A LIBERDADE, DEMOCRACIA E A SOCIEDADE SÃO FEMININAS E TEM O DIREITO DE SE SEPARAREM DOS VELHOS GOVERNOS PATRIARCAIS, ILEGÍTIMOS E PERVERTIDOS
Estupro político é relação governamental sem consentimento popular: CIDADANIA PLENA e DEMOCRACIA DIRETA JÁ !!!


Todo Povo tem o direito natural ao Divórcio do Seu Governo… e em paz
Assim como a mulher que não pode ser obrigada a se casar ou ficar casada com quem não quer, a sociedade não pode ser forçada permanecer submetida a um governo ou relação de poder que não consente nem ser violada de novo se finalmente livre deste sendo imediatamente obrigada a se submeter a outro!
Não!!!
Não, não é só uma questão de se livrar da Dilma, para não se entregar ao Temer, é uma questão de independência! De emancipação! De liberdade!!!
Nós, a sociedade, não temos apenas o direito de escolher com qual governo queremos nos “casar”, mas quais os termos de igualdade de direitos e deveres desse “casamento”. Queremos escolher como, quando com quem e se queremos ou não casar com este ou aquele governo. Por que não?
Impor-nos qualquer um deles, forçar relações de poder contra nossa liberdade e livre vontade soberana não é apenas uma violação de direitos políticos inalienáveis, mas uma violência contra nossos direitos naturais, universal e fundamental de autodeterminação e livre comunhão de paz.
Este sim é o verdadeiro estupro político, o verdadeiro estupro da democracia: o estupro da cidadania.
Cidadania e democracia que não são masculinas, nem patriarcais como o estadismos e os estadistas mas naturalmente livres férteis e mulheres como a própria Liberdade.
Liberdade que não é azul é um principio, e os princípios não tem cores, nem gêneros, mas se tivessem eles seriam femininos, porque o criador é a Própria-Concepção enquanto livre-vontade e não é por acaso que tais ideais encarnem naquilo como feminilidade e não sua oposição nem complemento.
É a violência sobre a violência o Estadismo, usar não só da figura feminina, mas da sua violação, do estupro para defender o estadista, que é figura patriarcal masculina supremacista e branca independente do seu sexo ou cor.
É tão abjeto quanto se Obama disesse que se sente perseguido ou vítima de golpe racista se acusado de genocídio por seus drones assassino ou violador de direitos humanos pelas Guantánamos que ele ainda não conseguiu fechar.
www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/224494/Dilma-sofre-%E2%80%9Cestupro-pol%C3%ADtico%E2%80%9D-diz-fil%C3%B3sofa.htm
O Estado não é apenas uma máquina machista. O estado é uma máquina patriarcal. E nós a sociedade somos não apenas o principio feminino mas o principio humano natural e geracional original e contrário.
E mesmo antes do Estado-Nação ter sido desenhado para abortar todas as primaveras dos povos e frear toda cosmopolitização, toda “solidariedade internacional” empurrando “seus povos” às guerras, nacionalismo e xenofobia, o Estado como reino já era o senhor desta relação de poder primitiva, deste “casamento forçado” entre sociedade e governo; este concubinato das plebes aos seus cafetões santificados pela lei e ordem dos dogma da santíssima trindade patriarcal-patrimonialista: a pai-pátria-patrão- esses senhores todo poderosos dos nossos lares, da nossa terra mãe, os il Duces dos nosso domus e condutieris da nossa domesticação como educação, doutrinação ou intimidação bruta.
Se de fato os governos fossem casamentos, fossem comunhões de paz, celebrados pelo consenso entre as partes, entre pessoas livres, adultas, conscientes e emancipadas; se fossem, ou um dia tivesse sido, uma comunhão, fruto de relações consensuais e não um estupro de povos, raças, gêneros, e até mesmo gerações submetidas desde quando crianças ao estupro das relações forçadas de poder; se governos fossem casamentos, fossem comunhões de paz e não monopólios da violência e violação, se fossem contratos sociais de paz e não monopólios de violência sobre bens, liberdades e pessoas violadas, se fossem… ainda sim, nosso governo seria tão arcaico, conservador e reacionário quanto qualquer casamento do século passado nestes fins de mundo governando pelo coronelismo, onde manda quem pode obedece quem tem juízo. Casamentos arranjados por interesses das famílias contra todo direito natural dos coitados obrigados a reproduzir sua condição vassala.
