Deus? Só visto: A primeira semana missionária do GBU

Um apanhado do “Deus? Só visto?”, a semana missionária organizada no Porto, Coimbra e Lisboa em março.

Uma conversa entre um um cristão (Manuel Rainho) e um ateu (Tomás Magalhães Carneiro) no Porto. (Foto: Alexandra Carmo)

A universidade está neste momento a moldar a visão do mundo da próxima geração de líderes em todas as áreas do conhecimento. É, por isso, um lugar estratégico para partilhar o evangelho. Com isso em mente, e aproveitando a celebração dos 500 anos da Reforma Protestante, o GBU organizou o “Deus? Só visto!”, três eventos em três cidades que trouxeram Deus para a conversa.

Uma palestra, uma conversa e um concerto abordaram o assunto da fé do ponto de vista intelectual, artístico e emocional. Na palestra sobre a historicidade de Jesus, dada pelo Manuel Rainho (professor de apologética no Seminário Teológico Baptista) com base na sua investigação de anos que produziu livros como O Misterioso Jesus, Rainho pediu aos estudantes que reconhecessem a importância da história ao estudar a personagem e as alegações de Jesus, e principalmente na explicação de uma fé alicerçada na sua morte e ressurreição como factos históricos. Na conversa entre um cristão e um ateu foram discutidas a natureza da fé, o papel da dúvida e a necessidade de diálogo entre todas as partes, e explorados pontos de concordância e de discórdia. No concerto, o Jónatas Pires (vocalista d’Os Pontos Negros) criou um ambiente de partilha sobre como a fé se vive no dia-a-dia.

Uma conversa entre um cristão (Manuel Rainho) e um ateu (João Carlos Silva), em Lisboa. (Foto: Catarina Abrantes)

Centenas de pessoas participaram nos três eventos e em atividades mais pequenas organizadas pelos vários grupos nos dias em questão. O “Deus? Só visto!” não passou despercebido na universidade: estudantes, membros da equipa e oradores foram entrevistados em Coimbra (Lugar da fé no quotidiano estudantil — a cabra) e no Porto (Afinal, cristãos e ateus podem estar lado a lado — JPN). Esta é a missão destes eventos: serem apenas o início de uma conversa sobre Deus, sobre o papel da fé na universidade e no dia-a-dia de cada estudante.