Como “previsto” o verdadeiro golpe

Eleições Gerais só não adianta: Democracia Direta Já!

Como eu disse há 3 golpes em curso: E se como previsto esse Terceiro Golpe “der certo”, todos os golpistas, inclusive os “inimigos” da mídia e oposição “golpistas” voltam a compor a mesma base do governo e o sistema se reinicia como o mais novo golpe mor de sempre o dos governos e sua “legalidade” de criminosos contra a população corneada de novo tanto a esquerda quanto a direta. Eu disse isso não é Shakespeare, é Nelson Rodrigues, é aí de quem chamar o amor deles de tara.

Eleições Gerais

E eis que após acabar com a legitimidade do governo, a legitimidade do congresso e impeachment, a volta dos mortos-vivos, a volta dos que nunca foram, avança para se apropriar e destruir o último dispositivo que permitiria a sociedade vir a relegitimar esse democracia e atualizá-la com a vontade contemporânea sem uma revolução popular; eis que os macocos velhos da política depois de terem cortado todos os galhos dessa árvore enfraquecida da democracia agora avançam sobre o próprio tronco, a fonte da legitimidade de toda soberania legítima: as eleições diretas.

Continuo apoiando as eleições gerais e por isso mesmo é que faço questão de me manifestar frontalmente contra todos que querem se manter no poder ou chegar a ele falsificando também essa instituições e seu mais dispositivos democrático: o voto.

Se eles armarem esquemas dentro deste último recurso. Não há STF que salve.

Democrática direta não é a ditadura da maioria mediada pelo autocracia judiciaria, seja ela do STF ou de um único juiz é a o dirito de inviolável de cada pessoa preservado por relações consensual e manifesto pelo poder de decisões e negociação e livre associação de paz.

Isso não acaba com as decisões por maioria isso valida toda e qualquer decisão por qualquer tipo de maioria simples ou absoluta, ou até outras formas de tomada de decisão coletivas desde que este seja o consentimento expresso de todos os participantes.

Qualquer outro regime frente as liberdades abertas como possibilidades tecnológicas e conhecimentos por nossa sociedade de informação contemporânea tem nome sim: e é golpe.

Esse é o verdadeiro golpe, seja dado mantendo os palacianos , seja colocando os oposicionistas via impeachment, seja fazendo a festa do caqui nas eleições gerais convocado inclusive por publico e notórios mafiosi que só é claro a justiça cega não enxerga. Que a justiça então seja cega para o negro e pobre preso preso por trocados. Imaginem quantas pessoas esse tipo de justiça dos foros e forúms privilegiados que só se lembra dos direitos humanos pros seus iguais, mas a tentativa de transformar o que finalmente agora eles sabem que o é o óbvio: Acabou. Fora todos! Em apenas um recomeço… Para Todos eles.

O golpe nunca acaba enquanto a verdadeira democracia não se consuma, enquanto a democracia direta não começa.

O verdadeiro golpe sempre foi o mesmo, os outros apenas concorrentes oportunistas dentro dele, vermes. O verdeiro golpe no Brasil não se chama revolução, porque nunca tivemos uma única revolução que não tenha sido ela também um golpe. E essa é mais uma tentativa de transformar em farsa, mais um levante popular, o de lá atrás do de Junho de 2013.

A história do Brasil, é uma grande farsa, a abolição da escravatura, as proclamações das repúblicas, e até a independência. Nunca houve independência, nunca tivemos uma coisa pública do povo, e pergunte para um negro ou alguém que tem um trabalho que ele é obrigado a fazer por não ter nem o que comer se sente livre em nosso país. Essa são as opções de quem nasce livre mas miserável no Brasil: ladrão, escravo, ou exército do Lula.

Não adianta prender, bandido não, não é a maçã por mais podre que ela seja é a caixa. Não adianta nem fechar a porta da democracia para eles. não adianta proibir que esses velhos abacaxis pobres concorram. Ou se abre o sistema igualmente para todos votem e votem sempre não só candidatos, mas nas leis, ou os mais canalhas vão sempre se beneficiar da institucionalização da desigualdade de relações de poder como ordem para manobrando os excluídos em seu favor contra aquilo que for posto para parecer menos pior.

