Organizações como cérebros

A liberdade de controle burocráticos mostram que as organizações podem lidar com a incerteza e problemas complexos de formas que vão muito além das capacidades de um único indivíduo (MORGAN)

Mauricio e Wagner

Em um contexto de mudanças rápidas e drásticas, explorar velhas formas e regras pode não ser a melhor solução. A burocracia funcionava muito bem quando o contexto não se alterava (ai valia a regra de que em time que está ganhando não se mexe). Mas no mundo volátil e líquido (Bauman) em que vivemos, a flexibilidade, a capacidade de aprendizado e a exploração de novas formas de fazer (exploration vs exploitation) pode ser um bom caminho para sobreviver e prosperar.

Em seu livro, imagens da organização, Morgan apresenta o conceito das organizações que funcionam como cérebro, e se vale de dois atributos cerebrais para explicar a sua posição: a cibernética e a holografia. Ele usa os conceitos de cibernética, da auto regulação, para explicar como ações dentro de uma organização podem emergir do resultado da aprendizagem e não da imposição. E o conceito da holografia e a capacidade de condutividade cerebral que permite que o sistema funcione bem mesmo quando alguma parte está mal.

O que o conceito de organizações vistas como um cérebro traz como base é que a não ser que uma organização seja capaz de mudar-se para acomodar as ideias e valores que produz, ficará suscetível a bloquear suas próprias inovações.

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