Desafios do cotidiano corporativo

Descobri que o aumento da minha análise crítica nada mais é do que a necessidade de entender em que momento o ambiente que era até então agradável passou a ser desanimador.

O grande ponto chave é que quando você acha que as coisas melhoraram, elas apenas foram transferidas temporariamente para outras pessoas que logo se darão conta e farão as mesmas coisas, do mesmo jeito e que isso é o trivial. Querer que as coisas aconteçam de acordo com a minha percepção de trabalho em equipe não é fator decisivo para algo.

Me cansa me importar tanto com as pessoas e de repente as relações ficarem vazias pura e simplesmente por mudanças de tratamento. As pessoas se incomodam quando estamos dispostos a crescer não para passa-las, mas apenas para ficarmos próximos ao que elas já conquistaram.

Tem-se um medo doentio de perder seu lugar como ponto de referência profissional e descobrir que você apenas está onde muitos outros já estiveram ou estarão em breve.

Há uma competitividade por atenção da gestão que é imatura e desnecessária. Bem como uma incompreensão de papeis e tempos para desenvolvimento.

Alguns julgam-se seniores demais para fazer trabalhos simples de atualização de documento, mas se esquecem que em seu cargo são tão juniores quanto eu e que o que nos diferencia é a praticidade e a disposição de aprender ou simplesmente de cooperar para que com informações atualizadas e organizadas possamos cobrar uma postura mais assertiva do atendimento.

“… de desculpas estou cheia…”

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