6 exemplos de como a tecnologia pode impulsionar o seu negócio

Termos como Big Data, Internet das Coisas e computação em nuvem fazem parte do conceito de transformação digital, que é inevitável e necessário para o varejo. Por isso, é preciso entender o comportamento dos clientes para que essa mudança comece na cultura da companhia e reflita no atendimento.

A inserção de tecnologias no dia a dia das empresas pode ocorrer das mais diversas formas. E no fim, quem ganha com isso é o consumidor.

Confira a seguir, 6 exemplos de empresas que estão integrando a tecnologia com sucesso no seu dia a dia.

  1. Piticas

A Piticas, rede de franquias de camisetas de ícones da cultura pop, investe em soluções digitais para melhorar o atendimento físico.

“Estamos implantando um novo sistema de atendimento da marca Piticas, com ele conseguiremos integrar melhor os contatos que chegam via telefone, redes sociais, e-mail, etc. Além disso, monitoramos de perto nossas redes a fim de entendermos as necessidades e desejos do consumidor moderno. Nas lojas, investimos em treinamentos semanais para as equipes de vendas, fazendo com que o time esteja sempre atualizado com as mais modernas técnicas de abordagem e comunicação”, comenta Felipe Rossetti, sócio fundador da empresa.

2. O amor é simples

Apesar da popularização dos chatbots, é preciso usá-los com moderação.

“Aqui, na O Amor é Simples, não é um robô que responde as mensagens de maneira automática. Como nosso business é muito segmentado, estamos sempre atentos aos feedbacks e necessidades das clientes para agir com o máximo de eficiência. Além disso, estamos testando uma inovação: lives exclusivas com noivas e suas madrinhas para escolherem o vestido e tirarem todas as dúvidas. Assim, reduzimos a distância criada naturalmente por sermos um e-commerce e reforçamos nosso compromisso em ter um atendimento próximo e pessoal, inovando no fazer negócio online”, afirma Natália Pegoraro, sócia-fundadora d’O Amor é Simples, e-commerce de vestidos de noiva que tem como objetivo revolucionar a indústria de casamentos do Brasil.

3. Adobe

A Adobe percebeu o alto engajamento de usuários que compravam seus softwares de edição e apelou para uma iniciativa simples, barata e bastante efetiva.

Dentro do Adobe Design Center, que traz tutoriais e explicações detalhadas sobre os produtos, a empresa agrega conteúdo criado por consumidores com o objetivo de ensinar outros usuários sobre como utilizar o After Effects, InDesign, Illustrator e, claro, Photoshop.

Outra iniciativa da Adobe foi migrar seus programas para a nuvem, onde passam a ser acessados por meio de assinatura. Com isso, a adobe facilita a atualização de produtos, diminui os custos do usuário e ainda combate a pirataria.

4. Dell

Em 2006, a Dell viu quase 50% de todas as conversas online a respeito da empresa serem negativas.

Pensando nisso, criou a comunidade Direct2Dell, um espaço para discussões entre os usuários e a fabricante. “Nossa experiência mostra que importa conversar com os consumidores e resolver os seus problemas”, diz o executivo. “Além de acessar blogs, os usuários podem se cadastrar para usufruir das discussões em fóruns, wikis, grupos e galerias de mídia”.

Outro investimento da empresa foi a atuação constante no Twitter. Pelo serviço, a Dell vendeu mais de 1 milhão de dólares em produtos usando o serviço. O segredo? Ofertas exclusivas e tentadoras para os seguidores da marca.

Atualmente, a Dell está entre as marcas que mais inovam em mídias sociais e as conversações online nada positivas sobre a empresa, somam apenas 20% do total, segundo Bob Pearson, vice-presidente de comunidades e conversações da Dell.

5. Netflix

Em 2016, a Netflix anunciou ter migrado 100% de seus datacenters para a nuvem.

Apesar de custosa, essa migração, que durou 7 longos anos para estar concluída, trouxe inúmeros benefícios para a empresa, a começar pelo número de assinantes do serviço que aumentou em oito vezes. Essa escolha foi tomada pois o serviço de streaming evoluiu de forma muito rápida e teria sido muito difícil suportar todo esse crescimento nos próprios datacenters da empresa.

6. Zappos

A varejista de calçados norte-americana Zappos mostra que usar “a rede social da moda” para falar com seus consumidores pode ajudar a impulsionar a popularidade da marca.

A empresa inova no Twitter ao dividir seu conteúdo em menções públicas sobre a marca, posts dos funcionários e perfis que que divulgam seus tweets. E tudo tem um tom mais pessoal do que corporativo.

O Chief Executive Officer da Zappos, Tony Hsieh, tem mais de 200 mil seguidores, é fã assumido da plataforma e utiliza seu perfil para criar relacionamentos mais próximos com as pessoas — sejam clientes, fãs ou curiosos.

Então é isso. Já pensou em como a tecnologia pode impulsionar o seu negócio? Curtiu nossas dicas? Clique nos aplausos — que vão de 1 até 50 — e deixe seu comentário. O Laboratório Inovação é desenvolvido pela Inove Sistemas. Siga-nos no Facebook, Instagram e Twitter e até a próxima.