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LABootcamp: as semanas de desenvolvimento

Hackers do LAB
Feb 3 · 4 min read

A gente não consegue, nem gosta de ficar parado. Além disso, nada como uma imersão para começar o ano bem! Nos inspiramos em bootcamps (treinamentos rápidos) e assim nasceu o LABootcamp, para alinhar a equipe sobre dois temas durante o mês de janeiro: desenvolvimento e design.

Nas duas primeiras semanas, reunimos os nossos desenvolvedores e pedimos que cada um fizesse apresentações de seus pontos técnicos fortes e das áreas que gostariam de explorar no futuro. Assim, além de resolvermos falhas no entendimento dos projetos atuais do LAB (e-Democracia, Wikilegis, entre outros), exploramos tópicos de interesse da equipe — que é 75% composta por membros novos

“Nós decidimos que seria o melhor período possível para acelerar o ritmo e resolver vários fatores internos que travam nosso desenvolvimento e nos impedem de sermos tão rápidos e eficientes quanto queremos no desenvolvimento de novas soluções.” - Teógenes Moura.

Como foi a primeira vez que realizamos um bootcamp, nós optamos por uma estrutura mais simples para experimentar e analisar as nossas capacidades para as próximas edições. Por isso, as palestras, workshops e talks seguiram a linha informal, entre níveis introdutórios e avançados, facilitando a compreensão dos conteúdos e aproximação dos hackers. Afinal, todos aqui estão dispostos a aprender, ensinar e levantar pontos de vista em debates produtivos.

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Não houve transmissão das atividades, mas aqui vai um pouquinho dos assuntos apresentados na semana de desenvolvimento: Metodologias ágeis, GraphQL, ReactJS, Django, CSS, Git, Docker e Systems Design.

FALA AÍ, DEV!

Aquele papo de que desenvolvedor só sabe escrever código é balela! Os nossos hackers desenvolvedores arrasam com as palavras e eu posso provar:

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Hackathon! Em sentido horário: Thiago, João Paulo, Erivânio, Joã1 e Teo.

Inovação é a palavra chave das comunidades de tecnologia já há algum tempo. Discutimos como inovar em técnica — seja desenvolvendo novas ferramentas (vide as mudanças de paradigma constantes — Angular vs React vs Flutter, por exemplo), seja como pensar em novos métodos de Engenharia de Software para lidar com o aspecto humano do desenvolvimento — por que no final das contas, os que escrevem programas também são pessoas. [Teógenes Moura]

Com essas duas semanas, nós conseguimos não apenas alinhar a equipe técnica em relação a dúvidas técnicas do passado, dúvidas do presente e anseios do futuro, como também mostrar aos membros não técnicos (somos uma equipe interdisciplinar de engenheiros de software, designers, jornalistas e assim por diante) um pouco da realidade do dia a dia de TI. [Teógenes Moura]

Agora não conversamos em uma língua totalmente “alienígena” já que alguns conceitos são compreendidos por todos e a sensação de magia, em que o sistema surge na tela misteriosamente, está desaparecendo e o entendimento e interesse de como funciona está maior (yey). [João Paulo N. Soares]

Além disso, aprender e aplicar novas tecnologias nos deixou mais confiante no sucesso da equipe, não só pela qualidade aplicada no protótipo no curto prazo que tivemos quanto pela maior integração da área de comunicação com a de desenvolvimento. [Erivânio Vasconcelos]

O primeiro contato com tecnologias que não conhecíamos foi incrível! Além de fazer pequenos experimentos, estamos estudando os assuntos. Eu, por exemplo, me interessei mais por GraphQL, que se mostrou muito útil para resolução de problemas enfrentados atualmente na área de programação, como consultas de API. Por isso, estou estudando através de tutoriais extras e cursos gratuitos, disponíveis na internet. [Thiagonf]

NÃO DEU CERTO, HEIN…

A semana de desenvolvimento foi ótima! Mas, como todo experimento, nós acertamos e erramos. Para as próximas edições, percebemos alguns pontos que podemos melhorar:

  • Descrição prévia e detalhada de cada atividade (contextualizar melhor os participantes);
  • Precisão na duração das palestras;
  • Mais tempo de pré-evento, para organizar melhor os conteúdos, formatos e apresentações.
  • Gravação e transmissão das palestras para o público que não consegue se locomover até o laboratório.

Bom, por hoje, é só. Nós adoramos contar sobre as nossas experiências aventurísticas e esperamos aparecer mais por aqui! E se você conhece alguma das ferramentas que citamos, tem histórias ou sugestão de novas, fala com a gente. ✌️

Até mais!

Texto escrito pelos nossos hackers: Amanda Dimes (comunicação), Erivânio Vasconcelos e Thiagonf (back-end), Teógenes Moura e João Paulo N. Soares (front-end).

LABHacker

Laboratório Hacker da Câmara dos Deputados

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