Comunicação Interna nas pequenas e médias empresas

Quando abriu a segunda filial da sua pequena rede de farmácias, Jorge sentiu que estava ficando cada vez mais difícil manter-se conectado ao dia a dia do negócio.

Antes acostumado a acompanhar de perto a rotina por detrás do balcão, agora ele se via inseguro quanto ao alinhamento entre as lojas, e não tinha mais certeza se seus funcionários ainda se sentiam à vontade pra trazerem as dificuldades encontradas no atendimento aos clientes.

Situações como essa são extremamente comuns nas empresas em expansão, mas esses problemas não são privilégio apenas de negócios emergentes, como o do Jorge. Organizações já consolidadas lidam, na maior parte do tempo, com a falta de informações da linha de frente para identificar lacunas e planejar o futuro do negócio. Tudo graças à falta de uma comunicação sistematizada e direta que conecte a estratégia à operação.

E “sistematizada” aqui não se refere a sistemas de informação engessados barra complexos barra dispendiosos. Ora, você não mata uma ratazana com uma bala de canhão: o mais lógico — o óbvio — é dimensionar as soluções de acordo com a realidade do seu negócio, e é aí que a Comunicação Interna pode mostrar-se extremamente eficaz por sua resiliência e versatilidade.

Imagine que os funcionários do exemplo sejam treinados pra registrar informações importantes em uma ferramenta simples e acessível (em muitos casos gratuita), sem que isso tome muito do seu tempo ou interfira na produtividade? E se o Jorge puder ainda aumentar a taxa de engajamento dos colaboradores, garantindo pequenas intervenções periódicas pra mostrar que ainda se lembra e se importa com cada um, fazendo assim a manutenção do senso de pertencimento?

Embora subestimada pelos pequenos, frequentemente pelos médios, uma boa Comunicação Interna pode ser a solução definitiva pra boa parte dos seus problemas. Envolva seus colaboradores, estruture os canais que têm a ver com eles, busque referências de como fazer. Apenas comece.