A Retomada da União — Anômalos #3

“É estranho como uma figura de poder faz com que você esqueça sua força.”

Esse é o último livro da trilogia Anômalos. A Ilha dos Dissidentes é o primeiro, depois temos A Ameaça Invisível. E confesso que agora que acabei, fiquei muito triste. Mas não é aquele triste ‘bom’ de: poxa, acabou a história e tava tão legal… É um triste tipo: poxa, tinha potencial mas se perdeu no caminho.

Bem, temos uma grande revelação no livro dois né. Sybil, então, descobre quem é seu pai. E claro, tudo converge para o super plano de Fenrir. Agora a parte política do livro fica maior ainda e não há tanta ação como no primeiro.

“O resultado de não fazer nada é bem pior do que o que pode dar errado se agirmos.”

E eu devo destacar aqui uma personagem: Idris. Gostei muito de como foi construída e apresentada. Pois é, eu acho que a trilogia tinha um potencial muito maior, mas há muitas coisas boas e legais para destacarmos! Os personagens secundários são realmente maravilhosos: Leon e Andrei são incríveis. Gostei também de ver mais da família de Sybil (a adotiva, não a de sangue), e Hannah, Hassam, Gunnar…a interação de todos esses personagens é ótima!

Ou seja, pela parte política e social o livro é realmente ótimo. Mas deixou inúmeras pontas soltas. E continuei não sendo nem um pouco surpreendida, tudo foi bem previsível para mim.

Se recomendo? Sim. Apesar das partes que eu não curti, tem coisas bem construídas e que deixam a história valendo a pena.

“Pessoas são tão complicadas que dão preguiça.”