“Conexão” (8)

Nickolas Ranullo
Nov 5 · 1 min read

E tudo… Aconteceu. Assim como o big bang, quem nos olhasse de forma mais atenta, descobriria que ali nascia um universo inteiro.

Um sorriso voltou a desenhar em seus lábios. Os olhos, já carregados de seu brilho tão particular, tão único, pareceram brilhar ainda mais. A risada gostosa me contagiou.

— Você é muito doido! — ela disse, rindo de uma das formas mais deliciosas que já ouvi alguém rir.

O beijo que veio em seguida trouxe a resposta. Ele também veio levemente salgado graças a saudade que estava prestes a apertar o peito. E trouxe, sem a menor dúvida, a doçura de uma certeza: Essa história nunca esteve destinada a acontecer apenas em um ou dois finais de semana e, justamente por isso, naquele saguão de aeroporto, a nossa história ganhava um dos seus mais bonitos e importantes capítulos.

Conexão

Dizem que a menor distância entre dois pontos é uma reta. E quando não é assim? E quando, entre dois pontos, existem encontros inesperados e existem muitas histórias pra serem contadas? Nada é tão simples assim. E também nem tão complicado.

Nickolas Ranullo

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"Não digam a minha mãe que sou jornalista, prefiro que continue acreditando que toco piano num bordel".

Conexão

Conexão

Dizem que a menor distância entre dois pontos é uma reta. E quando não é assim? E quando, entre dois pontos, existem encontros inesperados e existem muitas histórias pra serem contadas? Nada é tão simples assim. E também nem tão complicado.

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