O dia em que a Gripe Espanhola chegou a Samoa

Adriana Michelon
Jul 10, 2017 · 2 min read

O 7 de novembro que trouxe uma doença que devastou o mundo

Samoa é um país da Oceania que ainda não está sendo afetado por Gripe Espanhola até o 7 de novembro de 1918. A primeira vez que a gripe foi observada nos Estados Unidos, no dia 4 de março de 1918. E em abril do mesmo ano, Já está chegando aos países da Europa se espalhando gradativamente por todo o continente e pelo mundo. Uma pandemia durou até maio de 1919 e estima-se que tem mais de 50 milhões de pessoas. Já na segunda onda epidêmica a gripe chegou pelos portos ao país. Segundo informação, a Nova Zelândia História, um navio de carga vindo da Nova Zelândia chegou a Ápia, capital de Samoa, trazendo consigo portadores da doença. O vírus se alastrou rápido e matou cerca de 8500 pessoas nas ilhas.

A Gripe Espanhola, que matou mais que a Primeira Guerra Mundial, inicialmente com sintomas como febre, dor de cabeça e garganta. A doença logo evoluía para fadiga, calafrios e secreções pulmonares. Quando estava no estado, já estava prestes a morrer. Para uma população de Samoa para aterrorizante, cerca de 22% de seu povo morreu por causa da queixa. Segundo uma base de dados Gapminder, que mede a expectativa de vida ao nascer em todos os países do mundo desde 1800. Em 1918, uma expectativa de vida do povo samoano no nascimento era de 1 ano de idade.

Uma queixa causou grande queda na de saudades de Samoa

Também conhecido como anúncio de vida, o índice mede o número de anos estimado que uma pessoa pode viver ao nascer. Para fazer isso estimativa o índice leva em conta classe de renda, acesso a saúde, saneamento, educação, lazer, violência, criminalidade e poluição da região a ser analisada.

De acordo com relatório das Nações Unidas de 1947, o fato ocorrido em Samoa foi "uma das epidemias mais desastrosas registradas em qualquer lugar do mundo durante o presente século, não é a respeito da proporção de mortes para uma população".

Jornalismo de Dados — UniRitter

Reportagens produzidas na disciplina de Jornalismo de Dados da Faculdade de Comunicação Social (FACS) da UniRitter.

    Adriana Michelon

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    Reportagens produzidas na disciplina de Jornalismo de Dados da Faculdade de Comunicação Social (FACS) da UniRitter.

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