E não, não acreditem no Tiririca sempre tem alguém pior. Já que a possibilidade do verdadeiro interesse e bem comum a verdadeira democracia direta está e estará sempre excluída por proibição criminosamente legalizada. Enquanto a cidadania plena via voto direito para as pessoas adultas e emancipadas não for a primeira e última palavra sobre todas as leis, decretos e até mesmos jurisprudência não for a lei viva da verdeira Constituição de uma Nação não teremos Democracia mas sua Representação como Espetáculo e amor platônico.

E não se enganem não estou pedindo pela pior das ditaduras, a das maiorias que quando se juntam em gangue, em massas, e inconscientes coletivos, é sempre compostas se idiotas e ignorantes, haters e rapers. Muito pelo contrário. Estou pedindo pelo verdadeiro estado de direito democrático, o estado onde toda relação politica, religiosa, econômica cultural seja uma relação consensual e não imposta por violência ou monopólio da privação ou agressão contra os excluídos da plena cidadania em todos seus sentidos.

Um Estado de igualdade de direitos universais pro garantia de liberdades de fato nem que seja apenas em um território deste planeta.

Estou clamando que se respeite o direito inalienável de cada pessoa humana manifesto em seu poder de decisão tanto sobre tudo que é seu em particular quanto em interesse comum manifesto por seus atos e votos de livre vontade não-violenta e relação consensual.

Estou clamando por uma democracia direta onde o direito e a propriedade individual sejam protegidas pela proibição da imposição da vontade da maioria contra uma unica pessoa em paz que seja. Ora mas assim será impossível governar essa pessoa! Governar? Cara-pálida? Será impossível ditar sua vontade sobre ela. Governar será possível com o consentimento expresso dela, e ela será livre até se para se entregar com todo amor de camões a quem quer seja:

“É querer estar preso por vontade; 
É servir a quem vence, o vencedor; 
É ter com quem nos mata, lealdade.”

Livre. Não, forçado nem carregado por turbas de fanáticos.

Por isso repito apoio, as eleições gerais, mas não sou um idiota útil, nem uma pena vendida. Não estou propondo ela como o cavalo de troia onde estes bandidos vão escapar e se reinstalar exatamente no mesmo lugar em cima das nossas cabeças. Prefiro votar nulo se for para votar de novo neles. Alias prefiro pedir asilo político, porque num pais governado por bandidos tenho certeza que os honestos que teimarem em não se calar serão calados de um jeito ou de outro: na cadeia ou na vala comum.

Não quero reeleger bandidos que representam interesses privados e corporativos, mas para senão votar diretamente sobre meus interesses comuns, ao menos eleger quem venha a instaurar isso. Quero democracia direta. O resto é mais do mesmo, demagogia, é brincar com coisa séria ditadura-democracia, direitos fundamentais e crimes contra ele, é definitivamente brincar com o limiar que separa os crimes comum cometidos por governantes, dos crimes de estadistas cometidos contro os povos.

Definitivamente a irresponsabilidade e desgoverno deste políticos está ultrapassando a do estadistas e anarquistas praticantes da propaganda pelo ato, eles estão se configurando de fato como agestes provocadores de ditaduras. Se eles estão pretendemos fazer as novas eleições gerais como refém das suas chantagens para que o novo governo seja apenas mais um hospedeiro dos seus esquemas criminosos, eles vão fechar a última saída da legitimidade e deflagar de vez a revolta popular.

Não é preciso de bola de cristal para ver onde isso vai dar. Nem de grampos para saber o que eles querem e a quem trabalham. Eles são e continuam os mesmos. Quem não pegou o esquema é porque mora no Brasil mas vive em Marte: eles vão de novo pela milésima vez acusar os outros do que fazem ou pretendem fazer, vão dizer que são a oposição de tudo isso e fazer exatamente o que negam: vão discursar sobre legalidade, democracia, mas caminhar de braços dados para qualquer ditadura que empurre seus crimes para debaixo do tapete, e ponha na cadeia quem os denuncia. E isso sobre os aplausos dos traidores e vendidos.

