A Prisão do Rei — Rainha Vermelha #3

“Quem conhece a escuridão faz qualquer coisa para permanecer na luz.”

Pra você que não conhece a série ainda: A Rainha vermelha #1, Espada de Vidro #2, e os contos canção da rainha e cicatrizes de aço. A Prisão do Rei é o penúltimo livro da série. E confesso que tenho saudades das trilogias — antes divulgavam que seria uma trilogia, e realmente finalizava como uma trilogia. Lembro que quando li o primeiro, as notícias diziam que era a ‘trilogia’ da Rainha Vermelha. Agora vai ser quadrilogia. hahaha

Mas enfim, vamos falar sobre A Prisão do Rei. Victoria Aveyard continua deixando a história tensa e intensa. Aquela sensação de que qualquer um pode ser traído a qualquer momento está menor — mas ainda está aqui.

Uma coisa que curti bastante, é que mudamos um pouco os pontos de vista. Agora, vários personagens estão narrando: tem capítulos narrados pela Mare, pela Cameron e pela Evangeline (sim, essa que você pensou mesmo).

“Uma cela é uma cela, não importa como você a decore.”

Mare evolui muito, e é uma evolução sofrida. A gente conhece mais de Maven, do verdadeiro Maven, e, ao mesmo tempo que o odiamos, também sentimos pena. Estou com raiva de Cal, que evoluiu muito no livro anterior, e aqui parece que ele resolveu esquecer aquela evolução. Evangeline me surpreendeu, Farley continua sendo adorável.

Os capítulos finais são intensos e com muitas brigas, mortes e decisões. Aveyard sabe como finalizar um livro nos deixando com falta de ar!

“Mesmo dessa altura, tudo tem cheiro de sangue. Esfreguei as mãos pelo que pareceram horas, lavando cada centímetro, e ainda não consegui me livrar do cheiro. Ele se agarra como um fantasma, mais difícil de esquecer que o rosto das pessoas que matei na batalha.”
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