Nossos filhos e a maneira como nos relacionamos com o mundo

Esse trecho abaixo foi extraído do livro “A coragem de ser imperfeito: Como aceitar a própria vulnerabilidade, vencer a vergonha e ousar ser quem você é pode levá-lo a uma vida mais plena” da Brené Brown.

“Quem somos e a maneira como nos relacionamos com o mundo são indicadores muito mais seguros de como nossos filhos serão do que tudo o que sabemos sobre criar filhos. Em se tratando de ensinar as crianças como viver com ousadia na sociedade da escassez, a questão não é tanto “Você está educando seus filhos da maneira certa?”, mas, sim, “Você é o adulto que deseja que seus filhos se tornem um dia?” ”
“Como escreveu Joseph Chilton Pearce: “O que somos ensina mais a uma criança do que o que dizemos, portanto precisamos ser o que queremos que nossos filhos se tornem.” ”
“Se colocarmos de lado a questão de “Quem é melhor?” e descartarmos os parâmetros escolares, como notas, desempenho nos esportes, troféus e conquistas, iremos concordar que o que queremos para nossos filhos é o que queremos para nós mesmos: que sejam capazes de viver e amar intensamente.”
“Um dos melhores conselhos sobre criação de filhos que já recebi veio da escritora Toni Morrison. Ela estava no programa da Oprah, falando sobre seu livro O olho mais azul. A apresentadora mencionou que tinha lido uma passagem bonita a respeito das mensagens que transmitimos quando uma criança entra no cômodo onde estamos e pediu que sua convidada falasse sobre isso. Toni contou que é interessante observar o que acontece quando uma criança entra numa sala. Repare se o rosto dela se ilumina. Quando meus filhos eram pequenos e entravam na sala, eu conferia para ver se tinham fechado a braguilha da calça, se o cabelo estava penteado e se as meias estavam esticadas. (…) Nós achamos que nosso amor e nossa afeição por eles está à mostra porque estamos cuidando deles. Mas não é nada disso. Quando eles nos olham, veem a crítica em nosso rosto e pensam: “O que está errado agora?” (…) Deixe que o rosto expresse o que está em seu coração. Hoje, quando meus filhos chegam, meu rosto diz que eu estou alegre por vê-los. É simples assim.”
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