Vou dizer com todas as letras, depois das revelações feitas, só existe uma forma de se manter tudo como está, ou o que é a mesma coisa, manter essa classe política no poder: fazendo da ditadura do politicamente correto ditadura de fato, e da polícia do ideologicamente correto policia ideológica de fato, será preciso fazer da hipocrisia do regime de repressão simbólica em regime de repressão de fato e calar aqueles que chamam os bandidos autoritários que nos governam nosso pais do que eles são.

Democracia Direta

Será que ninguém percebe? Ou vai tentar levar o fingimento até onde? Não adianta acabar com o presidencialismo e distribuir o parlamentarismo, nem vir com novas eleições, porque não são novos presidentes, novos regimes de democracia representativa que vão resolver o problema da ilegitimidade do velho sistema.

Outros países só não estão na mesma situação do Brasil porque não tinham uma classe política tão explicitamente corrupta e atores pornoideológicos tão ruins como os nossos. É até injusto associar Nelson Rodrigues com esse tipo de governança. É boca do Lixo mesmo. É tipo a filmografia do “Sady Baby” mesmo. Não nem ele. E eu não estou sendo irônico, nem tentando ser engraçadinho.

Somos ainda revoltados sem causa. E temos o governos e os chefes de poder que merecemos. O petismos é tão odiado porque ele literalmente decidiu ser a representação de tudo o que há de podre no poder para ficar no poder, mas porque ele há muito tempo representa tudo que há de mais podre na cultura brasileira enquanto relação de poder. O ônibus da Suruba. O petismo é o culto do malandragem, a cultura a esperteza, da falsidade e hipocrisia, a lei de Gerson elevada ao cubo. É a exponenciação dos complexos e manias que mais odiamos em nós mesmos e que mal conseguimos olhar no espelho. É a caricatura do Brasil arcaico e do brasileiro reacionário, mas que depois da orgia politica quer comer a ostia no domingo das eleições e recomeçar limpo no novo governo da segunda-feira, não é a toa que haja tanto ódio entre os iguais enrustidos.

É a tentativa malandra do malandro do 171 se passar por vagabundo, pelo marginal, pelo indigente pelo carente e pela vitima quando todo ele é o bandido e como todo bandido gosta não apenas de cometer o crime, mas de voltar a sua cena, e tripudiar sobre as vítimas. É a exponenciação da cultura brasileira que faz incrível mistura da prepotência e nacionalismo só comparável ao imperialismo norte-americano com nosso sebastianismo saudosismo e vitimismo do português colonial. Um povo maniaco depressivo que vai do ufanismo ao coitadismo num piscar de crises, mas por isso mesmo nunca abonda seus comportamento e sem jamais abandonar o messianismo.

Substituir portanto todos que estão aí, para colocar os mesmos, é pedir para enfrentar o mesmo impasse. Nenhum governo de coalização será formado, porque isso é propaganda política, e propaganda política funciona cada vez menos fora da era do radio e TV. Nem Lula, nem nenhuma liderança poderá reunir toda a sociedade em torno dele, porque parcela considerável da da rede da sociedade não aceita mais que seus interesses difusos e comuns sejam massificados.

Não será possível impor contra eles os resultados de uma nova eleição sem antes relegitimar não meramente os candidatos, mas relegitimar o regime democrático diminuindo os mandatos e poderes dos governantes e ampliando os direitos políticos e econômicos dos cidadãos.

Qualquer farsa que reduza benefícios dos mais pobres, vai levar ao conflito.

Qualquer farsa que aumente os subsídios vai as corporações amigas vai levar ao conflito.

Qualquer farsa que tente acobertar os bandidos privados e estatais já revelados e os que todo mundo já sabe que vai ser denunciados em breve vai levar ao conflito.

Ou simplesmente em outras palavras a continuidade de toda farsa não será solução, mas amplificação do problema!

Não vai ter pacificação nem libertação das massas manobradas pela esquerda autoritária enquanto não tiver plenitude de direitos econômicos .

Não adianta dinheiro todo mundo sabe que tem, e a quem pertence: bolsa-família vai ter que ser despolitizado e virar renda básica de cidadania. Vai ter que deixar de ser ferramenta partidária-governamental e ser direito a dividendo social que eles roubam e distribuem entre eles e empresas amigas.

Não vai ter pacificação nem libertação das massas manobras pela direitas autoritária enquanto não tiver plenitude de direitos políticos.

