O sonho nos mantém vivos

Por: Douglas Brose, maior medalhista e principal atleta do karatê brasileiro

Foto: Arquivo Pessoal

Desde quando comecei a pratica do Karatê, em 1994, já se falava e se sonhava com o esporte incluso nos Jogos Olímpicos. Em 1995 conseguimos incluir a modalidade nos Jogos Pan Americanos, onde estamos até hoje, e daí por diante sentimos um pouco do “gostinho” de estar em um circuito olímpico.

Desta vez estamos muito próximos. Temos a chance real de estarmos presentes na próxima edição dos Jogos Olímpicos, em Tóquio 2020. Isso faz com que sonhemos literalmente acordados, a cada treino, a cada competição.

Eu, particularmente, tenho este sonho. Nunca tive medo de sonhar alto pois isso me mantém vivo. Alguns atletas têm o sonho de participar de uma olimpíada, eu sonho em ganhá-la e fazer com que o mundo possa conhecer cada vez mais esta arte maravilhosa que é o Karate-Do.

Penso que quanto mais pessoas tiverem a oportunidade de praticar, viver e absorver a filosofia do karate-do, mais conseguiremos não somente formar atletas, mais sim melhores pessoas. Vejo nos Jogos Olímpicos a porta para isso.

Torço para que o COI, por meio dos seus membros, escolham o karate para, quem sabe, eu possa estar lá e inspirar novas gerações, mostrando que sonhar nunca é demais e realizar seus sonhos não é impossível.


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