Seriam daqueles casamentos antes do advento sequer do divorcio, separação ou desquite; antes de qualquer revolução sexual ou liberdade às mulheres; seriam de fato o que são: falsos contratos sociais, contratos estatais de dominação protegidos por ritos e leis de fundo mitológico e religioso patriarcal que servem apenas para sacramentar a exploração do “homem” pelo “homem”.
Contratos de privatização e estatização da vida, contratos clássicos de servidão e reificação que por direito e justiça natural são simplesmente nulos e onde existe justiça humana: criminosos.
A sociedade assim como a mulher não só não pode ser livre; ela não pode em hipótese alguma se ver livre.
Não pode sequer imaginar-se governando sua própria vida sem o principio tutelar-autoritário paterno-senhorial.
Nenhum pessoa, classe, gênero, ou geração pode sonhar em escolher por conta própria quem será seu governante, ou seu governo.
A sociedade não pode escolher quem será seu esposo; não tem o direito nem sequer de dizer se quer ter um, ou em querendo, que tipo de relação seria essa entre a sociedade e seus governantes?
Quem senão os próprios estupradores poderiam afirmar que a vítima é a culpada? Quem senão os estadista e seus cafetões e cafetinas poderiam dizer que a mulher e a sociedades querem ser esposadas ou governadas por malandros? Quem senão os estupradores, podem afirmar que nós queremos ser possuídos, governados ou violados? Quem senão eles, para dizer que só eles sabem o que nós querem e gostamos e estão no seu direito quando se negam a nos deixar em viver em paz?
Créditos: ONU Punições para crimes sexuais cometidos por soldados não estão previstas em legislação recém-aprovada Em…www.promenino.org.br
Orwell tinha razão: desse ministério das fazendas humanas eles são os porcos, que acusam de crimes contra a honra aqueles que não se se submetem a sua autoridade pervertida e teratológica que como lobo se veste das peles das ovelhas que devora.
Dilma é mais mulher que muito homem. E como pessoa humana ninguém tem absolutamente direito de inferir sobre sua sexualidade, identidade. Dentro ou fora do governo merece o mesmo respeito que qualquer mulher ou ser humano merece um dos outros. Mas o Estado… a maquina meu caro não é gente, e se fosse, meu caro, o estado, o estadismo e o estadista, não só sempre são machos, como são de anjos só guardam a queda.
E não é a toa que anjos caídos mesmo não tendo sexo, ainda ser masculinos. A masculinidade castrada que inquisidora e perseguidora da sexualidade feminina é a fábrica de todas as bestas hobbesianas. O fanatismo estatal e religioso; a idolatria por poder, não se reproduz meramente por machismo-patriarcalismo ou repressão sexual da fertilidade e feminilidade. Mas por canalização de toda frustração da libido criativa castrada como desejo maniaco de posse e poder da criação.
A repressão não apenas da sexualidade, mas de toda liberdade criativa-concepcional, alimenta não só o desejo de posse poder e violência dos frustrados, ela alimenta a sua adoração ao próprio absoluto como puro e supremo enquanto renegação de todo diverso e miscigenado e segregação dos escolhidos contra todo o resto- a plebe pobre, preta, ignorante e rejeitada mas sobretudo coitada. Aliás, aos olhos do violentador, “merecidamente coitadas”, porque ao castrado-castrador, o maniaco por poder, fiel do culto ao monopólio patriarcal da violência, todo aquele que não detém a força da violência é naturalmente fraco como “uma mulher” e como ela nasceu para ser politica e sexualmente submetido aos eleitos antes de tudo por deus.
Várias galerias de arte dos Estados Unidos proibiram a artista Illma Gore de expor em suas paredes um quadro do pol…noticias.terra.com.br
É por isso que mesmo fodendo absurdamente todos os dias com a gente, mesmo sendo violadores e criminosos descarados eles se indignam quando exigimos a restituição dos nossos direitos sejam eles políticos econômicos ou sexuais, sobretudo não devolvidos não como corpo castrado e esquartejado, mas como espirito livre em todo direitos produtivos, reprodutivos, criativos e conceptivos.
Dizem que somos imorais e que misturamos as coisas. Mas são eles que não só discriminam, segregam, e violam o feminino, mas assassinam com sua moralidade hipócrita e leis criminosas nossa liberdade e ainda por cima velam seus preconceitos. Eles não apenas usam a desintegração da sexualidade e politica, mas da normalização da violência e violação sexual e política como armas para i,por seu culto e cultura de violência como normalidade legal e real; mal necessário; e único bem estar possível.
