Padres e a Hipnoterapia

Padre Oscar durante a sessão na paróquia da Santa Cruz: os casos mais recorrentes são os de estresse, cansaço mental, ocorrências da infância, ansiedade e depressão. | Foto: Reprodução

A hipnoterapia ou hipnose, técnica natural que possibilita à pessoa solucionar os próprios problemas, vem sendo usada pela Igreja Católica para ajudar a curar depressão, traumas e outros males. Sessões de relaxamento também são outro recurso eficiente. A Organização Mundial de Saúde estima que em 2020 a depressão será uma das principais causas de incapacidade para o trabalho em todo o mundo, só superada pelas doenças cardíacas. Outro dado da OMS é que de cada 100 pessoas em todo o mundo 15 tiveram ou têm a doença.

Na paróquia Imaculado Coração de Maria, no bairro Santa Cruz, Pe. Oscar Clemente, com mestrado em Teologia Bíblica nos Estados Unidos e formação em Parapsicologia, atende uma média de 20 pessoas por semana. Desde que começou a estudar o assunto, em 2008, ele atendeu mais de 200 pessoas com resultados positivos.

Uma sessão apenas não basta. Pesquisa do psicólogo americano Alfred A. Barrios, PhD, publicada pela American Health Magazine, aponta que a psicanálise tem 38% de casos resolvidos em 600 sessões; a terapia comportamental, 72% de casos resolvidos em 22 sessões; a hipnoterapia tem 93% dos casos resolvidos em seis sessões.

No Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, o padre Dionísio Correia dos Santos, psicólogo formado pela UNIP, já atendeu mais de 6 mil pessoas nos últimos 20 anos, com atendimento no plantão psicológico e na sua clínica. Em Catanduva, o bispo Otacílio Luziano da Silva tem formação em Parapsicologia com o padre Oscar Quevedo, especialista no assunto, e pretende aplicar a técnica na sua diocese.

O atendimento na Santa Cruz é de segunda-feira a sábado. Padre Oscar terminou um curso de Hipnoterapia Ericksoniana, em Águas de São Pedro, ministrado em inglês por especialistas: Stephen Paul Adler, Jairo Mancilha, Berndt Stern, Robert Dilts e Fábio Puentes. A técnica foi criada pelo psiquiatra americano Milton Erickson, assim resumida: “um processo em que ajudamos as pessoas a utilizar suas próprias associações, memórias e potencial de vida para alcançar seus próprios objetivos terapêuticos”.

Pedro Lucas, de Mirassol: depois da primeira consulta, ele está dormindo uma hora a mais. | Foto: Reprodução

Como é a sessão

Na hipnoterapia, a sessão começa com um papo descontraído (se for homem, a conversa cai naturalmente no futebol) e passa-se ao relaxamento. Em seguida, aplica-se o “tapping”, (pancadinhas leves e ritmadas), nos joelhos do paciente, nos antebraços e nos dois lados da cabeça.

Acompanhando o ritmo, a pessoa é hipnotizada, mas não perde a consciência. O padre vai então dirigindo a conversa para o rumo do trauma ou problema que precisa ser resolvido. Ele sempre pede para a pessoa dimensionar o tamanho do problema usando as mãos que vão se abrindo até onde der. No fim, ele repete o pedido, e as mãos quase se juntam. Sinal que o problema ou trauma está sendo reduzido.

Na última quinta-feira, o bancário Pedro Lucas Cajuela, 28 anos, de Mirassol, passou por uma sessão com padre Oscar. Veio para falar da sua necessidade de foco na profissão: ele quer ser advogado, mas ainda não se encaminhou para tal, talvez por opiniões de familiares.

