Estudando Hipnose com Rogério Castilho

Rogério Castilho e Marcos Baptista (Phill)

Ouça a narração deste texto no player acima.

Introdução

Explicar o que é a Hipnose é algo desafiador. Como disse Fábio Puentes na introdução de um antigo vídeo tutorial sobre auto-hipnose: “Uma boa forma de apresentar a hipnose é dizendo o que ela não é”.

Então é mais fácil dizer que hipnose: Não é sono — Não é Dom — Não é poder — Não é sobrenatural

Mas, afinal, o que é a hipnose, hein?

Apresentação

Saudações meu caro e minha cara ouvinte do HP News! Sejam bem-vindos a mais um episódio. Eu sou Marcos Baptista, mais e também menos conhecido como Phill.

O que você ouviu na introdução foi um trecho do áudio de hipnose para emagrecimento na voz de Rogério Castilho.

Hoje vou abordar novamente o tema, “o que é hipnose”; novamente, pois meu amigo Samej Spenser no episódio 01 aqui do HP News já o abordou sob outra perspectiva. O que é Hipnose daria uma série devido à sua diversidade.

Mais do que praticar, um dos meus grandes anseios era definir e compreender melhor o que é a Hipnose e na minha busca por este conhecimento me deparei com uma gama de explicações distintas. Neste percurso me deparei com o Professor Rogério Castilho. O que falarei neste episódio é uma compilação bem resumida do que aprendi sobre Hipnose, quanto à sua conceituação, nos cursos que fiz com o Professor.

O Professor Castilho já é figura conhecida e prestigiada entre os profissionais da Hipnose, mesmo assim, aqui vai uma breve apresentação.

O paulistano Rogério Castilho (que em março deste ano de 2018 completará 52 primaveras) é Psicólogo, Pós-graduado em Neurociência e também em Psicologia & Marketing, MBA em Recursos Humanos, Especialista em Hipnose Clínica, Practitioner, Master e Trainer em Programação NeuroLinguística (licenciado por Richard Bandler), Instrutor Internacional de Hipnose, Treinador de Alto Desempenho, Palestrante, Graduado em Comunicação Social — Jornalismo, entre outras muitas certificações e habilitações.

Prólogo

Antes de entramos no conceito do Professor, algumas peculiaridades.

Apesar do reconhecimento da Hipnose como um fato científico, bastante estudado e pesquisado, caso ainda não saiba, há uma variedade de teorias que definem “o que é a hipnose”. Teorias de hipnose como sendo ela “um estado”, “um processo”, teorias psicológicas, fisiológicas, enfim, acredito estar ainda longe de um consenso definitivo entre as várias correntes literárias.

Se você ouvinte tiver interesse, nosso amigo de grupo, (do Hipnose Prática no Telegram e Facebook), Fábio Carvalho (que também mantém um excelente podcast de sobre hipnose, o HypnoCast), fez um vídeo para o seu Canal no YouTube com o título, “Quais as teorias sobre hipnose”, muito interessante, explanando sobre a diversidade dessas teorias e dando ótimas iscas para quem quiser se aprofundar no assunto.

Confesso a você ouvinte que sempre fui mais adepto às teorias que classificam a Hipnose como um “Estado”, um estado psicológico peculiar. Frequentando os cursos do Professor Castilho, fui apresentado a uma teoria que ia de encontro às teorias de Estado, o que me causou certa dissonância cognitiva, pois, me deparei efetivamente com uma teoria de hipnose que a define como um “Processo”, a qual EU sempre torci o nariz.

Bom, mas entre Eu e o Professor Castilho em termos de conhecimento técnico, teórico e principalmente prático em hipnose, há entre nós, o melhor que posso dizer é: “um verdadeiro abismo que nos separa”, essa é a verdade, (tenho que comer muito arroz com feijão para chegar ao menos perto de sua experiência), sendo assim, o mínimo que eu deveria fazer era sentar e ouvir com atenção o que o Tio tinha a dizer. Foi o que fiz por um bom tempo e quando tenho oportunidade, ainda faço, pois o bicho gosta de estudar e quando retorno às suas aulas sempre volto com novidades.

Apresento agora para vocês um pouquinho do que entendi.

Primeira Parte

Vamos lá: começado então pela definição de hipnose:

“Hipnose é um processo que leva a um estado alterado de consciência, natural ou induzido, com um objetivo específico”.

Eu vou repetir para você degustar:

“Hipnose é um processo que leva a um estado alterado de consciência, natural ou induzido, com um objetivo específico”.