A moralidade e a hipocrisia não são apenas armas para a falsificação da ordem natural, são armas de intimidação do policiamento ideológica para o acobertamento da sua cafetinagem e prostituição institucionalizada, o refúgio de todos esses estupradores políticos que desintegram a feminidade e segregam o feminino da vida política e a violam a mulher não apenas como gênero, mas como principio natural e universal de geração da vida, o feminino como a própria sociedade.


O velho Estado, o estadismo patriarcal anti-libertário jamais será um promotor de igualdade de nenhuma especie, sobretudo de gênero, porque tudo que ele sabe fazer, seja como principio, meio ou fim resulta no mesmo: violência e, a longo prazo, nais desigualdade aos discriminados. É uma entidade criminosa e mesmo quando supostamente quer fazer justiça como todo criminoso tudo o que faz é só o que sabe fazer: cometer crimes para compensar outros crimes.
Todas suas “boas ações” quando não ficam só na promessa ou são na verdade cavalos de troia, são ou conquistas sociais impostas contra a verdadeira vontade política, como os direitos civis; ou iniciativas sociais expropriadas para parecer concessões governamentais: como os direitos trabalhistas.
Não é que o discurso estatal raramente seja acompanhado da prática, o estadismo é a ideologia da pregação do discurso enquanto negação da prática. O estadista é como o profeta, não é do seu interesse profissional que o o reino prometido se realize. É por isso que todas as suas ações jamais tocam a raiz do problema. A raiz do problema com certeza é a propriedade, mas não enquanto mero fenômeno econômico, mas antes de tudo político, e cortar esse mal primitivo pela raiz é o mesmo que cerrar suas próprias pernas.
O direito de propriedade não é apenas posse de valores predeterminados de seres reduzido a coisas , mas direito de autodeterminação de valores e identidades em relações de paz e consensualidade.
Compartilhar Na última quarta-feira, a França aprovou uma lei que muda a regulação da prostituição no país. De agora em…www.bbc.com
Veja como até quando lida diretamente com a questão da sexualidade ele replica e confirma sua finalidade: desde da hipocrisia (criminalizar o cliente) até a violar o direito da mulher sobre seu corpo e liberdade ( a impedindo de negociar o que lhe pertence só a ela).Veja como ao invés de solucionar o problema, o Estado apenas ataca os sintomas e consequências do mal que é o grande subsidiador. Pois se afinal a pessoa tivesse acesso aos rendimento do bem comum que ele monopoliza violentamente, ela não precisaria se vender, mas não só se venderia se ou quando quisesse, mas para quem bem entendesse. É é justamente a parte do vender-se para quem bem entendesse, o que mais incomoda a tara destes hipócritas pervertidos adoradores da sagrada posse e poder.
Eles não estão preocupados com a liberdade ou dignidade política nem sexual de ninguém; eles estão preocupados como o despertar libertário e igualitários daqueles que contestam sua autoridade como desigualdades de poder e suas liberdades como privilégios de violação da liberdade alheia. Estão preocupados com a queda da farsa do seu Falso Estado de Direito Democrático, onde poderes e liberdades não são direitos e deveres iguais, mas princípios intencionalmente postos em oposição pela brutalidade primitiva, violenta e pré-arrogantes da desigualdade de posse e forças.
Querem preservar seu velho regime a todo custo, mas se esquecem que até como dominação o Estado precisa se reinventar com mais liberdade e inteligência até mesmo para poder continuar explorando alienados. Parecem que não percebem que quanto mais se recusam a ceder no minimamente necessário à pacificação, mais e mais perdem a legitimidade para fazer o que é precisam e interessa até mesmo a eles.
Continuam brincando com o fogo, e apostando na falsificação ideológica, mesmo sabendo que já não tem mais anéis para entregar no lugar dos dedos, e que amanhã o que estará sob contestação não serão mais seus títulos e diplomas como mandatários, mas a continuar com esse nível de desonestidade intelectual e negacionismo muito em breve também seus títulos e diplomas de propriedade. Sim a propriedade que ainda não foi posta em questão será, conforme todo o sistema resiste em reencontrar um novo ponto de equilíbrio.