Mas durante o relaxamento e a hipnose, padre Oscar levou-o até um problema que o aflige desde os 15 anos: insônia. Com o tapping, o padre foi induzindo Pedro até uma idade em que ele passou a não dormir. “Vi a cena direitinho. A casa estava em reforma, e eu dormia no sofá da sala. O sono ficou tumultuado porque estava tudo fora de lugar na casa e eu custava a dormir. De manhãzinha, quando eu não aguentava mais e ia cochilar, os pedreiros chegavam e começava a barulheira. Revi tudo aquilo, o sofá no meio da sala, os pedreiros à minha esquerda”, contou Pedro, que nem foi ao padre Oscar para falar da dificuldade de dormir.

Desde aquela época, ele dorme só das 5 às 8 da manhã, mas nunca associou a insônia ao período da reforma da casa. Com tão poucas horas de descanso, ele vai trabalhar com a cabeça pesada de sono e muita informação simultânea no cérebro. “Fico pensando nas coisas de ontem para resolvê-las no dia seguinte. Fico sobrecarregado de informação. Aí não durmo, mesmo”. No dia seguinte, a reportagem ligou para Pedro: ele tinha dormido uma hora a mais.

Padre Quevedo inspirou bispo de Catanduva

Para o bispo de Catanduva, dom Otacílio Luziano da Silva, a Parapsicologia, (que engloba a hipnoterapia), é um recurso valioso para evangelizar. Ele tem formação com o padre Oscar Quevedo, no CLAP (Centro Latino Americano de Parapsicologia), em São Paulo, e já ajudou mais de 400 pessoas antes de ser ordenado bispo.

Padre Quevedo criou o CLAP para atender casos e estudar fenômenos paranormais, e sobretudo para desmistificar casos que o povo cria, principalmente as camadas mais incultas da sociedade. Quevedo é um religioso crítico, sempre chamado em situações muito evidentes na mídia para uma palavra final sobre o assunto. E ele sempre dá opinião sincera e definitiva. Sua posição é que: “desde que bem formado, o padre pode usar terapias como a hipnose. Caso contrário, é charlatanismo”.

Seu aluno Otacílio está agora mais focado na missão da Diocese de Catanduva, sobrando pouco tempo para outros trabalhos, mas pretende implantar lá esse atendimento no futuro. Ele explica que a Parapsicologia é o estudo de fenômenos aparentemente inexplicáveis, porém com a possibilidade de ser resultado das faculdades humanas. “Na consulta, já vejo a possibilidade de a pessoa ser tratada pela hipnose. Caso contrário, encaminho para um médico especialista, diz dom Otacílio.

Seus primeiros contatos com a Parapsicologia se deram em 1989, num curso de fim de semana ministrado pelo padre Quevedo, em Londrina. “Percebi que a Parapsicologia pode ser uma ferramenta importante para a evangelização e esclarecimento de muitos fatos que, erroneamente, são atribuídos a seres ou forças do além. E devido à falta de conhecimento sobre o assunto, muitas pessoas vivem doentes, praticam uma fé falsa, correm atrás de falsos milagres, são enganadas por pessoas mal intencionadas que utilizam a religião e a Palavra de Deus para se beneficiar da boa fé do povo.

As pessoas são ajudadas através do esclarecimento sobre fenômenos parapsicológicos, sua origem e efeitos no ser humano. Exemplos de alguns fenômenos: previsão do futuro, fantasmas, casas mal-assombradas, feitiçaria, possessões causadas por espíritos do além, imagens que vertem lágrimas, sangue, mel, etc. “Muitas pessoas, depois de serem bem orientadas, têm sensação de libertação de muitas superstições. Por isso conseguem viver uma fé mais real e verdadeira, deixando de lado a fé do medo e da opressão, as crendices e idolatrias”.

Atendimento após a novena

Com formação em Psicologia pela UNIP, há mais de 20 anos o padre Dionísio dos Santos faz plantão psicológico na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Jardim Alvorada, onde é pároco. Toda quarta-feira, depois da novena das 9 e das 14 horas, ele faz atendimento emergencial.