Não adianta dar voto para quem não quer não quer eleger quem ele sabe que não o representa. O voto vai ter que ser transformado em mais do instancia de escolha de governantes, terá que ser transformado em dispositivo constante de exercício da soberania como poder de decisão plebiscitário e referendário sobre projeto de leis e decretos tanto de iniciativa do poderes executivo e parlamentar como da própria sociedade como iniciativa popular.

Evidente que o povo como maioria é soberana para alterar a constituição, mas não para impô-la ou renegando ou liberdades e direitos universais naturais de nenhuma pessoa ou demais povos dentro ou foras das suas fronteiras, o principio do direito natural e democrático que legitimidade qualquer Estado do planeta contra toda autocracias.

A autoridade sobre um território só é legitima se possui a força de fato e respeita esses direitos, do contrario é apenas uma ditadura, um império e não uma democracia, não importa quão minoritária seja a minoria que ele esmague, ou quão poderosa seja sua força de fato.

A paz não importa se internacional ou nacional é regida pelo mesmo princípio, o respeito a manifestação de todos os seres dotados de capacidade de auto-representar sua própria consciência e as formas de existência dotados de livre vontade que não tenham a mesma capacidade de representação.

E não há paz as pessoas presas as luta por poder dos beligerantes, mas períodos tréguas entre guerras politicas ou geopolíticas.

No fundo não existem direita e esquerda, mas só dois tipos de pessoas as que julgam que podem impor sua vontade a força, e os que não. E entre os que não acreditam na violência ou seu monopólio, falta só agora, constituir seu espaço no mundo com uma regra bem clara: chega de monopolizadores violentos do bem comum. Todo poder e posse dado por privação ou agressão devem ser simplesmente irreconhecidos pelo verdadeiro Estados de Direito Democrático.

É por isso que eu quero eleições gerais. É por isso que quero mais democracia. Eu quero me ver livre deles, mas não armar um circo, nem para que um outro retome o poder que TODOS finalmente perceberam que perderam.

Quero Democracia Direta Já!

Eles vão queimar a ultima porta de saída. Aliás, só para lembrar as últimas eleições estão sob contestação justamente porque eles, os dois lados derreteram o pleito com suas armações, e guerra de classe, e propaganda política falsa e ideológica antes durante e depois das eleições. As salvação não está nas eleições gerais, porque ela em si não nos livre dos problema, nem como sistema nem como personificação dele.

Quero eleições gerais mais permanentes e mais significativas. Quero o povo em paz para sempre nas ruas praças e espaços públicos reservados para que se manifeste; quero a assembleia do povo permanentemente aberta e constituída por populares não como platéia, ma protagonistas.

Não quero mais farsa e farsantes quero democracia direta de verdade. Algo que hoje, graças a tecnologia, todos nós finalmente podemos perceber como algo perfeitamente possível. E agora infelizmente graças a eles, algo urgentemente mais necessário que nunca.

Podemos e devemos ter dispositivos constitucionais e tecnológicos para sempre que necessário (como agora) convocar a população para que tome todas as decisões. Decisões como estas onde é já é mais do que público e notório é urgente que ela seja convocada a manifestar, Seja convocada só não, convoque-se mediante percentual pré-acordado pela própria população via lei — obviamente direta.

Não adianta mais forçar que de 4 em 4 anos que as pessoas alienem seu poder a mandatários. Será preciso manter esse canal de decisão permanentemente aberto para que as pessoas decidam não apenas depois que os Neros incendiaram a casa , mas antes e sempre sobre tudo que é do seu interesse. Podendo tomar a iniciativa para convocar os outros cidadãos plebiscitos a qualquer tempo sobre novas eleições de mandatários, leis e assembleias constituintes.

Tudo o que for necessário para manter a ordem jurídico-legal do estado de direito democrático em permanente compasso e consonância com a soberania da sociedade de paz, algo que demanda cada vez menos burocracia, mais desintermediação e velocidade de processamento das demandas como soluções públicas.

O que não adianta mais é tentar criar Estados que proíbem as pessoas de se governarem e votarem suas próprias leis. E não adianta gritar que isso é anarquia tentando fazer propaganda de terror, porque terrorismo e desordem nós já sabemos quem são os propagandistas e propagadores.

