Sinners Never Sleep
You Me At Six, 2012

“Sinners Never Sleep” não é um disco recente. Muita coisa muda na indústria da música, no ritmo maluco dos dias atuais, após meros quatro anos. O Emo e o Pop Punk já estavam bem por baixo, de qualquer forma, e a “You Me At Six” só chegou aos meus ouvidos agora por duas razões: a) Uma aparente “volta” do estilo às casas de show e conversas no twitter e b) a aba “Discover” do Spotify.
Quando não conheço uma banda ou uma música de um disco, julgo pela capa e arrisco o play. Penso o seguinte: se o artista não esforçou-se para entregar uma capa bacana, o que esperar do conteúdo que será oferecido em seguida? Sou surpreendido (de forma positiva) muitas vezes escolhendo discos dessa forma.
“Sinners Never Sleep” me atraiu, inicialmente, pela capa e pelo nome do álbum. Não minto, tenho uma predileção por termos como sinners, riot, dirty e afins. Gosto de conteúdo subversivo.
Enquanto ouvia esse disco e escrevia as linhas dessa publicação, procurei algumas informações sobre a banda.
A banda é inglesa, está na ativa desde 2004 e fizeram, de lá para cá, uma ou outra turnê com Hayley Williams e sua trupe. Uma típica banda da explosão emo e pop punk que rolou na minha (e, quem sabe, na sua) adolescência.
Minha primeira impressão quanto ao disco? “Sinners Never Sleep” tem uma boa duração (48 minutos, o que julgo nem longo e nem curto demais), sons que lembram muito outras bandas mais famosas do gênero (como o próprio Paramore, A Day To Remember ou Panic! At the Disco, por exemplo) e um tracklist que mescla músicas rápidas e baladas.
Se você, assim como eu, está à procura de refrões pegajosos, riffs maneiros e um som pesado e pra cima, vale o play. Descobrirei, com o tempo e uma leitura mais apurada das letras, se o disco se manterá entre os meus álbuns salvos no Spotify (poucos permanecem por lá muito tempo). Destaque às músicas Loverboy, Jaws On The Floor, Little Death, Time Is Money e The Dilemma.