Just Croatia: Zadar

Daniel Levi
Jun 3 · 5 min read

aindo de Hvar, pegamos um barco para Split e um ônibus até Zadar. A rodoviária fica na frente do porto, e não tínhamos comprado passagens com medo de o barco atrasar e não dar tempo de fazer a “conexão”. A rodoviária estava lotada, com uma fila enorme. Um ônibus pra Zadar estava parado, prestes a sair. Não daria tempo de entrar na fila, então abordamos o motorista, que para nossa alegria disse que podíamos comprar a passagem dentro do ônibus. Sem informação, muitos turistas desavisados ficam esperando numa fila enorme, então fica a dica.

Entramos e nos acomodamos confortavelmente num ônibus refrigerado, sem precisar esperar. No caminho fomos percebendo que a temperatura subia. Nossa estadia era um bonito apartamento no coração do centro histórico, em cima de um restaurante e de frente para uma agência de turismo.

Caminhamos bastante por Zadar, cuja agradável temperatura de 25 graus permitia bermuda e camiseta. Cidade histórica bem turística, carros não são permitidos na área central, facilitando a caminhada. As construções antigas se misturam a lojas e restaurantes.

Andamos até o Gedenktafel Park, área verde localizada ao lado de Land Gate, um dos portões que separa a cidade histórica da moderna. O parque é bom para correr, e ainda é possível subir no muro e apreciar a cidade lá de cima. No centro histórico almoçamos um gnocchi de trufas no Konoba Skoblar com uma cerveja Tomislav.

A região do porto é a mais procurada para o pôr do sol, e onde a chegada dos cruzeiros também vira uma atração. O órgão do mar, cujas notas soam com a maré, funciona através de tubos submersos instalados nas escadarias, que tocam música de acordo com o movimento das ondas.

Ao lado fica a instalação “Saudação ao Sol”, conjunto de placas iluminadas com energia solar, inesquecível ao anoitecer. Mas se prepare para enfrentar uma pequena multidão: fomos no fim de setembro, fora da alta temporada, e ainda assim o espaço livre era reduzido.

Na volta pra casa, compramos o passeio para o Parque Nacional dos Lagos Plitvice, nas montanhas. Para chegar lá, viajamos numa van friorenta por muitas horas. Não sabíamos que faria tanto frio e quase congelamos aos 7 graus de temperatura. Como a área de Plitvice é muito extensa, vale a pena fazer parte do passeio de ônibus e ferry.

São 6 horas para percorrer o parque. É tempo suficiente, mas não tanto tempo assim. Dá pra fazer tudo com calma, inclusive almoçar, sem correr. Desfrute do ar puro, das cachoeiras, da água azul e cristalina, dos patos e peixes coloridos.

Quase deu para esquecer o frio, tamanha a beleza do lugar. Mas seguimos congelando por 6 horas. Por isso, foi um alívio quando, no fim do passeio, comemos um tira-gosto protegido pelas paredes da lanchonete e entramos na van. Foi lindo quando o aquecimento começou a funcionar.

No Parque Nacional de Krka — perto de Zadar — é permitido nadar, mas estava tão frio que não valia a pena ir até lá.

Uma curiosidade foi a grande presença de brasileiros, não só na Croácia como no passeio: nossa van tinha 5 brasileiros entre 8 pessoas.

Voltamos pro Airbnb com duas palavras na cabeça: banho quente. No dia seguinte, nossa última parada na Croácia antes de voltar ao Brasil: Zagreb.


Apartamento no Airbnb
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Endereço: Varoška ulica 2 Apt, Zadar, Zadarska županija 23000, Croácia

Site: https://www.airbnb.com.br/rooms/13094630?s=51

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