SWOT da empatia: uma análise com sentido, coração e alma!

Como facilitadores de incontáveis workshops, conseguimos ver claramente muitas estratégias e metodologias sendo aplicadas, porém muitas levavam em conta apenas dados “frios”. Em contrapartida, estávamos atuando em processos co-criativos onde era justamente o fator humano que fazia a diferença.
Poder juntar diversos profissionais, de backgrounds diferentes, e beber da fonte de suas experiências é uma oportunidade única. Mas tínhamos nas mãos um problema: como tornar mais humanas as ferramentas de planejamento estratégico? Não encontramos muitas que satisfaziam as nossas necessidades, então resolvemos criar uma que mesclasse análise de dados com análise de sentimentos, olhar interno e externo, ou seja, com uma análise mais holística.
Ao analisar uma empresa, através de uma SWOT, como o próprio nome diz (quando traduzido), analisamos as forças, fraquezas, ameaças e oportunidades. No centro dessas empresas sempre têm pessoas: clientes e colaboradores, ambos públicos importantes para a empresa existir. E tendo pessoas, é imprescindível fazermos um trabalho empático, de projetar ao nos colocar no lugar dela ou simplesmente provocando os “sentidos e externalizando” quando as mesmas são parte integrantes da análise.
Diante disso, criamos uma ferramenta que visa facilitar processos de análise e discussão em que todos esses aspectos são considerados: a SWOT da Empatia. Projetar se colocando no lugar do outro, mas também considerando o sentimento e o aprendizado de quem está envolvido. Consideramos para isso, dois olhares, o interno e o externo, do colaborador e do cliente/ mercado. Para nós faz muito sentido entendermos o que é visto, dito, pensado, sentido e ouvido pelos colaboradores sobre determinada temática. Quando eles fazem parte desse processo de construção, fazê-los externalizar esses aspectos é de suma importância e muito rico, pois eles expõe as dores e também os ganhos.

Depois dessa análise, o convite é de olhar para fora, para o mercado, pensando no usuário/ cliente e até mesmo em outros players que competem no mercado. O que se vê, o que se fala, o que se ouve e o que se pensa certamente traz à tona outros aspectos. Essa complementariedade do “in” com o “out”, mas sempre tendo o olhar humanizado é o que traz a riqueza no merge das ferramentas: SWOT e mapa da empatia. Ao preencher a prancha o convite que é feito é de já demarcar de forma visual (pode ser com post its de cores diferente) se o que está sendo trazido para a discussão tem uma conotação positiva ou negativa, ou seja, se aqueles aspectos são fraquezas que precisam ser trabalhadas ou fortalezas que devem ser intensificadas, ou ainda se são oportunidade e ameaças.
Temos usado a ferramenta e os resultados estão sendo muito interessantes. A nossa ideia é que outros também tenham a oportunidade de experimentar, por isso, o compartilhamento do conteúdo. Estamos abertos a ouvir, falar, trocar sobre os aprendizados gerados. Façam bom uso! :)
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