As Terras Devastadas — A Torre Negra #3

“Viajante, adiante fica o Mundo Médio.”

Sempre quis ler essa série, e não estou me arrependendo, hein! O Pistoleiro — A Torre Negra #1, é mais sério, um pouco confuso e não explica muita coisa; A Escolha dos Três — A Torre Negra #2, é mais bem-humorado e cheio de ação, começando a entrar melhor no(s) mundo(s) e nos explicando melhor algumas coisas.

O terceiro livro, As Terras Devastadas, é uma união entre a narrativa séria e crua do primeiro livro com a narrativa frenética e bem-humorada do segundo. Sendo assim, a leitura não é mais tão lenta como reclamei nos anteriores — e eu adorei essa junção de narrativas que King fez, tornando a leitura mais interessante e divertida.

“Como posso ter consciência de uma coisa em que não acredito? (…) É só manter a mente aberta.”

Aqui temos Roland beirando à loucura com vozes na sua cabeça, Eddie com sonhos doidos, Susannah aí no meio ajudando sempre… uma amizade imensa crescendo cada vez mais, e um ka-tet se formando. Esse trio tá cada vez mais forte. (OBS: Ka — destino; Ka-Tet — grupo de pessoas unidas pelo destino)

“Não tem medo do grande mundo, Eddie, mas do pequeno mundo dentro de si mesmo.”

Eddie é um personagem que merece destaque aqui, ele está surpreendendo. Enfrentando seus medos e limitações, evoluindo bastante. Estou adorando o crescimento dele, que eu nem curtia muito antes. Também quero destacar Oi, mas aí só lendo pra você conhecer ;)

“Entendo…eu acho. Este negócio de viagem no tempo é uma merda meio confusa, não?”

Já estava adorando antes de ter viagem no tempo, agora que teve, tô adorando mais ainda. King realmente sabe como escrever uma boa história.

Na post sobre o livro Quatro poderei falar mais de coisas deste aqui, pois aparece um personagem que é um spoiler danado se eu comentar dele aqui!

“As lições mais tempo lembradas, ele sabia, são sempre as aprendidas por si mesmo.”