Isso é ordem livre e natural, não porque eu quero ou estou dizendo que será, mas porque sem prerrogativa de violência dada a ninguém ou o que é a mesma coisa com todos com direitos iguais de poder ou de paz, o direito natural e universal que é democrático prevalecerá sobre as construções falsas artificiosas autocráticas que não se sustentam sem a imposição da força e violência.

Não só porque o principio que extingue o “direito”de uma unica pessoa impor sua vontade contra todas é o mesmo que extingue o de todos de se impor da mesma forma contra as demais. Mas porque não importa se feitas pelo povo ou déspotas, leis e decretos que violem direitos universais são inconstitucionalizais antes mesmo da própria constituição as reconhecer ou a jurisprudência mandar que sejam anuladas. Leis impossíveis são nulas, leis possíveis mas que danam a vida das pessoas não só devem ser desobedecidas, elas não devem sequer ser promulgadas.

E não é a toa que ao contrario do que reza a lenda quem justamente tem manias de promulgar leis e decretos que vão contra não só a vontade e o bom senso, mas para gastar mais do que pode, proibir o que não pode, permitir o que não deveria ser devido a ninguém, não são os iguais em poder, o povo, mas não por acaso os governantes beneficiários diretos de toda lei e decreto delas e tão surdos e relutantes quanto as demais. E como isso é ridiculamente óbvio.

Faça do povo um poder e ele se comportará como um governante déspota mimada e infantil, completamente surdo e ignorante ao que pensa cada pessoa, considerando todos crianças sob sua guarda. Retire de todas as pessoas essa prerrogativa de poder, emancipe cada cidadão, e todos serão obrigados a negociar contratos sociais como adultos, sem gritos nem ameaças, mas com propostas concretas de todas as partes buscando um ponto de equilíbrio pacífico até o consenso tanto sobre o que é bem comum e o que é particularmente inviolável.

E isso sem violar direitos particulares porque onde todos tem direitos iguais, a violação do seu direito civil é a violação do único foro privilegiado que todos tem.

E se alguém disser que não sabe o que é violência ou não peça para ele aplicar a verdadeira lei de ouro: antes de fazer aos outros o que ele gostaria que eles fizessem a ele, faça a ele mesmo o que ele pretende fazer aos outros e ao mundo, se ficar vivo ou não falir, mostre os resultados, se os outros gostarem que deixe então que os outros façam por eles mesmo o mesmo ou se quiserem que peçam sua ajuda.

Porque onde não há violência o direito universal não se opõe ao direito dos comuns ele reencontra como relação consensual entre pessoas livre de fato porque finalmente iguais em poder.

Por direito: a todos de acordo com sua necessidade, e a cada um conforme seu trabalho. Por dever de todos a paz e, a de cada um conforme a responsabilidade social voluntária.

O único poder legitimo que existe é o da realização de uma tarefa e obrigação social, que entre pessoas adultas não é a relação entre pais e crianças, mas entre pessoas iguais em liberdade que assinam um contrato social mediadas tão somente pelas outras pessoas igualmente livres, todos os outros contratos ditos sociais são contratos direitos assinados ou não de escravidão ou servidão econômica e política.

A democracia direta portanto não é apenas uma questão de evolução humanista, mas de superação do primitivismo de um estadismo obsoleto frente a um novo mundo. é uma questão de sair da infância da humanidade.

O que estamos vendo são reis e seus privilégios fazendo frente a uma nova primavera dos povos. E quanto mais autoritários e teimosos forem os sistemas e seus representantes menores as chances de reforma e transição pacífica como a inglesa e maiores de revolução a lá francesa.

Sei que é muito difícil para nós que estamos dentro deste processo histórico chamado vida se ver ao mesmo tempo como agente produtor da história e ao mesmo tempo como mero elemento e forma delimitada por sela própria correnteza deste rio. Mas o fato é que como diz o Tao temos ao mesmo tempo que não adianta nadar contra a corrente do destino, para mudá-lo precisamos usar essa força para produzir as transformações que pretendemos dar a trajetória dessa história definido não apenas onde chegaremos mas como chegaremos e sobretudo qual é o nosso papel neste caminho em movimento.

