Não vou jogar a toalha, Grêmio. Vocês vão?

Desculpem o atraso em escrever o jogo do Grêmio contra o Toluca. Não, não foi por falta de tempo. Foi por falta de estomago. Demorei 24h para conseguir digerir aquilo que vi na madrugada de quarta para quinta-feira.

Não foi só o Douglas, nós — gremistas — é que tomamos um soco da cara. Minha vontade pós-jogo era quebrar a televisão. Por isso essas 24h foram importantes para fazer uma análise de cabeça fria.

Sempre fui daqueles que nunca vê o copo totalmente cheio nem totalmente vazio. Não achei que o Grêmio tinha o melhor time da Libertadores após a chegada do Miller e nem vejo o Grêmio hoje como o pior time da Copa como muito dizem ai.

Nesse jogo faltou tudo ao Grêmio. Alguns jogadores que mantinham um boa regularidade também sucumbiram. Roger falhou. Faltou técnica, faltou tática, faltou pulmão. No Grêmio todos esses fatores podem faltar. Mas jamais pode faltar coração, espírito ou vontade de ganhar.

E isso também faltou.

Como falei não vou ver aquele jogo de forma isolada. Como se o copo além de vazio estivesse quebrado. A hora é de juntar os cacos, tirar lições e remobilizar. Jogadores não desaprenderam, o Roger não desaprendeu e a torcida não pode jogar a toalha por UM jogo. Eu não vou jogar.

Na Arena, dia 02, contra a LDU, peço que o coração do time esteja nas arquibancadas. E que seja como tantas outras vez em que quando faltou técnica, foi na força. Quando faltou tática, foi na vontade. Pode faltar tudo só não pode faltar a nossa vontade, o nosso grito e o nosso alento.

Como diz aquela música da Geral.

O Grêmio é da torcida, é da sua gente.

#SomosGremio