Aquilo que ninguém nunca te ensinou sobre a “síndrome da inferioridade”

Constantemente vivemos em busca do tempo ideal. Este, contudo, nunca é o tempo atual. Desde cedo somos ensinados a ser igual o amiguinho, que é mais organizado, estudioso, vaidoso e por aí vai. Quando a gente cresce, queremos ter um carro, celular, casa legal. “Se fulano tem, por que eu não teria?”, nos perguntamos.
A comparação faz parte da nossa vida e com ela vem a síndrome de inferioridade. Nunca nos bastamos e sempre precisamos ser mais. O “ter” ganhou muito mais importância que o “ser”. Isso acaba criando uma geração de pessoas com transtorno de ansiedade e falta de auto estima.
Quem passa por isso tem medo do que os outros possam pensar dele, vivendo em um presídio interior terrível. Se você liga e a pessoa não te atende é porque não quer falar contido e você provavelmente fez algo que a desagradou. Se demora a responder uma mensagem é pelo mesmo motivo. Enquanto isso, você se afunda em uma insuperável crise existencial, se achando o mais inferior dos seres da terra.
Lidar com o fato de que você é ser humano e erra é um problema. Ser notificado do seu erro por outra pessoa é como uma facada no feito! Não deveria doer tanto assim. Você não deveria ter tanto medo.
Deveríamos ser ensinados a tentar, a aprender com os erros. Deveríamos saber o significado da palavra “resiliência” e aprender a lidar com o mundo real, sem fantasias e máscaras. É preciso entender que você é um ser único e, assim sendo, você é falho e isso te torna tão belo!