Retornaremos a este conceito mais adiante, onde iremos nos debruçar sobre ele no intuito de compreendê-lo melhor.

Se a Hipnose é um processo, o Professor ensina que este processo se dá em 5 (cinco) passos. São eles:

  1. Rapport;
  2. Indução;

3. Aprofundamento;

4. Utilização; e,

5. Integração.

Esclarecendo os cinco passos.

1. Rapport

Rapport é um conceito bastante usado na Psicologia e na PNL como técnica usada para criar uma sintonia e empatia com uma ou mais pessoas. Quando o Rapport é estabelecido há sincronicidade nas relações, através de atenção mútua (os envolvidos prestam atenção um ao outro), positividade mútua (o ambiente torna-se agradável) e coordenação mútua (há uma cooperação e certa sincronicidade entre as partes em Rapport).

Há pessoas com habilidade em nível de maestria para estabelecer Rapport, estes têm meio caminho andado para praticar hipnose, sendo o Rapport um ingrediente fundamental para o processo. Dificilmente você conseguirá hipnotizar uma pessoa que não vai com a sua cara, alguém que não gosta de você ou está com uma má impressão sobre você. Se não conseguir reverter este quadro estabelecendo Rapport, dificilmente vai rolar.

De forma prática, o Rapport, entre outras infinitas possibilidades, pode ser estabelecido apenas em uma boa explicação e esclarecimento do processo da hipnose, transmitindo neste momento, através de uma postura firme, confiança e tranquilidade ao seu interlocutor, antes de partir para a indução ao transe. Apenas um exemplo.

Resumindo… sem estabelecimento de um mínimo de Rapport você não hipnotiza ninguém, nem a si mesmo em auto-hipnose.

Você pode se perguntar:

— Como assim não ter Rapport comigo mesmo?

Você já ouviu falar em pessoas com baixa autoestima? Então, são pessoas que se depreciam, deformam sua autoimagem não só física, mas principalmente da sua personalidade, acabando com a autoconfiança e autoestima, são pessoas com grande dificuldade em estabelecer Rapport consigo mesmas, enfim… Só sobre Rapport já dá assunto para um outro Podcast.

2. Indução

Rogério Castilho apresenta a indução como o segundo passo conceitual no processo da hipnose. A indução é o transporte rumo ao “transe hipnótico”. (Guarde este termo, “o transe”, o qual falarei mais adiante.)

O Professor comenta de forma recorrente que há 1001 (mil e uma) maneiras de se induzir ao transe hipnótico. Ele ensina várias técnicas de indução, das clássicas e consagradas a suas variações mais modernas e sutis. Citando aqui algumas: Técnicas de indução ao transe por Relaxamento Progressivo — Técnicas de indução por Reversão do Olhar — Técnicas de Indução por Fixação do Olhar — Técnicas de Confusão Mental — Técnicas de Fracionamento — Técnicas de Quebra de Estado, muitas específicas de indução rápida, citando aqui algumas, Arm Pull, Hand Drop ou Slide Hand, Hand Shake, Clap Hand, entre outras tantas ensinadas; inclusive, o Professor ministra um workshop específico somente de induções hipnóticas.

A indução, na minha humilde opinião, é parte mais fácil do processo.

3. Aprofundamento

Bom, depois de induzir o transe hipnótico, vem o terceiro passo que é o “aprofundamento”, o qual é apresentado como uma intensificação de nível do transe, (“intensificação”). Ele explica que aprofundar é a metáfora mais recorrentemente utilizada. A dica do Professor aqui é: “Quanto mais, mais!”.

Quanto mais você ouve a minha voz, mais relaxado ou relaxada você fica…
Quanto mais você ouve a minha voz, mais profunda é a sensação de conforto que toma conta do seu corpo e da sua mente…
Quanto mais lento e profundamente você respirar, mais intensa será a sua concentração em seu interior…
— Isso… cada vez mais!

É ensinado também sobre os níveis de transe hipnótico: Hipnoidal, Leve, Médio, Profundo e Sonambúlico. Não vou explicar cada um deles aqui, para não esticar muito o tema, mas de forma bem objetiva: Em uma escala crescente, Hipnoidal é o estado mais raso, mais transitório e o Sonambúlico é o mais profundo de todos os estados do transe hipnótico. O Professor explica que o melhor nível de transe para trabalhar, principalmente em psicoterapias, é o “transe médio”.

Mas… para que aprofundar?

