Alice e o mal de Alzheimer

Descubra um filme que apresentou como é descoberto a doença que destruí a confiança da própria pessoa, com o esquecimento.

Cena do filme Para Sempre Alice
Atenção o texto abaixo possui spoiler

Um dos filmes mais emocionantes que abordam o mal de Alzheimer que já vi é “Para Sempre Alice”. O filme é escrito em cima da jornada do herói onde no começo conseguimos acompanhar a vida normal de Alice e com o decorrer da trama é apresentado os primeiros sintomas do mal de Alzheimer, que começa a esquecer das coisas simples do nosso cotidiano, como um jantar combinado, ou quando Alice vai fazer uma apresentação de sua pesquisa e acaba esquecendo umas algumas palavras importantes.

O filme faz com que o espectador seja inserido na família e passa a conviver diariamente com Alice, se tornando amigos íntimos, onde é possível sentir a dificuldade que a doença traz para o paciente.

Trailer

FICHA TÉCNICA

Título original: Still Alice
Ano: 2014
Produção: Killer Films, Big Indie Pictures
Direção: Richard Glatzer, Wash Westmoreland
Elenco: Julianne Moore, Kristen Stewart, Kate Bosworth, Alec Baldwin, Hunter Parrish, Shane McRae, Seth Gilliam, Victoria Cartagena, Stephen Kunken, Erin Darke, Daniel Gerroll.
Gênero: Drama
Nacionalidade: EUA, França

MAL DE ALZHEIMER

Para poder entender melhor a história do filme precisamos compreender o básico de como é o mal de Alzheimer.

Cena do filme Para Sempre Alice

A doença afeta a área do cérebro onde registramos nossas memórias, fazendo com que as conexões das células cerebrais se degenerem até a morte. O principal sintoma do mal de Alzheimer é a perda de memória e a confusão entre as informações que ainda estão preservadas.

Segundo um resumo oferecido pela Google às pessoas com mal de Alzheimer geralmente apresentam alguns desses sintomas:

Na cognição: declínio mental, dificuldade em pensar e compreender, confusão durante a noite, confusão mental, delírio, desorientação, esquecimento, invenção de coisas, dificuldade de concentração, incapacidade de fazer cálculos simples, incapacidade de reconhecer coisas comuns ou perda de memória recente.
No comportamento: agitação, agressão, inquietação, irritabilidade, mudanças de personalidade, repetição sem sentido das próprias palavras, dificuldade para exercer funções do dia a dia, falta de moderação ou vagar sem rumo e se perder.
No humor: apatia, descontentamento geral, mudanças de humor, raiva ou solidão.
Sintomas psicológicos: alucinação, depressão ou paranoia.
Nos músculos: contrações musculares rítmicas ou incapacidade de coordenar movimentos musculares.
Também é comum: fala embaralhada, incontinência urinária, perda de apetite ou sintomas comportamentais.

Porém, ainda não existe cura para essa doença, somente remédios que podem ajudar a controlar os sintomas temporariamente. Para isso, é preciso realizar exames clínicos e que possam comprovar a perda de memória.

Além dos remédios, a prática de atividade física também auxilia para que a área lesionada não sofra com fadiga durante o tratamento.

Voltando para o filme

Cena do filme Para Sempre Alice

Durante todo a história podemos acompanhar como Alice vai começando a ter os principais sintomas, onde se inicia com pequenos esquecimentos como um jantar marcado quanto com as informações de sua própria pesquisa.

Após ter descoberto a doença e ter se afastado da sua rotina profissional percebemos o avanço do mal de Alzheimer com o declínio mental, as alucinações e a agitação.

Depois desse alguns acontecimentos, Alice precisa da ajuda constante para que nada de mais grave aconteça com a sua vida, fazendo com que a sua filha passe a morar com ela.

Mais para o final do filme é possível perceber a agonia de Alice de não conseguir se lembrar e como essa sensação lhe causa um sentimento ruim, e todos que estão a sua voltam acabam sofrendo junto com ela.

Depois de assistir este filme ficamos refletindo como os pequenos momentos em que vivemos e não chegamos a desfrutar deles. É como a Alice comenta na obra:

“Viver o momento. É tudo o que posso fazer. Viver o momento.”

Então não deixe de aproveitar cada minuto com as pessoas que você ama, ou fazendo algo que adora, pois eles são únicos e não temos a opção de revive-los. Lembre-se sempre de “Viver o momento”!


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