O que restou de mim

Leonardo Luiz Urbanek
Nov 2 · 1 min read

Senti-me vazio

Em meio à desordem,

Minha mente confusa

Engana-me diariamente.

O desejo de sentir,

A relutância em tentar,

A vaidade de minhas faces

E o receio, transfazendo-se em certeza

Proporcionam sentimentos

Que nem nome devem ter.

Ultrajado pelo orgulho

E pela máscara, que protege o seu melhor

Dei o meu para que compreendesse

Não compreendi o desenvolver dos fatos

Que desenvolveram em mim

A complexidade que casou perfeitamente com a minha.

Não sei o que quero,

Não sei por que escrevo.

Não me entendo e peço que não tente fazê-lo;

Este sou eu:

Um apanhado de confusões,

Traumas não superados

E amores não-correspondidos.

(in)finitudes

Confusões mentais sobre amores platônicos e percepções sobre a existência.

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    Confusões mentais sobre amores platônicos e percepções sobre a existência.

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