Quando se coloca uma pessoa em estado de transe hipnótico têm-se por base que a pessoa entra no nível Hipnoidal para o Leve. O Aprofundamento é para garantir que a pessoa possa atingir, no mínimo, um transe do nível Leve para o Médio, onde a resposta cognitiva será mais efetiva, obtendo-se um nível melhor de concentração na experiência do processo hipnótico.

4. Utilização

O quarto passo da lista é a “Utilização”.

Uma frase que ouvi várias vezes do Prof. Rogério Castilho e utilizo muito é: “Hipnotizar é fácil, o desafiador é saber o que fazer com a pessoa em transe!”. A Utilização trata justamente disso.

Por qual motivo você induz uma pessoa ao transe? Ou como gosta de perguntar o Professor… para quê?

Como você vai manejar este poderoso recurso cognitivo das pessoas, que é o transe hipnótico?

Eu coloco aqui até como uma questão polêmica, mas o Professor defende que se você apenas induziu uma pessoa ao transe e não fez mais nada, neste caso, não ocorreu hipnose. Dando um exemplo, se uma pessoa por si só fixar o olhar em um ponto na parede ou ponto específico qualquer na paisagem ela poderá obter o mesmo resultado que você obtém fazendo uma indução, ou seja, seu trabalho de indução, assim como uma simples fixação de olhar voluntária, apenas atingiu um estado de transe, mais nada.

O Professor defende que Hipnose é mais que isso. Também discutiremos esta questão mais adiante.

Na “Utilização”, há uma infinidade de procedimentos possíveis a serem trabalhados, desde sugestões positivas e agregadoras para o sujeito (entenda por sujeito: aquele que se permite, submete-se e se sujeita ao transe), tratamentos em psicoterapias, preparação para cirurgias, analgesias específicas, enfim, uma infinidade de usos práticos.

Como bem diz o Professor: Se você hipnotizar uma pessoa, faça um bem a ela. A Hipnose é um ótimo e poderoso recurso para ajudar as pessoas.

O passo da “Utilização”, não só responde o “para que”, mas também é quesito específico, especial, particular do processo chamado “Hipnose”.

5. Integração

Finalmente o quinto e último passo do processo, a “Integração”, que é trazer a pessoa do estado de transe para o estado de vigília, retirá-la do transe hipnótico, de forma segura, obtendo a certeza que ela saiu realmente do estado alterado de consciência. Este passo é muito importante, pois não sabemos o quão profundo a pessoa entrou em transe, pois a pessoa pode voltar com tontura, dor de cabeça, (a dor de cabeça é rara mais acontece), efeitos colaterais possivelmente por conta de uma má condução no passo da Integração.

É a integração da consciência, do “Eu”, com o ambiente externo.

Após percorrer os cinco passos, completa-se o ciclo, conclui-se o “Processo” chamado “Hipnose”.

Segunda Parte

Agora vamos retomar alguns assuntos que prometi falar posteriormente, começando com voltar à definição de hipnose do Professor Rogério Castilho.

“Hipnose é um processo que leva a um estado alterado de consciência, natural ou induzido, com um objetivo específico.”

Hipnose então é um processo, este processo se dá em cinco passos segundo o Professor, o qual já foi aqui apresentado, que leva a “UM” estado alterado de consciência… E paramos aqui na primeira vírgula do enunciado.

Você se lembra de que eu falei ser adepto das teorias de Hipnose como um estado? Então, aqui está a diferença de conceitos.

Se Hipnose não é um “estado” é um processo, qual o nome do estado? Qual o nome do fenômeno? Do fenômeno que ocorre neste processo? Qual o nome?

Voltamos ao conceito do Professor, que menciona que a Hipnose leva a “UM Estado”, específico, peculiar, único e diferenciado de outros “estados alterados de consciência”.

E que estado é este?

Resposta: “O transe”, ou se preferir, “transe hipnótico”. Neste conceito, este é o “estado”, a Hipnose é o processo.

E por que estado alterado de consciência?

Consciência é a percepção do momento presente através dos sentidos, os cinco sentidos que aprendeu na escola, visão, audição, olfato, paladar e tato, então dizemos estar consciente aquele que está percebendo o ambiente a sua volta, em pleno contato e percepção do mundo exterior. Existem vários “estados alterados de consciência”, estados estes que, obviamente, alteram a nossa consciência, alteram a nossa percepção, mas não nos tira dela, ou melhor, não deixamos de estar conscientes mesmo com a alteração de estado ao qual estamos envoltos.

