebook VR.

Nos decepcionamos, mais uma vez, com as mudanças de algoritmo do Facebook e do seu feed de notícia, em uma tentativa para dar mais visibilidade para posts de família e amigos e menos de marcas e veículos.

Comentamos em tempo real grandes eventos desde a política até as Olimpíadas do Rio, cobrimos programas de TV instantaneamente, choramos a tragédia da Chape neste fim de ano, no Twitter.

Jogamos Pokémon Go e fomos cativados por sua realidade aumentada e ficamos de boca aberta ao saber o quanto os influenciadores ganharam neste ano. Aliás, que ano que fomos “influenciados digitalmente!”.

Vimos o WhatsApp ultrapassar todos os apps em números de usuários e a todo mundo enlouquecer quando ele saiu do ar. Ele também acabou o ano com “milhões” de novas atualizações.

Testemunhamos a mudança do visual do Instagram, ficamos felizes quando ele adicionou a opção de múltiplas contas, tristes com sua mudança de algoritmo e surpreendidos com o lançamento do Instagram para empresas e suas novas funcionalidades.

Nos divertimos com os filtros e geofiltros do Snapchat, recebemos a notícia que a empresa mudou de nome para Snap Inc. e lançou um óculos de sol capaz de gravar vídeos curtos e enviá-los diretamente à rede social.

Presenciamos o streaming invadir o mundo de vez, através do spotify, netflix, HBO Go, Fox Play, Telecine Play, Google play, entre outros.

Fomos telespectadores da guerra do milk shake de ovomaltine das marcas McDonalds e Bob’s, discurso que muitas outras marcas acabaram entrando. Tivemos que aguentar memes como “a serenidade no olhar”, “diferentona”, “bela, recatada e do lar”, “olha elaaa”, “tranquilo e favorável”, “lula PPT generator”, “porque você não amadurece”. Qual foi o pior ou o melhor? Glória Pires diria: “Não sei opinar”.

Em 2016, o mobile virou primeira tela, notícias falsas “venderam” e sentimos a força da reação pública. O conteúdo continuou sendo rei, o crescimento dos vídeos perseverou, demos ainda mais valor às experiências e vivemos na pele os micro-momentos.

Entramos na era da comunicação customizada, personalizada e autêntica das marcas.

O que vem por aí em 2017?

Show your support

Clapping shows how much you appreciated Fantástico Mundo RP’s story.