No presente momento ainda se discute qual ator institucional resta o mínimo de legitimidade para chamar a responsabilidade das reformas necessárias. Se é que resta algum. Mas se ninguém o fizer, em breve estaremos discutindo não quem tem o direito legitimo de fazer algo, mas disputando quem tem o direito de fato para fazer alguma coisa.
O descompasso entre o direito de fato e o direito legitimo é cada dia mais gritante. De tal modo que o poder e autoridade é cada vez mais imposto e menos consentindo, até mesmo entre os servis mais alienados. E quando for totalmente rompida a relação entre representatividade e legitimidade, restará apenas o poder de fato sem nenhum poder de direito e teremos perdido definitivamente toda chance que temos de restituir a legitimidade da soberania e atingir a plenitude da cidadania e democracia dentro desse marco legal.
Dezenas de milhares de pessoas voltaram às ruas neste sábado (9), na França, para protestar contra o projeto de reforma…g1.globo.com
A democracia não precisa nem é feita da concordância entre todos, mas é e precisa ser o consenso de paz de todos quanto as deliberações da maioria que respeitam o direito não só das minorias, mas de cada individuo em paz por mais discordantes que sejam.
Democracia não é ditadura de maioria nem minoria eleitas, é consenso entre todas as pessoas de paz sobre as deliberações da maioria que não só não podem ferir as liberdades e os direitos fundamentais de ninguém, mas devem garantir o bem comum, as liberdades e os direitos fundamentais de todos.
A autoridade daqueles que voluntariamente se dispõe a assumir uma responsabilidade social, emana do permanente consentimento dos demais, e com legitimidade só existe enquanto dever e obrigação e não como privilégio ou desigualdade por privação primitiva de liberdades básicas ou o que é a mesma coisa, poder desigual sobre o bem naturalmente comum.
A democracia que tenta impor a força a vontade de qualquer maioria ou minoria contra a livre vontade de uma unica pessoa de paz, não é democracia; pode ser uma ditadura da maioria que por força da lei se passe e imponha como democracia, mas quando nem isso é, quando se torna a ditadura de uma minoria, não há farsa grande o suficiente que a disfarce ou encubra: só se impõem com censura e força de fato. E isto sim é o estupro político como forma de domesticação. Ditadura disfarçada de dita”branda”.
Toda essa desinteligência, insensibilidade e desonestidade intelectual de quem continua a pregar a desintegração de classe, gênero, gerações, a apostar na divisão social como forma de perpetuação de um domínio cultural falido, levará não só a esperada divisão social, mas a polarização e confrontamento entre os que se odeiam como o subsequente linchamento das buchas de canhão daquele que for no momento a minoria política. E os peões desse jogo de xadrez, serão objeto da antropofagia das suas próprias lideranças; serão consumidos em discurso de vitimização de líderes que fingirão, mais uma vez, que os mortos e feridos são eles próprios, e não os tolos e inocentes que eles mesmo empurraram ao sacrifício como massa de manobra.
É por isso que não tenho duvidas, se você me perguntar de que lado eu estou, com certeza te digo: do meu! que é sempre contra todos aqueles que querem apartar as pessoas nas fronteiras ideológicas e violentas dos seus preconceitos anticoncepções.
Como poderia ser diferente?
Desculturalmente, sou brega; Socialmente, sou — dentro da legalidade- marginal. Humanamente, embora “branco”, negro e latino americano. Geracionalmente o novo que se antepôs ao velho e que já precisa ser reciclado. E como gênero…
Bem como gênero sou e estou por inteiro pelo princípio geracional: criativo e feminino; natural e social; libertário-igualitário. O principio revolucionário de nossa gene que é negra, de nosso gênero que é feminino, e de nossa nova geração que é libertária.
Liberdade.
Assim como a Paz e Humanidade não nasce da união dos violentos, mas da solidariedade entre oprimidos. A igualdade de liberdade nunca advém da sua falsa representação como desigualdade de poder.
A Liberdade não é azul; nem a igualdade é vermelha; a liberdade é feminina! Porque o feminino é sempre novo e assim como antes do novo já havia o feminino como principio criador da vida, depois do fim de um ciclo o novo renascerá como sua criação.
A Liberdade é feminina,a Igualdade é jovem, e a paz e fraternidade sempre negras. E a sabedoria quando existe é práxis e para todos e no aqui e agora e não no “em breve” que nunca se inaugura; é futuro como presente:
Renda Básica e Democracia Direta Já!