Pouso Alegre está entre as cidades que mais geraram emprego em 2018

O ritmo de geração de empregos em Minas Gerais continua aquecido em 2018. Levantamento exclusivo feito pela Assessoria de Gestão do Observatório do Trabalho da Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese) aponta que, entre janeiro e maio deste ano, o saldo entre admissões e demissões no estado foi de 736 vagas para cada 100 mil habitantes, enquanto, no Brasil, foi de 369, no mesmo período.

Pouso Alegre está entre as 10 cidades que mais geraram empregos no Estado.

Por município, os dez maiores saldos de emprego registrados no acumulado dos cinco primeiros meses deste ano foram: Belo Horizonte (15.994), Nova Serrana (2.710), Paracatu (2.329), Ipatinga (2.172), João Pinheiro (1.343), Patos de Minas (1.338), Nova Lima (1.332), Três Pontas (1.154), Pouso Alegre (1.122) e Extrema (1.108).

De acordo com o estudo, que também é baseado em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho (MTE), em números absolutos o estado registrou saldo positivo de 73.159 empregos formais no resultado acumulado dos cinco primeiros meses deste ano. O número é 57% maior que o verificado no mesmo período de 2017, de 46.583 vagas.

“Para compreender os números absolutos e tecer comparações sobre os resultados do estado e do país, reduzindo as distorções, construímos taxas por 100 mil habitantes”, explica o coordenador da Assessoria de Gestão do Observatório do Trabalho, Roberto Figueiredo.

“Considerando a taxa por 100 mil habitantes, Minas Gerais ficou em primeiro lugar no ranking nacional de geração de empregos formais, ultrapassando São Paulo, cujo saldo foi de 621 vagas (por 100 mil habitantes) entre janeiro e maio”, enfatiza Figueiredo.

Em números absolutos, no mesmo período, Minas Gerais manteve o segundo lugar, ficando atrás de São Paulo, cujo saldo foi de 134.358 postos de trabalho.

Setores

O setor de serviços liderou a criação de empregos em Minas Gerais, nos primeiros cinco meses de 2018, com um saldo de 25.981 vagas, o que representa um crescimento de 124% frente ao resultado apurado no mesmo período do ano passado, que foi de 11.572 postos de trabalho.

O segundo lugar (23.368 vagas) ficou com a agropecuária, extrativo vegetal, caça e pesca, seguido pela indústria de transformação (16.837), que registrou um aumento de 72% no saldo de vagas quando comparado com o resultado apurado entre janeiro e maio de 2017, de 9.801 empregos.

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