Pessoas de paz, livres e conscientes não impõe seus interesses nem particulares nem comuns, negociam formam sociedades. E sobre tudo o que é interesse universal, tudo que é preciso ser feito “pelo mundo chamam a responsabilidade para si de acordo com sua capacidade, sem inventar nem muito menos impor obrigações aos menos capazes ou mais ignorantes.

Não existe democracia sem entendimento e respeito ao contrato social do seu tempo, não existe sequer governo sem isto, mas anarquia no sentido pejorativo estadista: a negação da ordem natural por desgoverno e desordem social. Como sabiam até os fundadores destas velhas democracias representativas quando elas faziam tanto sentido revolucionário quanto de governança legítima-ao menos a quem não era negro,nativo ou mulher (sempre)- são as novas gerações que legitimam os governos e não os velhos governos que legitimam o governo das novas gerações.

Vovozinhos do mal, Roll Over Beethoven, luta de classes é do tempo da sua vó, o que rola agora é a luta que transcende as classes e classificações, é não é sequer um luta de gerações, é uma luta geracional, é uma luta pela restituições de propriedades particulares e comuns, materiais e imateriais, é uma luta pelos meios vitais e identidades, não é apenas uma luta pela liberdade da terra, reforma agrária, é pela libertação da natureza, da sua fertilidade em todos os sentidos concepção femininos, é uma revolução anti-patriarcal, contra-violenta, anti-escravagista, é a libertação do direito a próprio-concepção como direito fundamental e universal e sim popular.

É a queda não apenas dos falsas representações politicas e ídolos, cultos e idolatrias, é a queda das falsas representações de classe e gênero, da sindicalização pelega da vida e politica, é a libertação dos movimentos populares dos populistas, cidadãos kanes. Não importa o que vocês vão destruir ou o lixo que vocês vão erguer por cima do espirito libertário que movimento este tempo, o que se manifestou não volta. A entropia que nos sistema fechado provoca o caos e anarquia do estadismo e predeterminismo, no universo livre e aberto da ordem natural gera a panarquia da expansão do espaço-tempo e a materialização do novo.

O mundo que vocês tentam possuir e destruir, sequer existe para vocês.

E somente, somente os aqueles que querem com violência impor sua vontade sejam eles bandidos comuns ou não estes sim precisam ser detidos pelo único legítimo defesa a contra-violência chamem ela revolucionária, legalista, ou golpista. se for em favor da sociedade de paz contra os supremacistas e monopolistas da violência ela será a legítima defesa e os que ordenarem e cumprirem esses ataque aos manifestantes, sobretudo os desarmados serão nada mais do que criminoso de guerra, criminosos contra a humanidade.

Renda Básica

Mas cansei de só falar dos erros deles. Porque se Lula ou qualquer outro populista que vier a tomar o seu lugar, seja de ou direita ou esquerda vocês v]ao ter que atrás de outros culpados. Se quiser ser muito sincero consigo mesmo vai ter que pedir para o Moro para prender você. Porque deste “crime” de omissão somos todos culpados.

Sei que diferente dos crimes políticos de fato você não sabia, nem tinha o dever ou o poder para controlar os atos do seu vizinho (e espero que nunca chegue esse dia), mas isso não nos te faz menos responsáveis pelos atos que juntos todos nós todos NÃO “cometemos”, os atos que de livre e espontânea vontade co-solidariamente infelizmente não como realizamos como sociedade e que permitiram que gente como Lula ou pior ainda que ele andasse por aí.

Quando a esquerda que enche a boca para falar do seu ídolo. Eles tem razão numa coisa: como sociedade não fazemos nada. Não que eles ou eles façam alguma coisa, mas ao deixamos como cidadão para que o governo cumpra como benesse o que jamais deveria ser dado como graça por despostas; o que deveria ser de fato garantia como direito e dever de cada cidadão uns para com os outros, entregamos nossos direito constitucional como favor e nosso dever como poder aos tiranos.

Ademais, o dinheiro dos Fundos Públicos, o dinheiro que deveria logo de cara bancar tudo isso, você agora sabe no bolso de quem está. E não é de quem recebe bolsa-família que como você não deveria receber nenhum favor ou ser dependente de nada, mas receber o mesmo direito ao dividendo social que pertence a todo cidadão.