A consulta inclui relaxamento induzido, respiração profunda para soltar as tensões, seguindo o método do padre Haroldo Rahm, que tem técnicas usadas no mundo inteiro para tratamento psíquico. “Peço para mentalizar coisas positivas, elegendo um símbolo qualquer, para jogar a dor para bem longe, fazendo um distanciamento daquele fato. E ao mesmo tempo, que traga algo muito positivo, de felicidade. Não basta jogar fora o problema, é preciso trocá-lo por algo bom”, diz padre Dionísio.

Geralmente são problemas na área familiar, de trabalho, defeitos de caráter. “Se o assunto é mais sério, repasso para paróquias que têm atendimento psicológico sistematizado”. A terapia também inclui leitura. “Procuro mostrar que a pessoa tem uma força interior e deve se ligar em Deus. Ler um salmo, falar com Deus, entregar seu sofrimento, mas fazer sua parte também. Nada se resolve magicamente”.

Imagem: Reprodução

Técnica deve ser aplicada por especialistas

D. Paulo M. Peixoto: tudo é válido se for para o bem da pessoa e o terapeuta tiver formação. | Foto: Reprodução

O uso da hipnoterapia pela Igreja Católica é aprovado por psiquiatras e pela Academia Paulista de Psicologia, além de outros estudiosos do assunto. Apesar da eficácia da técnica, especialistas alertam sobre a necessidade de formação científica para aplicação da hipnose. “Minha opinião sobre aquilo que a Igreja está fazendo, por intermédio de alguns sacerdotes, é que o processo é válido, desde que haja por parte dele, uma boa espiritualidade aliada à uma formação em psicologia. Aliás esta espiritualidade, (não confundir com religião no sentido tradicional), deveria também ser apanágio dos profissionais em saúde mental”, diz o psiquiatra Wilson Daher, de Rio Preto. Ele lembra que a palavra “cura”, do latim quer dizer cuidado. “Por isso acho que os sacerdotes bem formados estão no direito e até no dever de ajudar pessoas com suas intervenções, desde que não firam a ética e saibam encaminhar ao profissional da área casos que só têm a ver com os transtornos psicológicos e/ou psiquiátricos”, destaca Daher.

A mesma opinião tem a psicóloga Aidyl Perez Ramos, da Academia Paulista de Psicologia. “A hipnose é uma técnica muito antiga e quando bem aplicada proporciona ótimos resultado. A técnica é a mesma usada na terapia regressiva, em que o paciente volta aos primeiro anos de vida para interpretar alguns problemas”, explica. “Embora nunca resulte em dano ou prejuízo, a hipnose somente deve ser aplicada por profissionais com formação em psicologia ou psiquiatria”, completa.

O bispo da Diocese de Rio Preto, dom Paulo Mendes Peixoto, considera bem-vinda toda técnica bem empregada para criar condições favoráveis à qualidade de vida das pessoas. “Seja o relaxamento, a ação do médico, do sacerdote, do guru, do hipnotizador, do mestre, pode atingir, com seus estímulos, camadas mais periféricas e campos mais profundos da mente de seus pacientes. Só que, na dimensão da fé, depende do Espírito Santo. Jesus usou a saliva e o barro para curar o cego, mas terminou dizendo: ‘A tua fé te curou’. Todas as conquistas e técnicas são bem-vindas, principalmente se leva a pessoa a viver uma vida mais saudável, mas tudo dentro do campo físico e psicológico. Uma bênção dada e recebida com fé pode fazer maravilhas”, diz o bispo.

O estudioso Paulo de Castro, farmacêutico e espírita, aprova. “Os padres são muito bons em hipnologia. Pratiquei muito hipnotismo na faculdade em Araraquara. O método age na mente, atuando diretamente sobre os traumas. É superior à medicina dos psicotrópicos que não age na causa eficiente dos problemas, os distúrbios mentais”, diz Castro.

