Just Croatia: Zagreb

Daniel Levi
Jun 6, 2019 · 5 min read

Ficamos pouquíssimo tempo em Zagreb. Foi mais uma última parada para pegar o voo de volta pro Brasil. Ainda assim, a cidade nos surpreendeu. O tempo — ensolarado — também ajudou bastante. Com a chegada do inverno, na sombra fazia frio o suficiente para desejar voltar pra casa. Em nossos piores momentos, chegamos a pegar 11 graus durante uma tarde. Além disso, demoramos um pouco a nos entender com o sistema de calefação do Airbnb. Enfrentamos alguma dificuldade para manter o calor em alguns momentos, mas sobrevivemos.

Alugamos um apartamento bem no centro, o que nos permitiu ir caminhando aos principais pontos turísticos da cidade. Nossos anfitriões deixaram uma pasta com as principais atrações de Zagreb, com dicas valiosas e histórias curiosas. Este guia foi fundamental, pois não tivemos tempo de fazer nenhuma pesquisa prévia.

Uma das dicas era o prato típico croata, Strukli, uma massa gratinada ao molho branco servida numa bandeja flamejante. Com o frio que fazia, à noite preferíamos pratos mais quentes. O restaurante La Struk, famoso pelos struklis e com mesas no meio da rua, tinha um jardim interno aconchegante.

No dia seguinte aproveitamos o sol da manhã e os 17 graus para caminhar pelos jardins do Pavilhão de Arte. Para nossa surpresa, nos deparamos com uma feira da terceira idade, com apresentações de danças de grupos de idosos e barraquinhas de artesanato. Fomos até a Catedral de Zagreb, e descobrimos que na região da cidade alta as ruas são fechadas para carros, tornando a caminhada pelos prédios históricos mais agradável.

Assim como nas outras cidades croatas, a arquitetura medieval e os parques arborizados se destacam. O Portão de Pedra parece ser apenas mais uma passagem, mas é um lugar sagrado. Diz a lenda que um incêndio destruiu o portão mas não destruiu a imagem da Virgem Maria com o Menino Jesus, que, preservada diante de nós, é responsável por fazer com que muitos fieis rezem ali, no meio da rua.

Outra igreja que merece a visita é a de St. Mark, na Praça Markov. Um dos ícones croatas, seu teto é todo ornamentado com telhas coloridas formando figuras geométricas e um brasão de armas.

Se estiver cansado, com pouco tempo e não quiser subir as escadarias, tem um bondinho que liga a parte baixa de Zagreb à cidade alta. Como tínhamos pouco tempo, subimos por ele até o Museum of Broken Relationships, um museu inusitado com histórias emocionantes sobre términos de relacionamentos que se tornou o ponto alto de nossa estadia em Zagreb.

Na praça Josipa Jelačića tem uma feirinha com barraquinhas vendendo de tudo, desde artesanatos e sabonetes a comidas variadas. Experimentamos bolinhos de milho frito com calda de chocolate, e não recomendamos. Comer um bolinh para provar pode ser interessante, mas um copo inteiro é enjoativo e massudo.

Nossa última refeição na Croácia foi no Costionica Tip-Top (salada de polvo com trufas), dica da nossa anfitriã do Airbnb.

Chegava o momento de embarcar pra Zurique e voltar pro Brasil. Era o fim da nossa eurotrip de quase 3 meses.


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Experiências de um casal brasileiro viajando pelo mundo

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