Megadeth — Dystopia (2016)

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Megadeth — Dystopia (2016)
Thrash Metal
EUA
Megadeth é uma banda formada por Dave Mustaine em 1983 na cidade de Los Angeles, na Califórnia (após Mustaine ter sido expulso do Metallica) e possui quinze álbuns de estúdio, sendo que o álbum “Dystopia” é o mais recente trabalho. Aliás está sendo lançado oficialmente hoje, mas muitas pessoas já ouviram, pois vazou há alguns dias na internet. Sem delongas este é sem dúvidas um grande álbum contendo muitas novidades e como já é de praxe na discografia do Megadeth, temos incríveis duelos de guitarras, no qual Mustaine dessa vez tem um grande parceiro ao seu lado, o nosso orgulho brasileiro Kiko Loureiro (tesouro), que participa efetivamente na composição de três faixas, começando pela “Post-American World”, que é bastante cadenciada, logo depois vem a vem “Poisonous Shadows”, que é uma das melhores faixas do álbum ao começar com um fantástico dedilhado de kiko no violão, além do impressionante trabalho feito pelo baterista Chris Adler (Lamb Of God), que mesmo não sendo um membro efetivo, realizou um grande trabalho e nesta faixa dá um show com seus matadores bumbos duplos e a música termina ao som de um belíssimo piano, com o Mustaine cantando quase falando, suspirando. E na última participação efetiva de Loureiro, temos a instrumental “Conquer… or Die!”, que mais uma vez trás Kiko tocando violão clássico na introdução e logo depois a faixa continua com uma clássica “guitarrada” de alto nível e muito comum nas faixas instrumentais que o Megadeth costuma fazer. Encerrando o álbum, temos as faixas “Melt The Ice Away”, cover da banda Budgie, que o abre o álbum “Impeckable” de 1978 e a “Foreign Policy”, faixa que está no álbum “The Record”, trabalho de estreia da também banda californiana de punk rock Fear, que é capitaneada por Lee Ving, que além de ser amigo pessoal de Mustaine, ambos participaram no projeto MD.45 e desta união saiu o álbum “The Craving”, que foi lançado em 1996. “Dystopia” é um álbum para agradar a gregos e troianos, mesmo não sendo tão rápido como os álbuns “United Abominations” e o “Endgame”, podemos assim dizer em curtas palavras, que este play pode até ser considerado um “Countdown to Extinction” deste século. Álbum pesado e astucioso!!