“Acabar de vez com a ideia que Rio Tinto é uma terra dormitório”
Nuno Fonseca apresentou oficialmente a candidatura do PS à reeleição à Presidência da Junta de Freguesia de Rio Tinto, Gondomar, no Dramático de Rio Tinto. No próximo mandato, Nuno Fonseca quer dar continuidade às políticas que visam a melhoria das condições de vida dos habitantes de Rio Tinto e acabar de vez com a “ideia pejorativa de que Rio Tinto é uma terra meramente dormitório”.

O projeto, assumido e vivido com emoção, colheu fortes aplausos a todos os candidatos socialistas de Gondomar às Autárquicas deste ano ali presentes.
Nesse sentido, ao longo dos últimos quatro anos já muitas medidas foram tomadas a nível da modernização de serviços administrativos e feitas muitas de obras que abrangem todas as camadas da população, entre as quais, a reabilitação da Quinta das Freiras como zona verde e de lazer, a Loja Social, o Banco Alimentar, o Parque Infantil da Cidade Jovem e a Universidade Sénior.
“Desde os meus 16 anos que todos os dias me preocupo com o bem-estar de Rio Tinto e de Gondomar”.
“Foram feitas obras em diversas escolas, corrigindo erros que se mantinham ou agravavam os problemas”, salientou Nuno Fonseca. “Fez-se a abertura do Centro Cultural de Rio Tinto, que de forma vergonhosa estava fechado há vários anos sem qualquer atividade” referiu ainda o candidato.
Para o próximo mandato, Nuno Fonseca anunciou que vão ser construidos mais parques infantis de forma a servir melhor as crianças todas as zonas da freguesia. E orgulha-se de ver avançar o Parque Urbano de Rio Tinto.

Pronto para a reeleição como Presidente da Junta de Freguesia de Rio Tinto, Nuno Fonseca vai continuar a fazer o que faz há muito tempo: “Desde os meus 16 anos que todos os dias me preocupo com o bem-estar de Rio Tinto e de Gondomar”.
“Parece que de repente voltaram cheios de dinheiro”
Já Marco Martins, candidato do PS à reeleição na Presidência na Câmara Municipal de Gondomar, escolheu a área da habitação para lembrar mais uma vez que conseguiu cumprir 85% do programa eleitoral apesar da herança de dívidas que herdou. Por isso, Marco Martins critica a candidatura de Valentim Loureiro. “Aqueles que nos deixaram 140 milhões de dívidas, parece que de repente voltaram cheios de dinheiro a plantar cogumelos verdes em cada rotunda cheios de ranço”. “Cumprir 100%, não posso, mas cumprimos 85% e com estas condições de 140 milhões de euros de dívidas, 400 milhões em tribunal e 22 milhões em condenações”.

Foi com estes números que Marco Martins começou a gerir a Câmara de Gondomar e, por isso, ao fim de quatro anos, lança uma questão: “Desafio que vão a qualquer Câmara, de qualquer partido aqui à volta e que de facto mostrem que cumpriram 85% do programa eleitoral”.
Sobre a habitação social, Marco Martins referiu que em Rio Tinto foi Nuno Fonseca que assumiu e resolveu a herança de ter que fazer obras que ficaram por fazer pelo anterior Executivo. “Há por aí quem diga que fizeram três mil casas. É verdade. Mas esqueceram-se de dizer que 60% do dinheiro receberam do Governo e 40% ficou por pagar, e que muitas casas ficaram a meter água”, referiu o candidato do PS. “Por isso temos de dizer que isso é passado e o nosso caminho é seguir em frente, o rumo certo e olhar para o futuro”.