Por exemplo, quando você está no extremo, no auge da raiva, do estado de choque, do medo, da euforia, da ansiedade, enfim, você permanece consciente, porém, há uma “alteração” cognitiva que altera, inclusive, o seu comportamento. Você triste, comporta-se de uma maneira; eufórico, de outra.

Com o transe, ou você em transe, acontece o mesmo: permanecemos conscientes, podendo ocorrer assim também com os outros estados alterados mencionados, de você desfocar e deixar de perceber algum ou vários detalhes do ambiente a sua volta, porém, “há uma alteração na nossa percepção”. Mesmo não raras as vezes que ocorre a chamada “amnésia pós-transe”, onde você sai do transe e não se recorda de nada ou muito pouco do que ocorreu, ainda assim, não podemos dizer que não estávamos conscientes, com exceção do estado de transe sonambúlico, que já é outra história.

No conceito do Professor a Hipnose é o viés, é a ferramenta, o processo que vai não só conduzir a pessoa ao transe, através do 2º Passo explicado, a “Indução”, mas que também vai se “utilizar do transe hipnótico”, aí vem a segunda parte do conceito, “com um objetivo específico”. Se você pratica Hipnose é com um objetivo específico.

Para o Professor Rogério Castilho, não existe Hipnose “natural”, o que é natural é o transe hipnótico, que pode ocorrer de forma tanto natural, (ou seja, espontânea), ou induzida com objetivo prévio, no caso, com a Hipnose.

Para o professor a Hipnose não é natural, pois, ela faz parte de um processo estudado, sistematizado, aplicado e sendo possível ser explicado e replicado por outros. Enfim… Hipnose é um processo científico.

Lembra que pedi para você guardar a palavra “Transe”… então, Transe, ou se preferir, “Transe Hipnótico” é o fenômeno neurológico inerente a nós, seres humanos, e a Hipnose é o processo que induz e utiliza-se deste fenômeno.

Neste contexto o Professor responde uma pergunta recorrente: “Transe e Hipnose é a mesma coisa?” Dentro deste conceito, não!

Vamos pôr o conceito em prática então?

Vejamos algumas ocorrências de manifestações de transe hipnótico às quais vivenciamos no dia-a-dia utilizadas como exemplo pelos hipnólogos para explicar o fenômeno hipnótico, inclusive por nós aqui do HP News:

Quando entramos no banho e a temperatura da água fica agradável ao nosso, aí… 🌀

Quando no auge da leitura de um livro cuja história prende a nossa atenção, nos compenetramos mais na leitura, neste momento… 🌀

(Esta próxima eu gosto muito, a ouvi pela primeira vez com o Castilho).

Quando estamos dirigindo em um trajeto o qual já conhecemos bem e percebemos que chegamos ao nosso destino sem sequer que tenhamo-nos dado conta do trajeto percorrido, enquanto a gente foi levando multas pelo caminho… 🌀

Em todas estas situações, “entramos em transe”, ou se preferir, transe hipnótico!

Mas… O que ocorreu nestes exemplos citados foi Hipnose?

Bom, dentro deste conceito que estamos degustando, “não, não ocorreu Hipnose”.

O que houve nos eventos citados foi transe espontâneo, de ocorrência natural, pois, você não vai tomar banho para entrar em transe, mas para manter o asseio do seu corpo; você não lê um livro para entrar em transe, mesmo que este seja de hipnose, você lê para ter conhecimento do seu conteúdo; você não dirige um veículo para entrar em transe, você dirige para chegar a um lugar específico. Em todos estes exemplos geralmente ocorre o chamado transe de nível leve, que ocorre de forma espontânea devido às circunstâncias e os mecanismos cognitivos envolvidos nas práticas, principalmente pela abstração do momento, que chamamos entrar em “piloto automático”, ou seja, estar realizando uma prática a qual se tem pleno domínio, não precisando de uma atenção concentrada para realizar aquela atividade, então você se abstrai. Mas hipnose não ocorreu.

E a Auto-Hipnose? Como fica neste contexto?

O conceito de auto-hipnose diferencia-se da hipnose já pela nomenclatura, óbvio, e também pelo processo. Além da nomenclatura já ser autoexplicativa, a prática da hipnose sendo você o(a) facilitador(a) e condutor(a) do seu próprio transe hipnótico… Auto-hipnose!

