Renda básica: a humanidade está em guerra… e está perdendo feio

Da organizações não-governamentais de povos unidos

O aumento do terrorismo de Estado como propaganda inclusive pelo ato, pode não significar para muita sinal da iminência de um conflito geopolitico global, mas simplesmente a radicalização das chantagens e ameaças mutuas que caracterizam desde sempre em maior ou menor tom a diplomacia dos Estados-Nações. E de fato o mais razoável neste momento é supor isto, mesmo que na verdade seja o contrário. Contudo ignorar a periculosidade da escalada dessas retórica e de fato da guerra no Oriente Médio, é pedir para ser forçado a trocar de perspectiva. Afinal, para quem tem seu mundo explodido e a cabeça da sua família explodidas tanto faz se do outro lado ainda se come caviar. E portanto rigorosamente a guerra ainda não por definição mundial.

O fato inegável é que sejamos nós ou não os bombardeados, baleados, da perspectiva humanitária já estamos mesmo em guerra contra o terror especialmente o de Estado e faz tempo, a pergunta é o quanto somos informados ou enganos queremos nos informar ou nos enganar sobre isso.

Especialmente nós que trabalhamos na base e nas linhas de frente do ativismo pelos direitos humanos garantidos não como uma ficção ou farsa, mas como uma realidade para todos. Nós estamos perdendo essa guerra que travamos como voluntários pela humanidade… e feio.

Nossas ações, projetos sociais, são muito bem intencionados e altamente significativos especialmente para as pessoas que atendemos, mas completamente irrelevantes perante o avanço desses estadistas e monopolistas da violência e seu terror.

Repito portanto com todas as letras o mantra do que tenho pregado como chamamento ao ativismo internacional. Precisamos com urgência urgentíssima de uma rede de solidariedade entre os povos baseada em garantia de minimo vital para todos, porém em consideração aos nossos escaços recursos dirigida estrategicamente para os povos e pessoas mais vulneráveis.

Os testes e experiencias quanto a renda básica não são apenas dispensáveis eles são contra-produtivos frente a necessidade inclusive geopolítica de blindagem dos povos e comunidades carentes que estão a mercê desses ideólogos do terror de Estado.

Feliz é o momento em que uma pessoa falante da língua portuguesa ocupa finalmente a secretaria geral da ONU- não só porque não seja a minha língua mas porque não é a língua do supremacistas. Mas de que adianta? A ONU já se provou completamente inútil para frear o avanço desses senhores da guerra e da discórdia, pelo fato cabal que é formada pelos lobos e não pelos cordeiros.

Precisamos de organizações não-governamentais de povos unidos não sobre ideias, mas sobre ações concretas de proteção da vida e liberdade de garantia do minimo vital in natura ou especie, da forma que forma que for mais viável, barata e possível fazer a provisão do absolutamente necessário.

Não basta ficar servindo de papel higiênico e mandando ajuda humanitária ínfima àqueles que nossos governam matam com o dinheiro dos nossos tributos. Se não temos força para depor nossos tiranos, nem desobedecer nossas tiranias que ao menos cumpramos nossa responsabilidade humanitária universal e passemos a garantir como pudermos uma renda básica a quem habita territórios em risco.

Precisamos começar imediatamente a nos organizar em nível internacional para fornecer rendas básicas incondicional in cash ou natura para Isto é territórios de pessoas empobrecidas de países ricos em recursos naturais e governos corruptos que em breve estarão em disputa no alvo das guerras geopolíticas ou econômicas desses supremacistas violentos que provocam os genocídios diretos e diretos da humanidade e natureza.

Não adianta tapar o sol com a peneira nem pedir pelo fim da sua fome a canibais. Ou nós começamos a nos virar com o pouco que nos resta, ou em breve não nos restará nada em de recursos naturais e vitais nem liberdades. Explodam nossos estadista o mundo com suas bombas ou não.

A renda básica não é o assunto para os próximos 20 anos, é um para ontem, o assunto dos últimos 500 anos cuja ignorância vai custar mais caro que as próprias guerras que se cultivam no campo dos privados das suas liberdades reais que deveriam sempre ter sido inalienáveis.

Não precisa a TV estatal russa fazer terror para o seu povo. Basta olhar para os refugiados pelo mundo inteiro para saber que essa guerra está em outro estágio. E se nada for feito firme em seu curso… no interminável ciclo de guerra e paz do estadismo.

E quem você acha que colocará um ponto final nele? Os estadistas, demagogos e genocidas ou os solidárias as suas vítimas? Serão os Estados ou a humanidade?

Chega de guerras e terror. Renda Básica Universal de verdade e já. Porque a batalhas do nosso tempo que nós fugimos e nos acorvadamos, nossos filhos pagam com a vida nos campos de batalha e campos de concentração não mais me sentido figurado, mas reais.

Não há milagre, ou melhor há, mas quem precisa de fé para levantar e andar somos nós. E não eles.