Correntes

Eu escravo dos braços teus
Arrebento minhas correntes
E nesse verso finalmente
Escrevo meu eterno adeus…

Já descrente dos sonhos meus
Incerto da vida sigo em frente
Tão sofrido pergunto clemente
Mereço isso, oh meu Deus?!

Estava morrendo e em apuros
Naquela prisão sem muros
Donde fugi desesperado.

Ao doloso amor sem razão
É até melhor a solidão
E meu coração despedaçado.

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