Amar é…

“O amor é paciente; o amor é benigno. Não é invejoso; não se vangloria, não se orgulha, não se porta com indecência, não busca os próprios interesses, não se enfurece, não guarda ressentimento do mal”. (1 Coríntios 13:4–5 — A21)

A tendência natural do ser humano é olhar para o espelho. Ou seja, se seguirmos nossos instintos, pensaremos somente em nós mesmos. O egocentrismo talvez seja o maior destruidor de casamentos que existe; ele produz impaciência, inveja, ofensas e mágoas. Se você deseja ter um casamento duradouro, deve lutar contra este instinto de “buscar sempre seus próprios interesses”. Em uma das mais belas e conhecidas descrições sobre o amor da bíblia, Paulo mostra que amar é exatamente o oposto de buscar seus interesses. Ou seja, amar é pensar primeiro no seu cônjuge, para depois pensar em você. E o que nós ganhamos se buscarmos a felicidade do outro em primeiro lugar? A resposta é: mais felicidade!

Por que você se casou? Nossas respostas normalmente começam com “por…” (porque ela me completa, ou porque ele me dá segurança). A partir de agora, tente pensar em respostas que comecem com “para” (para cuidar dela, ou para me dedicar a ele).

Você pode estar pensando: “Mas se você acabou de dizer que a tendência natural do ser humano é pensar apenas em si e que o egocentrismo é um grande destruidor de casamentos, como meu casamento pode sobreviver? Quem consegue amar assim?”. — Seu casamento irá sobreviver se você buscar amor na maior fonte de amor que existe. Você irá aprender sobre serviço, dedicação e generosidade somente quando conhecer o maior modelo de serviço, dedicação e generosidade que já existiu. Somente em Jesus Cristo. Não é à toa que para ilustrar o relacionamento ideal entre marido e esposa, a bíblia usa justamente o exemplo de Jesus e sua igreja (Ef. 5:22–27). Quando compreendemos o amor de Jesus, que buscou os nossos interesses em primeiro lugar e se entregou por nós, este amor irá transbordar e inundar nosso casamento.

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