escravos.

no futuro seremos iguais: todos seremos escravos.

abriremos voluntariamente mão da nossa liberdade para buscarmos coisas como viver mais, mais conforto, mais facilidades, menos esforços.

ficaremos mais e mais intelectualmente debilitados, apesar do volume de informação que nos será disponibilizado (mais do que hoje e mais rápido).

liberdade será vista como um desejo selvagem, não civilizado, um retrocesso (“admirável mundo novo” já falava um pouco disso — talvez, acho. ou fantasiei).

voluntariamente optaremos em nos robotizar. empatia será valorizada enquanto tiver retorno de riqueza. e quando não mais precisarmos sofrer, abrindo mão junto de todo e qualquer sentir, oficializaremos nossa escravidão física e mental.

o paradoxo? seremos escravos das nossas próprias escolhas. o carrasco seremos nós mesmos.

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