E se você não quiser ser só ser justo mas também inteligente, para garantir que esse dividendo social seja sempre suficiente para prover uma vida minimamente digna, irá garantir que todos os recursos que hoje são impostos virem contribuição voluntária equitativa e vá diretamente como renda igual para o bolso de todos que participam deste sistema contribuam com zero ou um milhão, o importante é que cada centavo chegue intocado diretamente nas mãos de todo brasileiro.

Especialmente agora que finalmente você entendeu como funcionam todos os valores que o governo agrega as seus serviços prestados, você não precisa nem ser solidário basta ser inteligente para entender que:

1. cada centavo que não vai diretamente para a mão de um beneficiário de programa social, serve para todo e qualquer fim, dos corruptos e eleitoreiros, aos doutrinários e até mesmo tutelares, todos eles no mínimo contra-emancipatórios.

2. que cada centavo que falta a uma pessoa carente do rendimento do bem comum é o dinheiro que falta a sua sobrevivência digna e o exercício da sua cidadania livre, e portanto a oportunidade perfeita para que oportunista econômicos, políticos e até religioso comprem a fidelidade dos cidadãos mais vulneráveis por falta de proteção social, que não é nem pode ser jamais favor governamental, mas dever constitucional.

3. E é por deixarmos que coisas tão importantes quando o cuidado da vida humano seja feito a cargo dessa gente que a partir do dia de hoje não temos mais o direito de dizer como eles que se comportam como nossos sequestradores, não podemos dizer como eles que somos inocentes porque não sabíamos do que eles eram capazes de fazer e NÃO fizeram.

A partir do momento em que se tornou público e notório quem eles são, não importa se o STF condene ou absolva, somos todos cúmplices, e não precisamos de juízes nem sentença que nos condene, nem autocratas cagando regrinhas porque a lei e a ordem que não observamos é a a natural, e as consequências por nossa inconsequência sociais é a como diz a mesma de quem come prego, ou melhor pregos por que eles são muitos: Lula e Dilma, Temer, Renan, Cunha…

Lula sempre tem chances incríveis de dar certo não importa o que ele faça, não apenas porque como Cunha são pessoas sem limites em “de negociação”, mas porque eles tem a sua disposição uma margem que nenhuma pessoa num mundo livre deveria possuir.

É como diz a parábola da viúva não há quem seja tão miserável que não possa ser rico em solidariedade. Por isso não fujo, nem em furto de responder co-solidariamente por toda a minha sociedade brasileira por nossa falta que prejudica a todos, mas aos mais vulneráveis muitos mais.

As pessoas ainda não entendem, e não sei quanto tempo vão demorar para entender, mas renda básica e democracia direta não é programa politica nem assistência social, é revolução é abolição de escravatura politica e econômica.

E revolução não golpe. Revolução não é demagogia é democracia; não é o poder é liberdade; e sobretudo não é discurso é prática.

Por que?

Porque revolução não se faz com balas, nem com a força armadas nas costas, nem só com ideias, mas de atos repletos de ideias, e ideias cheias de ato.

A sociedade só perde para os Lula e seu populismo, ela perde para si mesma, para sua falta de responsabilidade social, solidariedade, sensibilidade humana, perde acima de tudo para a sua inteligência que não ainda não aprendeu que o interesse particular não termina no próprio umbigo.

E se você acha que essa é uma critica a burguesia de direta, não se engane essa é uma critica sobretudo a burguesia de esquerda, que se pensa revolucionária, mas não consegue se olhar o seu próprio rabo de preto-da-casa muito bem vendido e bem tratado por seus donos “progressistas” da casa-grande.

Quem eu penso que sou para falar tudo isso? Ora ninguém. Basta você ser um vagabundo qualquer, que não vendeu o rabo para você-sabe-com-quem-está-falando? para poder falar o que qualquer um gostaria mas não pode.

E é de Ninguém que precisamos.

Neste bang-bang espaguete brasileiro o negócio não é votar nulo: o direito a afirmação e negação do ócio é votar em você; vote em quem representa você: Vote em Ninguém! Vote em você mesmo! Vote pela Democracia Direta!