Atendimento Humanizado: por que devemos falar sobre isso?

Empresas que investem nesse tipo de comunicação estão ganhando destaque no mercado

Estamos na “era digital” isso ninguém mais contesta há muito anos, mas o que vem fazendo a diferença em inúmeras empresas têm mais a ver com forma anterior de se comunicar, o famoso “face to face”. Acreditamos que também ninguém mais contesta, em especial nós RP’s, sobre a necessidade de um relacionamento próximo com nosso público, seja esse um cliente, prospect ou ainda um simpatizante da nossa marca ou empresa.

Apesar de parecer óbvio, nem todas as empresas têm em sua cultura um dos principais requisitos exigidos para o sucesso desse relacionamento, estamos falando de: empatia. Falando em entender e se posicionar pensando como o outro, quando as empresas, de fato, se colocam no lugar de seu cliente e assim pensam nele como único e fundamental para o sucesso.

Nesse sentido, chegamos ao principal ponto que queremos trazer hoje nesse texto: o atendimento humanizado.

Começamos falando em “era digital” (que certamente já tem outras denominações), mas o que isso tem a ver com o atendimento humanizado? TUDO. Afirmamos isso por que não faltam empresas com lindos sites institucionais, com 5 canais de comunicação diferentes (e ativos) nas redes sociais, com diferentes chats online e pontos de contato com o cliente, mas nada disso garante nenhuma posição de destaque no mercado, tudo isso que citamos aqui passou a ser obrigação de empresas e marcas dos mais diferentes portes e segmentos. O diferencial está no COMO FAZER. Mensagens prontas, atendentes com frases decoradas, secretárias eletrônicas não atendem a expectativa do público que está cansado de ser tratado como um número e que, muitas vezes, se comunica pela internet o dia inteiro. Ele só quer ser ouvido por outro ser humano…

- Minha empresa tem DOIS MILHÕES de seguidores. Mas quem são eles? Quais as perspectivas individuais desse mundo de pessoas?

Temos bons exemplos de empresas que estão fazendo algo a mais, fazendo diferente, utilizando-se de situações específicas para mostrar o quanto o atendimento humanizado pode ser saudável para uma empresa, lembramos de Nubank, Méliuz e Paris 6, que tiveram cases amplamente divulgados recentemente.

O Paris 6 por exemplo, bombou na internet há poucas semanas, tratando de forma muito empática e humana o caso envolvendo uma jovem em frente a um de seus restaurantes. Chovia muito e a moça teve dificuldades ao atravessar a rua e chegar no estabelecimento, quando o vídeo desse momento foi pra rede, a repercussão foi gigantesca. Entre piadas, comentários positivos e negativos, o Paris 6 podia, simplesmente, ter ignorado, mas pelo contrário, a empresa se posicionou de forma assertiva ofertando à moça, protagonista do vídeo em questão, uma série de benefícios, bem como, enviou uma carta assinada pelo sócio-fundador da empresa. A repercussão gerada pela ação foi imensa e muito positiva, comprovando o quanto o atendimento humanizado faz sim a diferença e como o público está carente deste tipo de relacionamento.

Fazer mais do mesmo é sempre mais cômodo, mas pensar de maneira estratégica e personalizada é o nosso papel enquanto gestores da comunicação. Estar atento ao detalhe é o que sempre fará a diferença. Ações personalizadas terão cada vez mais valor no mercado. Então bora lá praticar o atendimento humanizado? Beijos e até a próxima.

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