Acessibilidade na música

A 7 Up, marca americana de refrigerantes, criou um show musical desenhado para pessoas que perderam, ou nasceram sem, audição. Isso. É. Foda. Demais.

Como os caras fizeram isso? Eles criaram uma série de sensores e pequenas experiências que buscam transportar a música para ‘outros sentidos’. A ideia geral é bem simples: fazer quem não pode ouvir sentir a música.

Com isso fiquei pensando sobre os acessos e dificuldades que pessoas com deficiência auditiva tem com a música e como isso acaba excluindo-os de muitos rituais sociais tão comuns para a maior parte das pessoas. Sei da existência de aplicativos que ‘traduzem’ a música para vibrações e luzes, m aso que mais há de iniciativas que buscam levar acessibilidade para a música? Se você conhece algum projeto desse responda nesse email. Vou compilar todas as dicas e continuar uma busca e enviar tudo em uma próxima edição da Hipertricose.

7 Up — A concert for the deaf

Coisas bacanas pra ler

Um guia ilustrado de pedais de guitarra.
As composições musicais de Excel do Rivers Cuomo, do Weezer. 
Uma mãe anda espalhando os discos do filho falecido pelo mundo.
Está cientificamente comprovado que música ao vivo diminui o estresse.
Os números do Spotify no Brasil.
O grande motivo dos músicos não apoiarem mais os downloads ilegais. 
A matemática do MP3.

Coisas bacanas para ouvir

Não ao Futebol Moderno, banda de Porto Alegre que, além de ter um nome foda vem com um novo som — um pouco mais distante da pegadinha emo que a banda tinha anteriormente. Agora os caras buscam influências mais no shoegaze e em guitarrinhas à lá Mac DeMarco. Já saíram duas músicas do novo disco deles. Recomendamos.

Não ao Futebol Moderno
Janeiro
Cansado de Trampar