Para que serve o tratamento hipnoterápico | Imagem: Reprodução

Atividade psíquica

Dr. Wilson Daher: a prática é antiga, conforme a História. | Foto: Reprodução

A técnica esteve presente em toda história da humanidade como medida terapêutica, desde civilizações antigas há mais de 4 mil anos. Nos séculos 18 e 19, com o avanço do conhecimento científico, passou a ser usada por médicos para aliviar a dor, quando não havia ainda analgésicos e anestésicos. Nessa época, foi usada por profissionais como Freud, Charcot e Pavlov, só para citar os mais conhecidos.

“A prática exercida pelos sacerdotes nas sessões de cura, sejam elas por meio da hipnoterapia ou simples dinâmica de grupo e sessões de relaxamento e sugestões é antiga”, diz Daher.

Desde os tempos de Hipócrates, os templos religiosos funcionavam como locais de catarse, (purgação), dos males psíquicos e espirituais, por meio de orações, jejuns, meditações e dietas balanceadas. Obtinham muitos resultados nas assim chamadas doenças psicossomáticas, que são doenças funcionais que surgem de forma física por problemas psíquicos.

“Victor Frankl, psiquiatra vienense de origem judaica, era um humanista que criou a Logoterapia, (terapia em busca do sentido), e falava da necessidade de trazer à tona nossa espiritualidade reprimida, para que com esta verdadeira espiritualidade déssemos conta de maneira mais saudável de nossas neuras”, completa Daher.

Depoimentos

Entendi minha falta de ar
“Manhã de sábado, decidi passar por uma sessão de hipnoterapia. Esse negócio de dormir durante a sessão, chorar copiosamente ou falar demais me apavora. Mas eu fui assim mesmo. Pensei focalizar dois assuntos: a advocacia da qual me desliguei em 98 para tentar ser apenas uma boa jornalista e o primeiro casamento, desfeito há 25 anos, tempo esse em que tenho um segundo marido.
Entrei na sala de consultas, sentei-me em frente ao padre Oscar. Ele fez-me perguntas sobre a saúde, remédios que tomo, (todos preventivos), e começamos o relaxamento. Sem que ele pedisse, fui tirando pulseiras e anéis, ou seja, me despojando. Fechei os olhos e ele foi me conduzindo a uma conversa que eu não saberia dizer como começou. Aí ele fez o tapping, (tapinhas leves ritmados nos meus joelhos).
Comecei a respirar com dificuldade e assim, do nada, falei da última cirurgia que fiz, em 2006, em que tive um momento de apneia, (parada respiratória). Eu estava na sala de recuperação cirúrgica e só ouvia a enfermeira repetir: “Respira, Cecilia, respira”. Várias vezes. Era um efeito físico, decorrente de um sonífero ministrado para eu dormir legal. Mas com o remédio eu estava esquecendo de respirar. (Dias depois, contei ao meu médico e passei a ficar atenta a não tomar mais o medicamento). Isso não bastou para padre Oscar.
Ele foi mais longe, me fez mentalizar outros centros cirúrgicos pelos quais passei. Olha só que interessante: revivi minhas três cesarianas e uma cirurgia simples. Lembrei-me que em todas senti intensa falta de ar, não conseguia respirar a ponto de, em uma delas, eu sentar na mesa, com tudo ligado no meu corpo.
Também foi pouco para o padre. ‘Fomos’ para o meu primeiro casamento, com um marido sufocante. Olha a palavra: sufocante. Lembra falta de ar, peito oprimido. Muito ciumento, ele não me permitia viajar, nem trabalhar na advocacia, (a não ser em casa como fiz por 10 anos). A falta de ar estava ali.
Sem querer, chorei um pouco e disse que esse marido tinha anulado minha vida no sentido profissional, mas em contrapartida, descobri a carreira dos meus sonhos, o jornalismo. Ainda disse ao padre: “não consigo perdoá-lo até hoje”, embora o perdão seja uma bandeira do bem-estar. O padre respondeu: “não precisa perdoar”.
Pronto, ele tinha me libertado de novo. Saí de lá leve, consegui contar como foi a consulta para outras pessoas próximas, coisa a que me reservo muito. Mas preciso de outras sessões, segundo padre Oscar. Lembro-me de que em determinado momento da consulta, não sei qual, eu me ouvi ressonando. Acho que dormi e não percebi”.
Cecilia Demian