Então há diferenciação quando se refere também aos cinco passos do processo de Hipnose, porém a auto-hipnose é uma programação, você se posicionará e induzirá sua mente para atingir o transe, sendo feito o processo de Aprofundamento, Utilização e Integração em uma programação prévia, através de sugestões e condicionamentos também prévios, antes de se entrar efetivamente em transe. A Auto-Hipnose também não é um processo natural.

Exemplo: Após se sentar ou deitar-se em uma posição confortável, dirá a si mesmo… “Entro agora em processo de auto-hipnose, atingindo um estado de relaxamento profundo e prazeroso, com o intuito de utilizar a minha mente inconsciente para atingir o objetivo X e acordarei daqui X período, sentindo-me muito bem, alerta e revigorado…” Você repete isso algumas vezes mentalmente até que “apaga” e a mágica acontece.

Isto também nada mais é do que uma programação prévia com resultados premeditados, não ocorre de forma “natural”, também é um processo; inclusive, exige-se certa disciplina e treinamento para se adquirir condicionamento para a prática efetiva e obter resultados significativos. Com o tempo a Auto-Hipnose pode sim tornar-se uma prática natural, mas como disse, com o tempo, assim como o Samej que entra em Auto-Hipnose e consegue resultados de analgesia em segundos.

O Professor Castilho apresenta a Hipnose como um processo Sistêmico, o qual abrange todas as partes envolvidas, onde mente e corpo fazem parte do mesmo sistema.

O professor não apresenta esse conceito de hipnose como a sua nova invenção da roda, ou para dar mais um sobrenome para a hipnose e adquirir patentes e direitos autorais, ele deixa claro que este conceito de hipnose como um processo é muito antigo e que ele apenas sistematizou e organizou vários conceitos da literatura e através de seus muitos anos de estudo dedicados ao tema, para facilitar o entendimento e o aprendizado dos seus alunos.

Conclusão

E a você que teve a paciência de me aturar até aqui, para o seu alento, concluímos sobre a definição de Hipnose do Professor Rogério Castilho… “Hipnose: um Processo Sistêmico”.

Deixando bem claro a você ouvinte que falo neste episódio por mim, como aluno que frequentou os cursos do Professor Rogério Castilho. Entenda este episódio como uma prova, uma sabatina, sei lá, ou algo parecido no qual exponho apenas o que entendi das aulas; neste contexto, posso tirar uma nota que vai de 0 a 10. Não falo pelo Rogério Castilho, autorizado por ele, estou aqui apenas colocando minha conta em risco através das minhas impressões.

Encerramento

Qualquer dúvida que você tiver sobre o que foi falado neste episódio pode inclusive procurar o próprio Professor Rogério Castilho. Ele é bastante ativo nas redes sociais sendo muito fácil encontrá-lo, basta pesquisar pelo seu nome e você o encontrará na rede através do Instagram, Facebook, Twitter, YouTube e também no seu site profissional, adivinha o endereço web?! E se tiver a oportunidade e interesse também pode fazer os seus cursos, os quais ele ministra em todas as regiões do Brasil, pois o que foi falado aqui é um “quase nada” perto do que por ele é ensinado.

Este episódio também teve o intuito de prestar uma singela homenagem a quem tenho hoje como amigo, Rogério Castilho. Duas pessoas no mundo da Hipnose às quais tenho profunda gratidão são meus amigos Samej Spenser e Rogério Castilho, pois os dois me propiciaram vivenciar a hipnose para além dos livros, me expondo a novas experiências, contatos com outros tantos amigos e profissionais entre outras tantas oportunidades imensuráveis que tive através deles. Então, aqui vai o meu muito obrigado.

Com certeza, prestigiaremos outros também grandes profissionais do mundo da hipnose.

Com Samej Spenser na editoração e edição de áudio, Eu, Marcos Baptista — Phill — na produção e apresentação, chegamos ao fim deste episódio para o HP News, hipnose ao pé do ouvido.

Ajudaram neste episódio figurando nas citações, Fabio Puentes, Fabio Carvalho, Samej Spenser e o Professor Rogério Castilho.

Lembre-se, você pode fazer parte do nosso grupo no Facebook, procure por Hipnose Prática ou acesse a descrição deste Podcast. Curta a nossa página oficial do HP News no Facebook podendo deixar lá também um comentário sobre este episódio ou de outros, críticas, elogios, sugestões, enfim, entra lá e fique à vontade.

A todos que me ouvem, o meu muito obrigado, um forte abraço hipnótico e o desejo que nosso próximo encontro seja em breve. Até lá! 😉



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