“Já fiz duas sessões de hipnoterapia e fiquei maravilhada. Digo que é algo mágico. Fui tratar de traumas de infância, achei que nem conseguiria falar do assunto, mas aquilo vem espontaneamente e vai saindo, fluindo, quando vê, você já falou tudo o que não pensava abordar. Saí mais leve, menos depressiva. O fato continua presente, ele existiu realmente, mas não me afeta mais como antes. É uma bênção. Sou viúva e fiz amizade com padre Oscar por meio de outros amigos.
Antigamente, ficar sozinha em casa me dava pânico e desespero. Agora acho natural o que passou, tinha que acontecer, infelizmente. Mas as coisas não têm aquela dimensão que a gente idealiza, portanto, o sofrimento diminui. A vida continua. Temos que saber levar as coisas, por isso a ajuda da hipnose está sendo importante. Choro bastante nas sessões, claro, mas saio super aliviada. Isso vai ajudar muita gente”.
F.R., Rio Preto

“Sou gerente administrativa em Mirassol, e há um ano faço hipnoterapia na paróquia da Santa Cruz. Na consulta de ontem, consegui chegar ao sétimo mês de vida, quando estava no útero da minha mãe. E aí senti claramente a rejeição do meu pai. Não falo com ele há 20 anos. No começo, vim três sessões seguidas, agora é uma vez por mês. E como vale a pena. Tenho uma filha do primeiro casamento e meu segundo marido tem três filhos. Não temos problemas de relacionamento.
As primeiras melhoras foram em relação às situações estressantes do dia a dia, a ansiedade e tensão. Hoje sinto-me mais calma. Saio em paz de cada sessão. Paz é a palavra certa. Ontem tive as sensações de um bebê no sétimo mês de vida intrauterina e da gestação de minha mãe. Depois me senti num lugar sujo e com lama. Havia uma porteira, e Pe. Oscar me sugeriu passar por ela. Passei. Do outro lado da porteira, a grama era verde e repousante. Eu me senti super bem. Visualizei tudo isso e foi como se eu deixasse uma cruz para trás. No geral, neste tempo de terapia, resolvi muita coisa, inclusive meu amor a tudo e a todos. O amor-próprio também”.
Kelly Cristina Nunes Pereira, Mirassol

“Sou formada em piano e lecionei durante nove anos, mesmo antes de me formar. Depois abri uma fábrica de bordados, tive meus três filhos e a vida foi tomando seu rumo. Mas desde 1969, não consigo tocar piano na presença de alguém. Resolvi fazer uma sessão com Pe. Oscar para saber que trauma é esse. E cheguei a uma cena que eu nem esperava. Quando estudava piano, eu já dava aulas no quarto ano. Minha professora não tinha este instrumento em casa e alugava um na casa da tia de meu marido.
Eu já era casada. Um dia, estava eu estudando, a tia parou no meio da sala e disse: nossa, acho que você adoraria tocar como minha filha. Ela disse com desdém, inferiorizando minha atuação. Fui para casa e não toquei mais em público. Durante a sessão de hipnoterapia, a cena dela parada no meio da sala veio à mente e lembrei que foi a partir daí que tive este bloqueio. Depois da consulta com Pe. Oscar, ainda não toquei piano, mas tenho certeza de que vou fazer isso numa boa. Pelo menos, eu sei o que está me afetando. Minhas amigas querem me ouvir tocar, sei que vou fazer isso. Estou me sentindo ótima”.
Terezinha Martins Guimarães, Itápolis



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Originalmente publicado em www.SamejSpenser.com.br.